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LAMBARI, MINAS GERAIS - A cidade é bastante procurada pelas suas destacadas belezas naturais, clima e principalmente pela água mineral, eleita no passado como a 3ª melhor do mundo e capaz de curar doenças. Há, originalmente, sete fontes dentre as quais a nº 1 e nº 2 compõem a maior fonte de água mineral naturalmente gasosa do mundo.




CONHEÇA A CIDADE DE "LAMBARI", MINAS GERAIS, BRASIL - OLHANDO DA JANELA DO TREM


BEM VINDO A CIDADE DE LAMBARI. CUJA ÁGUA MINERAL EXTRAÍDA AQUI, CURA DOENÇAS. SEGUNDO RELATOS DO LUGAR.
foto - Paulo Mauricio
TEVE SUA FONTE HIDROMINERAL DESCOBERTA EM 1780, POR UM CABOCLO DE CAMPANHA, ANTÔNIO DE ARAÚJO DANTAS, QUE ENCONTROU A NASCENTE EM TERRENOS DE SUA PROPRIEDADE OU DOMÍNIO DE SEUS FAMILIARES.
A CASCATA DO LAGO
foto - Anízio Rezende
A CIDADE É BASTANTE PROCURADA PELAS SUAS DESTACADAS BELEZAS NATURAIS, CLIMA E PRINCIPALMENTE PELA ÁGUA MINERAL, ELEITA NO PASSADO COMO A 3ª MELHOR DO MUNDO E CAPAZ DE CURAR DOENÇAS. HÁ, ORIGINALMENTE, SETE FONTES DENTRE AS QUAIS A Nº 1 E Nº 2 COMPÕEM A MAIOR FONTE DE ÁGUA MINERAL NATURALMENTE GASOSA DO MUNDO.
"AQUI UMA VISTA DE CIMA DO CASSINO"
foto - Helicamera Free Imagens Aéreas
REGIÃO CENTRAL
foto - Jose Antônio e Helicamera
FAROL
foto - Rogerio Cesarino
FEIRA LIVRE
foto - Leonardo Pinelli
O LAGO E O CASSINO
foto - Edu Lacerda
MATRIZ DE NOSSA SENHORA DA SAÚDE
foto - Beatriz Barreto Tanea
PONTE SOBRE O LAGO
foto - Lindinha Rodrigues
AQUI O BOUGAINVILLE. EH A MAIOR ÁRVORE DO GÊNERO DO MUNDO
foto - saudelazer.com
A NOVA PONTE
foto - Microlarm
PALMEIRAS NA ORLA DA LAGOA
foto - Edu Lacerda
ENTRADA DO PARQUE DO CASSINO
foto - Beatriz Barreto Tânea
PARQUE DAS ÁGUAS
Pça. Cons. João Lisboa,
Centro
Além das piscinas de água mineral (jan/abr e set/dez: 9h/17h), abertas aos turistas e moradores, o parque (R$ 1; grátis às 6h/7h30, 11h/13h e 16h/18h) tem seis fontes com águas para fins terapêuticos.
Fonte 1 – Gasosa: Excelente para os rins, vesícula e para os tratamentos de pele. Aplicada também por via muscular nos casos de eczemas e úlceras.
Fonte 2 – Alcalina: usada para estômago e intestino. Aumenta o apetite, pois estimula a produção do suco gástrico.
Fonte 3 – Magnesiana: Usada no tratamento do fígado. Suas águas fluidificam a bílis alcalinizando-a, atuando nas congestões hepáticas e nas cirroses.
Fonte 4 – Ligeiramente Gasosa: Indicada para as crianças.
Fonte 5 – Ferruginosa: Ligeiramente gaseificada. Ação hipotensiva e vasodilatadora.
Fonte 6 – Picante: Cheiro pouco pronunciado de ácido sulfídrico. Quando em repouso apresenta depósito avermelhado (hidrato de ferro). De ação diurética é indicada nos casos de intoxicações endógena e exógena.



RUA DA CIDADE
foto - Geocities
TELEFÉRICO
foto - Lindinha Rodrigues
TRILHA
foto - Diogo Provete
VISÃO GERAL
folto - Microlarm
VISTA AÉREA
foto - Wanderson Rocha
FACHADA DO CASSINO
foto - PML
"AQUI UMA VISTA DO CENTRO"
Foto - PML
População estimada 2016 (1) - 20.773
Área da unidade territorial 2015 (km²) - 213,110
Densidade demográfica 2010 (hab/km²) - 91,76
Código do Município 3137809
Gentílico - lambariense
ORIGEM DO NOME
LAMBARI (DE ARAMBARI, CORRUPTELA DE ARABARY OU ARABARÉ, VOCÁBULO TUPI-GUARANI QUE SIGNIFICA PEIXINHO OU BARATINHA)
Gentílico: lambariense 
HISTÓRICO 
LAMBARI MINAS GERAIS Monografia - n.° 524 Ano: 1972 
ASPECTOS HISTÓRICOS 
Lambari (de Arambari, corruptela de Arabary ou Arabaré, vocábulo tupi-guarani que significa peixinho ou baratinha), teve sua fonte hidromineral descoberta em 1780, por um caboclo de Campanha, Antônio de Araújo Dantas, que encontrou a nascente em terrenos de sua propriedade ou domínio de seus familiares. 
A partir de 1826, os poderes públicos do Município começaram a interessar-se pela existência da nascente, graças ao trabalho desenvolvido pelo português Inácio Midoens, que exerceu a profissão de médico prático e o cargo de vereador em Campanha. Entre 1830 e 1832, pela quantia de "sem mil reis" (sic), a Câmara Municipal de Campanha desapropriou uma área de doze alqueires do terreno dos herdeiros de Antônio de Araújo Dantas, no local da nascente, para executar obras de proteção da fonte e construir algumas casas para uso dos doentes. 
Até 16 de setembro de 1901, data em que foi criado o Município das Águas Virtuosas, todos os melhoramentos e assistência administrativa a povoação que se formava dependeram de Campanha, Município de que Lambari constituía distrito de paz (criado em 14 de setembro de 1891). A água, logo após a descoberta, recebeu o nome de Água Santa da Campanha, passando depois a ser conhecida por Água Virtuosa da Campanha e Água Virtuosa do Lambari. O núcleo populacional que logo se formou tomou o nome de Águas Virtuosas, topônimo com o qual figurou entre as sedes municipais do Estado até 27 de dezembro de 1930, quando passou a denominar-se Lambari. A mudança final fundou-se em razões de ordem histórica e geográfica, por ser a região conhecida por Lambari, desde antes do descobrimento da água, mercê da existência do rio do mesmo nome, que corta o Município a leste e serve de limite natural aos municípios vizinhos. As primeiras medidas de proteção à água se fizeram sentir a partir de 1860, quando para reunir as duas nascentes encontradas foi construído um poço de 50 centímetros de diâmetro, protegido por um pavilhão coberto de telhas, com gradil de ferro; na mesma época, organizou-se o parque das águas, desviando-se o leito do ribeirão Mombuca. 
Os primeiros estudos científicos sobre a composição da água, em 1872, couberam a uma comissão composta dos Drs. Agostinho José de Souza Lima, José Ribeiro da Costa e Ezequiel Correia dos Santos. Logo após os exames, em 1880, os Drs. Bandeira de Gouveia e Eustáquio Garção Stockler, organizaram a primeira empresa de exploração das águas, e obtiveram os respectivos privilégios. Em 1894 (24 de março), inaugurou-se a estação ferroviária de Águas Virtuosas, fato que concorreu para o progresso da povoação, por facilitar grandemente o acesso de veranistas. No mesmo ano, o privilégio de exploração das fontes foi concedido à Cia. Industrial do Brasil, que, em 1895, tornou-se parte do consórcio "Empresa Caxambu - Lambari - Cambuquira". Data desse ano a construção do estabelecimento aparelhado para banhos e duchas de água mineral; esse estabelecimento permaneceu até 1920, quando com o aumento do parque das águas, teve de ser demolido. Em 1905, iniciaram-se as obras de captação da água, constando primeiramente da separação das duas nascentes, reunidas em 1960 no mesmo poço, e, em seguida, da captação direta das águas nas rochas, a profundidades que variam de 5 a 10 metros; por último, da distribuição à superfície, por meio de grossas manilhas, das quatro fontes até agora aproveitadas. 
Fonte 
IBGE
ESTA EH A BANDEIRA DA CIDADE DE LAMBARI, MINAS GERAIS
 ESTE EH O BRASÃO DO MUNICÍPIO DE LAMBARI, MINAS GERAIS

VALEU PELA VISITA - SEMPRE VOLTE



fonte dos textos e fotos: IBGE / Thymonthy Becker / Divulgação / Wikipédia / viajeaqui.abril.com.br / mineirosnaestrada.com.br / Governo de Lambari, MG / 


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