Pular para o conteúdo principal

ITABIRA, MINAS GERAIS - A casa onde o poeta viveu dos 2 aos 16 anos foi alterada, mas mantém ambientes que inspiraram alguns de seus 45 poemas sobre a residência, como o jardim feito pelo irmão José. No alto da cidade, o Memorial Carlos Drummond de Andrade exibe fotos e objetos do itabirano, como uma máquina de escrever. O prédio foi projetado por Oscar Niemeyer, amigo de Drummond. Do lado de fora, uma poética vista de Itabira faz pano de fundo para sua estátua em bronze. Para conhecer os lugares que integraram a obra do autor, o roteiro Caminhos Drummondianos percorre 44 placas espalhadas pelas ruas, com poemas relacionados ao local onde estão afixadas




CONHEÇA A CIDADE DE "ITABIRA", MINAS GERAIS, BRASIL
BEM VINDO A CIDADE DE FERRO. BEM VINDO A ITABIRA. TERRA NATAL DO POETA CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE
foto - Roberta Soriano
AQUI O MUSEU DE ITABIRA
foto - Roberta Soriano
CURIOSIDADE HISTÓRICA
Comprovando a existência de índios na região, no Município de Itabira foram encontrados restos de seus utensílios, armas e objetos de cerâmica, machados de pedra, clavas etc. Entre os exemplares de cerâmica, no distrito de Ipoema descobriram-se as conhecidas e originais "panelas de bugre". No distrito de Senhora do Carmo, no local denominado Conquista, existe uma pedra, conhecida pela designação de Lapa, em que se vêem desenhos indígenas.
A CIDADE ENCRAVADA NAS MONTANHAS DAS MINAS GERAIS
foto -  C. Marino
A CIDADE - PATRIMÔNIO HISTÓRICO E CULTURAL
Segundo o Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais, patrimônio cultural é a soma dos bens culturais de um povo, que são portadores de valores que podem ser deixados para as gerações futuras. O patrimônio se apresenta sob diversas formas: os bens imateriais compreendem toda a produção cultural de um povo, desde sua expressão musical, até sua memória oral, passando por elementos caracterizadores de sua civilização. Os bens materiais se dividem em dois grupos básicos: bens móveis - são a produção pictórica, escultórica, material ritual, mobiliário e objetos utilitários - e bens imóveis - não se restringem ao edifício isoladamente, mas compreendem, também, seu entorno, garantindo sua visibilidade e fruição. No acervo de bens imóveis, que constituem o patrimônio de um povo e de um lugar, incluem-se os núcleos históricos e os conjuntos urbanos e paisagísticos, importantes referências para as noções étnicas e cívicas da comunidade.
ALGUMAS IMAGENS DA CIDADE DE ITABIRA
foto -  Portodi
foto - ?
foto - Andarilho
TREM DA VALE DO RIO DOCE
foto - Wikipédia
IGREJA DE NOSSA SENHORA DA SAÚDE
No local existia uma ermida sob a mesma invocação, construída pelos primeiros habitantes da região. A atual edificação teve sua construção iniciada em 1823 e concluída em 1848. Em 1925 passou por várias reformas. Sua arquitetura lembra o padrão formal das capelas coloniais mineiras. Possui estrutura autônoma e vedação em tijolos de adobe e/ou pau-a-pique sobre embasamento de pedra. Abriga o Museu de Arte Sacra que possui, além de obras do Santeiro Itabirano Alfredo Duval, várias imaginárias de valor histórico e religioso.
foto - Roberta Soriano
foto - Roberta Soriano
foto - Roberta Soriano
foto - Roberta Soriano
IGREJA DE NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO
foto - Roberta Soriano
SERRA DOS ALVES
O povoado de Serra dos Alves surgiu por volta de 1850, quando bandeirantes começaram a explorar ouro e cristais na região. A localidade encontra-se na vertente Leste da Cadeia do Espinhaço e conserva seus costumes mineiros típicos, hábitos simples e modo de vida tranqüilo da época de seus primeiros moradores. A construção de maior expressão é a Capela de São José que, juntamente com o cruzeiro e as casas de estilo e alinhamentos iguais e voltados para a Igreja, compõem o conjunto histórico e paisagístico da Serra dos Alves, tombado pelo patrimônio municipal.
foto - Rodrigo M. Pedrosa
CAPELA DE SÃO JOSÉ NA SERRA DOS ALVES
Construída por volta de 1860, a capela possui características coloniais, estrutura autônoma de madeira e vedação em adobe e pau-a-pique sobre embasamento de pedra, retábulo de madeira e imagens de valor histórico notável. A Igreja abriga diversas festas como de Nossa Senhora da Conceição, São José, Divino Espírito Santo, Nossa Senhora do Rosário, dentre outras, sempre programadas e executadas pela população local.
Para visitar a capela é necessário procurar por Geraldo ou Fatinha, que detém as chaves da mesma.
foto - Emerson Silva
foto - ?
foto - Rodrigo M. Pedrosa
foto - Emerson Silva
MORRO REDONDO
foto - Roneijober Andrade
ESTRADA PARA O MORRO REDONDO
foto - Max
CAPELA DO BOM JESUS NO ALTO DO MORRO REDONDO
Capela localizada no alto do Morro Redondo. Possui arquitetura inspirada no barroco mineiro. No ano de 2010 recebeu obras de revitalização e novas obras de Vilma Noël (escultura "O Destino"). É necessário destacar as festas religiosas e caminhadas que acontecem na capela como um de seus maiores atrativos, além da bela paisagem que se contempla do seu alto.
foto - Roneijober Andrade
MUSEU DO TROPEIRO
O Museu do Tropeiro de Ipoema, distrito de Itabira, caminha para se transformar em um banco de informações referência nacional em pesquisa sobre a cultura tropeira no país. Para isso, vai contar com a parceria do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), segundo o professor e escritor Carlos Solera, coordenador do projeto Tropeiro Brasil.
foto -  ?
foto - Montanha
CASA DE CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE
foto - Roberta Soriano
foto - Aroldinho dos Reis
CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE
A casa onde o poeta viveu dos 2 aos 16 anos foi alterada, mas mantém ambientes que inspiraram alguns de seus 45 poemas sobre a residência, como o jardim feito pelo irmão José (Pça. do Centenário, 137, tel. 3835-3894, 2ª/6ª 8h/18h, sáb/dom 10h30/16h30). No alto da cidade, o Memorial Carlos Drummond de Andrade exibe fotos e objetos do itabirano, como uma máquina de escrever. O prédio foi projetado por Oscar Niemeyer, amigo de Drummond. Do lado de fora, uma poética vista de Itabira faz pano de fundo para sua estátua em bronze (Pico do Amor, acesso pelo bairro Campestre, 3835-2156, 3ª/6ª 8h/18h, sáb/dom 10h30/16h30). Para conhecer os lugares que integraram a obra do autor, o roteiro Caminhos Drummondianos percorre 44 placas espalhadas pelas ruas, com poemas relacionados ao local onde estão afixadas – o circuito dura um dia todo (R$ 150 por grupo de até 50 pessoas; contratar no Memorial).
foto - Roberta Soriano
foto - Roberta Soriano
PARQUE NATURAL MUNICIPAL DO INTELECTO / MEMORIAL CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE
foto - Wikipédia
foto - Roberta Soriano
foto - M. G. Torres
foto - Aroldinho dos Reis
foto - Roberta Soriano
foto - Roberta Soriano
FAZENDA DO PONTAL
foto - Roberta Soriano
foto - Roberta Soriano
foto - Roberta Soriano
CENTRO HISTÓRICO
O centro histórico de Itabira abriga antigos casarões, cuja arquitetura colonial mineira é de grande significado artístico histórico e cultural. Possuidora de um belo acervo arquitetônico que forma o centro histórico, Itabira conta com sobrados e casarões construídos no final do século XVIII e início do século XIX. Essas construções com características da arquitetura colonial mineira foram erguidas em estrutura autônoma de madeira com vedação em alvenaria de adobe e pau-a-pique sobre embasamento de pedras.
foto - Roberta Soriano
foto - ?
foto - ?
foto - ?
foto - Marcelo Rosa
CACHOEIRAS DA CIDADE
foto - Barbosa
foto - José Gustavo A. Murta
foto - Emerson Silva
foto - Emerson Silva
foto - Barbosa
ENTORNO DA CIDADE
foto - M. G. Torres
População estimada 2016 (1) - 118.481
Área da unidade territorial 2015 (km²) - 1.253,704
Densidade demográfica 2010 (hab/km²) - 87,57
Código do Município 3131703
Gentílico - itabirano
ORIGEM DO NOME
O nome "Itabira" se origina da antiga língua tupi, significando "pedra que brilha", através da junção dos termos itá ("pedra") e byra ("que brilha")
Gentílico: itabirano
HISTÓRICO
“Descobriram-se, em 1698, as Minas Gerais, (sic) as do Ouro Preto, as do Morro, as do Ouro Branco, as de São Bartolomeu, Ribeirão do Carmo, Itacolomi, Itatiaia, Itabira”, escreve Rocha Pita, em sua “História da América Portuguesa”, citada por Francisco Ignácio Ferreira, em seu “Dicionário Geográfico das Minas do Brasil”, edição de 1885.
Apesar disto, a tradição local dá o ano de 1720 como ponto de partida de sua história, iniciando-se com a aventura de dois mineradores que, encontrando-se no Itambé, e divisando ao longe a característica silhueta do pico mais tarde batizado de “cane”( em que em língua africana, significa “irmãos”), para lá se dirigiram, encontrando ouro nos ribeiros que desciam das encostas.
Os dois mineradores irmãos, Francisco e Salvador Faria de Albanaz, que eram paulistas e descendentes de bandeirantes - os Camargos - voltaram ao ponto de origem em busca de escravos, apetrechos e víveres, retornando ao Caué; não se sabe, ao certo, por quanto tempo desfrutaram sós as minas descobertas, mas a fama correu célebre e não faltaram concorrentes, adquirindo direitos aos primeiros desbravadores, que vieram se fixar nas redondezas. Pequenas cabanas foram surgindo pelas margens dos córregos. Instalavam-se não muitos distantes uns dos outros, que o gentio em torno impunha respeito e, não raro, investia contra os usurpadores de seus direitos naturais, infligindo-lhes castigos severos. O provável, no entanto, é que estes choques violentos fossem sistemáticos e só ocorressem por imprudência nas relações de brancos e índios.
No fim do século XVIII, o povoado tomara consistência, unificando-se mais ou menos para os lados do Córrego da Penha, já tendo início os arruamentos de “Sant’Ana, do Rosário” e dos “Padres”.
Conhece-se a data da chegada de alguns dos moradores que, vindos depois dos irmãos Albanaz, fixaram-se nesse povoado; João Pereira da Silva chegou em 6 de junho de 1737; Antônio Pereira da Silva, em 20 de setembro de 1739; Antônio Lopes, padre Manoel do Rosário e João Ferreira Ramos, em 27 de abril de 1764. Pouco mais tarde, chegaram Francisco da Costa Lage e Francisco de Paula Andrade. Ainda por um antigo documento, sabe-se que a primeira mulher a chegar ao local foi a senhora Maria do Couto.
A essa altura, se construi uma capela, escolhida Nossa Senhora do Rosário como padroeira local. 
Em 1827, o povoado já desenvolvido e livre dos ataques dos índios, pela chegada de um Destacamento chefiado pelo capitão Francisco Procópio de Alvarenga Monteiro, que os dizimara até a longínqua região de Ferros, recebeu a categoria de “arraial”, pertencente à vila Nova da Rainha (hoje, Caeté), e, na mesma época, elevava-se à freguesia.
A mineração do ouro entrou em declínio, o que não arrefeceu o impulso inicial da povoação, pois, ao brilho sedutor do ouro, sucedia uma nova riqueza mineral, menos bela e mais útil, o ferro.
Surgiram as primeiras forjas. Um dos pioneiros da nova indústria foi o fundador: Domingos Barbosa, que se instruíra a respeito em Mariana, sendo o primeiro construtor de forjas Manoel Fernandes Nunes. Não só se fundia o minério de ferro, como dele manufaturavam-se variados objetos, ferramentas e até armas, como as espingardas ali fabricadas e adquiridas pelo próprio Governo Real, que financiava as fábricas.
Em 1867, subia a 84 o número de forjas nas regiões de Itabira e Santa Bárbara, segundo afirma em um seu relatório o Conselheiro João Crispim Soares. Ainda hoje no local denominado Girau, no distrito da sede, persistem ruínas de algumas dessas forjas.
Daí para cá, o ferro tem sido o sustentáculo da vida econômica do município, jamais tendo cessado a extração do minério em escalas cada vez mais importantes. Saint-Hilaire, o ilustre visitante que percorreu o Brasil, afirmou sobre as reservas minerais de Itabira que bastavam por si sós para o suprimento integral de todo o mundo, por séculos. Suas serras, montes e picos de “hematita” e “manganês” dão imponente testemunho de suas riquezas, em muda concordância com a previsão de Saint-Hilaire. Modernamente, se admite existência de minerais atômicos na área do município.
O padrão econômico dos moradores foi sempre elevado em relação ao de outras zonas do Estado, permitindo às tradicionais famílias locais a construção de grandes residências em estilo colonial, que ainda hoje dão à cidade um aspecto senhorial e característico.
O centenário da elevação de sua sede à categoria de vila foi comemorado em 1948, com grandes festividades cívicas.
ESTA EH A BANDEIRA DA CIDADE DE ITABIRA, MINAS GERAIS
ESTE EH O BRASÃO DO MUNICÍPIO DE ITABIRA, MINAS GERAIS

VALEU PELA VISITA



fonte / fotos = Thymonthy Becker / Wikipédia / IBGE / Governo de Itabira, MG / viagemeturismo.abril.com.br /

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

CABECEIRA GRANDE, MINAS GERAIS - Cidade Hospitaleira e aconchegante com ótima culinária e palco de festas tradicionais como a Expoagro, Moagem e Carro de Boi

CONHEÇA A CIDADE DE "CABECEIRA GRANDE", MINAS GERAIS, BRASIL imagem - Robson Sá SEJA BEM VINDO A CIDADE DE CABECEIRA GRANDE. ÚNICO MUNICÍPIO MINEIRO A FAZER DIVISA COM O DISTRITO FEDERAL. imagem - ? A CAPELA BOLÍVIA EH UM PATRIMÔNIO CULTURAL DA CIDADE DE CABECEIRA GRANDE, MG imagem - PMCG População estimada 2016 (1) - 6.901 Área da unidade territorial 2015 (km²) - 1.031,409 Densidade demográfica 2010 (hab/km²) - 6,26 Código do Município 3109451 Gentílico - cabeceirense Prefeito 2017 / ODILON DE OLIVEIRA E SILVA ORIGEM DO NOME UMA REFERÊNCIA A CABECEIRA DO RIO QUE MARGEIA A CIDADE.
Gentílico: cabeceirense Histórico Cabeceira Grande Minas Gerais - MG HISTÓRICO O desenvolvimento de Cabeceira Grande tornou-se mais acelerado com a construção de Brasília, que fica a 120 km de distância. Contribui bastante também para este desenvolvimento a abertura da estrada Unaí — Brasília, via Cabeceira Grande e Palmital. As primeiras doações de terras foram feitas pelos Srs. Trajano Caetano Costa…

REPRESA DE FURNAS, SÃO JOSÉ DA BARRA, MINAS GERAIS - Em 1963 fecharam o túnel que criou praias, formou cânions, inundou vilarejos mudando para sempre a história de 34 cidades mineira e formando o espetacular “Mar de Minas”

CONHEÇA A "REPRESA DE FURNAS", SÃO JOSÉ DA BARRA, MINAS GERAIS, BRASIL foto - Thymonthy Becker No dia 9 de janeiro de 1963 o túnel que desviou o curso do rio Grande para a construção da Usina de Furnas foi fechado e as águas que formaram um dos maiores reservatórios do mundo, criou praias, formou cânions e cachoeiras inundou vilarejos e mudou para sempre a história dos 34 municípios que ficam ao longo dos 1.440 km2 de extensão do Lago de Furnas. (Thymonthy Becker) A sede do município de Guapé ficou praticamente submersa, o que levou à construção de uma nova sede em local definido pela população. O distrito de São José da Barra, então pertencente a Alpinópolis e emancipado em 1994, ficou integralmente debaixo das águas e deu lugar à "Nova Barra", que a pedido do padre Ubirajara Cabral, pároco local, foi construída pela Central Elétrica de Furnas na forma de um banjo. (Thymonthy Becker) A maioria dos municípios possuía vocação agropecuária, mas com o alagamento das ár…

SERRA DO NAVIO, AMAPÁ - A História da Serra do Navio remonta aos anos 1950. A região era rica em manganês e outros minérios. Por isso, a brasileira ICOMI, com sede em Belo Horizonte e atuação em Minas Gerais, foi escolhida para explorar o minério e construir a vila operária, que daria origem à cidade de Serra do Navio. Cada vila tinha 330 casas, prédios coletivos (escolas, hospitais, refeitórios), abrigando até 1.500 pessoas, entre trabalhadores e familiares. Tinha ruas largas, postes de concreto para a fiação elétrica e telefônica, calçadas, parques, clubes com piscina, quadras esportivas, restaurante e lanchonete, drenagem de águas das chuvas e tratamento de água e esgoto. Todas as casas tinham mais de 90m² e contavam com saneamento e energia elétrica, proveniente de geradores da ICOMI.

CONHEÇA A CIDADE DE "SERRA DO NAVIO", AMAPÁ, BRASIL CONHEÇA A FAMOSA "LAGOA AZUL" DE SERRA DO NAVIO, AP A história da Lagoa Azul se mistura à criação da Serra do Navio e à atividade de exploração na década de 1950 A Amazônia é conhecida pelos rios, igarapés e cachoeiras. Mas, a maioria das pessoas nem imaginam que aqui existam lagoas de águas azul turquesa. A 208 quilômetros de Macapá, capital do Amapá, fica a Lagoa Azul, um paraíso que nasceu de uma mina abandonada. O lugar fica próximo à Vila Serra do Navio, cidade criada na década de 1950 para abrigar os trabalhadores de uma empresa de mineração. A lagoa azul e o passado da história da Serra do Navio estão entrelaçados. De acordo com a prefeitura da cidade, a cor marcante da lagoa, em tom azul anil, acontece por conta dos minérios da região especialmente o carbonato de manganês. O lugar era uma mineração. Hoje é possível chegar até lá através de trilhas ou de carro. A região é cercada por uma floresta tropical. O…

TOCANTINÓPOLIS, TOCANTINS - Com belíssimas praias, ilhas e trilhas, Tocantinópolis, “Terra do Padre João” sempre será Eterna Boa Vista

CONHEÇA A CIDADE DE "TOCANTINÓPOLIS, TOCANTINS, BRASIL foto - Thymonthy Becker A cidade de Tocantinópolis, Tocantins, vista da cidade de Porto Franco no Maranhão. O Rio Tocantins eh a divisa natural entre as duas cidades e os Estados. De balsa você vai de uma cidade a outra (de um estado a outro) em poucos minutos, por terra você deverá trafegar por 85 km
foto - Thymonthy Becker  Rua XV de Novembro em Tocantinópolis, Tocantins
foto - ?
Alunos do projeto Rondon em Tocantinópolis, Tocantins
foto - ?
foto - ?
praia de água doce em Tocantinópolis, Tocantins
foto - ?
foto - ?
praia da Santa em Tocantinópolis, Tocantins
foto - Dirceu Leno Orla do Porto em Tocantinópolis, Tocantins
Universidade Federal do Tocantins, Campos de Tocantinópolis, Tocantins
Praia do Nilson em Tocantinópolis, Tocantins
foto - ? Corredeiras do Rio Mumbuca em Tocantinópolis, Tocantins
foto - ?
foto - ?
O Rio Mumbuca passando por Tocantinópolis, Tocantins
foto - ?
A Ilha Santa, como eh conhecida, tem a imagem de de uma santa…

MERCÊS, MINAS GERAIS - Famosa por seu turismo de eventos, como o Jubileu de Nossa Senhora das Mercês, que acontece na segunda quinzena de setembro; as festividades do Carnaval; Torneio Leiteiro; e Festa da Virada, que movimentam a economia da cidade e da região.

CONHEÇA A CIDADE DE "MERCÊS", MINAS GERAIS, BRASIL SEJA MUITO BEM VINDO A CIDADE DE MERCÊS, MG. UMA CIDADE ABENÇOADA foto - Thymonthy Becker AQUI O TEMPLO DA ASSEMBLEIA DE DEUS EM MERCÊS, MG foto - Thymonthy Becker SEDE DO PODER LEGISLATIVO - CÂMARA DE VEREADORES DA CIDADE DE MERCÊS, MG foto - Thymonthy Becker ESCOLA MUNICIPAL EM MERCÊS, MG foto - Thymonthy Becker ESTAÇÃO RODOVIÁRIA DA CIDADE DE MERCÊS, MG foto - Thymonthy Becker IGREJA EM MERCÊS, MG foto - Thymonthy Becker MATRIZ DE NOSSA SENHORA DAS MERCÊS E SEU INTERIOR EM MERCÊS, MG foto - Thymonthy Becker HOMENS TRABALHANDO NO TELHADO DA MATRIZ EM MERCÊS, MG foto - Thymonthy Becker foto - Thymonthy Becker NA HORA CERTA foto - Thymonthy Becker INTERIOR DA MATRIZ EM MERCÊS, MG foto - Thymonthy Becker INTERIOR DA MATRIZ EM MERCÊS, MG foto - Thymonthy Becker INTERIOR DA MATRIZ EM MERCÊS, MG foto - Thymonthy Becker INTERIOR DA MATRIZ EM MERCÊS, MG foto - Thymonthy Becker INTERIOR DA MATRIZ EM MERCÊS, MG

ITUIUTABA, MINAS GERAIS - Com vários atrativos turísticos como cachoeiras, trilhas, museu, parques. artesanato regional e a famosa cachaça artesanal

CONHEÇA A CIDADE DE "ITUIUTABA", MINAS GERAIS, BRASIL BEM VINDO A CIDADE DE ITUIUTABA, MG. PORTAL DO TRIÂNGULO MINEIRO foto - ? População estimada 2016 (1) - 103.945 Área da unidade territorial 2015 (km²) - 2.598,046 Densidade demográfica 2010 (hab/km²) - 37,40 Código do Município 3134202 Gentílico - ituiutabano Prefeito 2017 / FUED JOSE DIB ORIGEM DO NOME O nome da cidade eh de origem indígena: I - rio, TUIU ­barrento; TABA - povoação, cidade. “Cidade do rio barrento”
Gentílico: ituiutabano HISTÓRICO Ituiutaba é uma fusão de vocábulos tupis que significa "povoação do rio Tijuco". Os primitivos habitantes do município eram ameríndios, pertencentes ao grupo Gê, também chamados caiapós. Uma das tribos que deixaram fama na região foi a dos panariás, muito bem estudada por Alexandre Barbosa, de Uberaba. Por fim ela foi aldeada na atual povoação de São Francisco de Sales, às margens do Rio Grande, no vizinho município de Campina Verde. Os panariás - assinala o his…

CARRANCAS, MINAS GERAIS - Um pequeno paraíso conhecido como Terra das Cachoeiras pois possui mais de 120 quedas d'água na Estrada Real. Considerada um dos novos pólos de Ecoturismo, é um lugar ideal para a prática de Montain Bike, Trekking e outros esportes que lhe propiciam o contato com a natureza. Tem o grande poço da esmeralda, além das grutas da toca e da cortina, ainda pode-se observar pinturas rupestres e um escorregador com cerca de dez metros que termina com um divertido mergulho.

CONHEÇA A CIDADE DE "CARRANCAS", MINAS GERAIS, BRASIL

MUITO BEM VINDO AO PARAÍSO. BEM VINDO A CARRANCAS. MINAS EH ISTO E MUITO MAIS. imagem "?" Com mais de 50 cachoeiras, a cidade está voltada para o ecoturismo – suas belas paisagens frequentemente servem de cenário para novelas. Há quedas d’água de fácil acesso, mas as mais bonitas ficam escondidas na mata fechada, aonde só se chega por trilhas (que devem ser percorridas com a ajuda de guia). Entre novembro e março, a chuva torna as cachoeiras perigosas. A maioria das pousadas está próxima de grutas e cachoeiras, e muitas têm piscinas naturais. Foto - ?
POÇO DO CORAÇÃO
O acesso é tranquilo: pegue a Estrada para Itutinga, entre à esquerda após a primeira ponte para chegar ao Complexo da Toca. O carro fica na portaria, e você segue a trilha até o para o escorregador (é bom ponto para banho, ao lado da Gruta da Toca). A partir dele, suba margeando o rio: há vários poços e pequenas quedas até a principal atração local, a …

TEMPLO DE SALOMÃO, JERUSALÉM, ISRAEL - Hoje, o que resta do templo, eh o Muro de Lamentações

CONHEÇA O "TEMPLO DE SALOMÃO", JERUSALÉM, ISRAEL O TEMPLO DE SALOMÃO (NO HEBRAICO בית המקדש, BEIT HAMIQDASH), FOI O PRIMEIRO TEMPLO EM JERUSALÉM, CONSTRUÍDO NO SÉCULO XI A.C.. E FUNCIONOU COMO UM LOCAL DE CULTO RELIGIOSO JUDAICO CENTRAL PARA A ADORAÇÃO A JAVÉ, DEUS DE ISRAEL. O REI DAVI, DA TRIBO DE JUDÁ, DESEJAVA CONSTRUIR UMA CASA PARA JEOVÁ (YHWH), ONDE A ARCA DA ALIANÇA FICASSE DEFINITIVAMENTE GUARDADA, AO INVÉS DE PERMANECER NA TENDA PROVISÓRIA OU TABERNÁCULO, EXISTENTE DESDE OS DIAS DE MOISÉS. O SEU FILHO SALOMÃO, CUJO NOME SIGNIFICA "PAZ", ENFATIZAVA A VONTADE DIVINA DE QUE A CASA DE DEUS FOSSE EDIFICADA EM PAZ, POR UM HOMEM PACÍFICO. O REI SALOMÃO COMEÇOU A CONSTRUIR O TEMPLO NO QUARTO ANO DE SEU REINADO SEGUINDO O PLANO ARQUITETÔNICO TRANSMITIDO POR DAVI, SEU PAI. O TRABALHO PROSSEGUIU POR SETE ANOS. Aqui, o Muro de Lamentações, o que restou do templo. O TEMPLO TINHA UMA PLANTA MUITO SIMILAR À TENDA OU TABERNÁCULO QUE ANTERIORMENTE SERVIA DE CENTRO DA ADORA…

ÁGUAS DO TREME LAKE RESORT, INHAÚMA, MINAS GERAIS - Com vista espetacular de colinas e cerrados, o hotel tem trilhas, pista de cooper e trenzinhos além de balonismo pescarias e passeios a cavalo

CONHEÇA O "ÁGUAS DO TREME LAKE RESORT ", INHAÚMA, MINAS GERAIS, BRASIL imagem - ATR BEM VINDO AO PARAÍSO. BEM VINDO A ÁGUAS DO TREME LAKE RESORT EM INHAÚMA NO CORAÇÃO DAS MINAS GERAIS imagem - ATR Águas do Treme é um oásis no meio do cerrado mineiro, cercado por suaves colinas de mata nativa. Um lugar calmo, ideal para uma experiência única no hotel ou na orla, com o sistema Day Use.  O complexo foi projetado para que o hóspede possa desfrutar de um ambiente agradável e cordial, relaxando ou praticando diversas atividades. imagem - ATR A CONSTRUÇÃO uma construção em estilo espanhol com charmoso pátio interno, é decorado com obras de arte modernas e peças mineiras do séc. XVIII. São 12 suítes e 2 ranchos, restaurantes, sauna panorâmica integrada à piscina de 1200m² e uma estrutura de lazer na orla do lago de 60 hectares. imagem - ATR Membro da Associação Roteiros de Charme e do Circuito das Grutas, é localizado em Inhaúma, a 83 km de BH, MG e oferece uma rara combinação de atrati…

ÁGUAS VERMELHAS, MINAS GERAIS - Entre as mais belas montanhas de Minas, uma cidade tranquila e acolhedora que promove o Festival de Inverno mais famoso da região, com boa música e o melhor da gastronomia regional

CONHEÇA A CIDADE DE "ÁGUAS VERMELHAS", MINAS GERAIS, BRASIL DA JANELA DO TREM foto - Angelo Carlos Ronchi
BOM DIA. BEM VINDO A CIDADE DE ÁGUAS VERMELHAS. CIDADE ONDE EM JUNHO ACONTECE O FESTIVAL DE INVERNO. FAMOSO NA REGIÃO. copyrigth "Mustafa-K" População estimada 2016 (1) - 13.513
Área da unidade territorial 2015 (km²) - 1.259,286
Densidade demográfica 2010 (hab/km²) - 10,10
Código do Município 3101003
Gentílico águas-vermelhense ORIGEM DO NOME
A ORIGEM DO NOME SE PRENDE AO FATO DA COR FERRUGINOSA DAS ÁGUAS QUE BANHA O MUNICÍPIO. AQUI, UMA DAS CASAS DA CIDADE copyrigth "Eraldo Peres" Gentílico: águas-vermelhense Histórico Águas Vermelhas Minas Gerais - MG Histórico Supõe-se terem sido índios da tribo tupis os primitivos habitantes da região Alto Rio Pardo, onde hoje se localiza o município de Águas Vermelhas, segundo inscrições existente ainda hoje na região. Grande parte das terras eram pertencentes ao conde da Ponte que possuía uma sesmaria, da qual desmemb…