Pular para o conteúdo principal

CORONEL XAVIER CHAVES, MINAS GERAIS - Pertencente a uma região de intensas tradições culturais, Coronel Xavier Chaves é integrante do roteiro turístico da Estrada Real. Localiza-se no Circuito Trilha dos Inconfidentes, em um ponto estratégico, rodeada por outras cidades turísticas, com um clima bem agradável. Tem como principal atividade econômica a agropecuária, mas também vem destacando-se na atividade artesanal. Tudo isso faz deste pequeno município, um lugar ideal para aqueles que procuram sossego, hospitalidade, contato com a natureza, atrativos histórico-culturais e, ainda, a proximidade com diversas cidades históricas.




CONHEÇA A CIDADE DE CORONEL XAVIER CHAVES, MINAS GERAIS, BRASIL - OLHANDO DA JANELA DO TREM
Pertencente a uma região de intensas tradições culturais, Coronel Xavier Chaves é integrante do roteiro turístico da Estrada Real.
Localiza-se no Circuito Trilha dos Inconfidentes, em um ponto estratégico, rodeada por outras cidades turísticas, com extensão territorial de 141 km2., com um clima bem agradável. Tem como principal atividade econômica a agropecuária, mas também vem destacando-se na atividade artesanal.
Tudo isso faz deste pequeno município, um lugar ideal para aqueles que procuram sossego, hospitalidade, contato com a natureza, atrativos histórico-culturais e, ainda, a proximidade com diversas cidades históricas.
BEM VINDO A HISTÓRICA, BONITA E ACONCHEGANTE CIDADE DE CORONEL XAVIER CHAVES.
foto - Francisco Assis Rodrigues
AQUI UM ALAMBIQUE
foto - ?
IGREJA DE NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO
Não existem registros sobre a história da "Igrejinha do Rosário". Data de construção ou nome de seus construtores é desconhecida. Segundo Cida Chaves "havia ou há na atualmente chamada Igrejinha do Rosário uma pedra datada de 1717. A capela pertencia a Fazendo do Mosquito que, como era costume no Brasil, possuía, na sua intimidade, outra capela para devoção das pessoas e escravos da casa". Deve-se registrar que a Fazendo do Mosquito foi uma das três fazendas cujas terras foram divididas entre parentes do Coronel Xavier Chaves, o que deu origem à cidade. Segundo seus moradores, a capela era originalmente revestida por reboco, tanto interna, quanto externamente e as paredes internas decoradas com pinturas. O reboco foi removido em 1973 e hoje a edificação é totalmente em pedra à vista. Observando atentamente o acabamento das paredes, a perfeição das vergas das portas aparente e só foi revestida tempos depois. Esta é apenas uma opinião e não um parecer conclusivo. A devoção inicial da Igreja era N. Senhora da Conceição. Com a construção da Igreja Matriz dedicada a mesma devoção a igreja passou a ser dedicada a Nossa Senhora do Rosário.
foto - André Luís Vieira
foto - André Luís Vieira
MATRIZ DE NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO
A Matriz de Nossa Senhora da Conceição foi construída em 1920 em estilo neo-gótico. Ao longo dos anos, sofreu algumas alterações, sobretudo em seu interior.
foto - André Luís Vieira
ENGENHO BOA VISTA
Sabe-se da existência do engenho Boa Vista desde o ano de 1755, no entanto, a data e os responsáveis por sua construção são desconhecidos. Em 1755 era de propriedade de Vicente Luís Loureiro, que mais tarde o vendeu para Manoel de Barros, pardo e forro, casado com Antônia Teles. Que venderam o engenho para Maria da Conceição Xavier, casada com Lourenço Coutinho que por sua vez fez a doação para Domingos Silva Xavier, em 1763 "para efeito de se tornar padre". Ordenou-se sacerdote, era afilhado do inconfidente Pare Toledo e foi vigário de São João Del Rei. Participante da Inconfidência Mineira foi perseguido, fugindo para Cuiabá, onde exercia o ofício de rábula, sendo preso em 1791. Padre Domingos da Silva Xavier era irmão mais velho de Tiradentes. O engenho nunca deixou de pertencer à família Xavier. Entre 1950 e 1960, pertencia a uma filha do Coronel Xavier Chaves e em 1978, o atual proprietário Sr. Rubens Resende Chaves o adquiriu. Em 1995 suas instalações foram ampliadas e a partir de 1997, o fabrico de cachaça foi retomado.
foto -  PMCXC
JEQUITIBÁ
O exemplar de jequitibá aqui focalizado, tipo branco, nasceu nas proximidades de um local chamado "Cava Amarela". Existem nas proximidades várias dessas cavas que na realidade são caminhos cercados por barrancos cuja densa vegetação lateral se encontra no alto formando um "teto" sobre o caminho. A Cava Amarela é muito visitada e nela também passam competidores de enduros e competições de motociclismo. O exemplar em questão cresceu numa área coberta por pastagem, localizada cerca de 6 km da sede do município. Segundo técnicos especializados, este local deve ser sido anteriormente coberto por mata densa. Este exemplar tem cerca de 30 m de altura, um tronco que segundo moradores da cidade, necessita do concurso de cinco homens para abraçá-lo e sua copa tem aproximadamente 40 m de diâmetro.
Pode atingir 35 a 45 m de altura, com tronco de 90 a 120 cm de diâmetro. É uma das maiores árvores da flora brasileira. Especula-se que o jequitibá tem ciclo vital de 1000 anos. O Jequitibá tem duas espécies, branca e rosa e ocorre desde o sul da Bahia até o Rio Grande do Sul, na Mata Atlântica e subtropical. É rara no cerrado ou em Terrenos secos.
foto -  PMCXC
foto - Francisco Assis Rodrigues
TRILHA DO CARTEIRO
A Trilha do Carteiro atravessa a parte mais baixa do maciço da Serra de São José, a 1200 metros e altitude. Em todo o seu percurso existem várias nascentes, o que também indica conforto para o seu usuário, pois em vários pontos as pessoas e animais podem se abastecer.
O nome da trilha tem origem na pessoa ou pessoas que trabalhavam na distribuição de correspondência entre os povoamentos e arraias da região, existindo até um monumento de pedras empilhadas, chamada pela população de túmulo.
O carteiro, com sua atividade profissional, procurava caminhos mais curtos para facilitar seu trabalho. Se não cortasse a serra o percurso seria muito mais para chegar à vila de São José. Foram os carteiros os primeiros a traçar a rota e percorrê-la regularmente. Tornou-se caminho oficial e mereceu trabalhos de execução de sua infra estrutura.
Partindo da vila de São José, após um percurso plano tem-se início da Trilha do Carteiro (Via Principal), que é o caminho calçado em boa parte, contornando a primeira montanha, subindo em direção ao topo da Serra de São José. Vencido este trecho de um quilômetro chega-se ao túmulo do carteiro, personagem que dá nome à trilha, onde a superstição é que cada um que passe por ali, coloque um pedra sobre o túmulo, esta pode ser de qualquer tamanho
foto -  PMCXC
foto -  PMCXC
foto - ?
CASAS DE FAZENDA
foto - Francisco Assis Rodrigues
foto - Francisco Assis Rodrigues
CONHEÇA UM POUCO MAIS DESTA BELÍSSIMA CIDADE
foto - Adeilson César
foto - Francisco Assis Rodrigues
foto - André Luís Vieira
foto - ?
OS BANCOS DA PRAÇA SÃO ASSIM
foto -  PMCXC
foto - Francisco Assis Rodrigues
foto -  PMCXC
foto -  PMCXC
foto - ?
A MATA NO ENTORNO DA CIDADE
foto - Francisco Assis Rodrigues
foto - Francisco Assis Rodrigues
A BELA E RIQUÍSSIMA CIDADE DAS ESCULTURAS.
foto - ?
foto -  PMCXC
foto -  PMCXC
AS ESCULTURAS DE PEDRAS SÃO A ATRAÇÃO PRINCIPAL. MAS A CIDADE TEM MUITO MAIS PARA VOCÊ ADMIRAR-SE.
OS ANJOS TOCHEIROS ESCULPIDOS EM PEDRA SABÃO SÃO DO ESCULTOR DAVID FUZATTO.
foto - ?
foto - ?
foto -  PMCXC
foto -  PMCXC
SHOW DEMAIS ESTA PRAÇA
foto -  PMCXC
foto -  PMCXC
foto - ?
foto - ?
foto - ?
AS CACHOEIRAS SÃO UMA ATRAÇÃO A MAIS PARA VOCÊ
foto -  PMCXC
O RIO MOSQUITO
foto - Francisco Assis Rodrigues
A SERRA SÃO JOSÉ NO ENTORNO DA CIDADE
foto - Francisco Assis Rodrigues
OS MUROS DE PEDRA CORTANDO A SERRA
foto - Francisco Assis Rodrigues
foto - André Luís Vieira
foto - Francisco Assis Rodrigues
População estimada 2016 (1) - 3.461
Área da unidade territorial 2015 (km²) - 140,954
Densidade demográfica 2010 (hab/km²) - 23,42
Código do Município 3119708
Gentílico - xavierense
ORIGEM DO NOME
A origem do topônimo é uma homenagem que os munícipes, com muita razão e justo orgulho, prestaram ao seu eminente e emérito patrono. O Coronel Francisco Rodrigues Xavier Chaves.
Gentílico: xavierense
HISTÓRICO
Nos primeiros anos do século XVIII, paulistas e portugueses, atraídos pelas grandes possibilidades de descoberta de veios auríferos, fixaram-se às margens do Rio grande, que banha
Nos primeiros anos do século XVIII, paulistas e portugueses, atraídos pelas grandes possibilidades de descoberta de veios auríferos, fixaram-se às margens do Rio Grande, que banha os municípios de Itutinga e Nazareno, próximos estes dois últimos do município de São João Del Rei. Já nessa época, se tinha conhecimento do primeiro morador da região, descendente da família Gonçalves Lara, tendo de fixado, no lugar denominado Mosquito. Segundo dados que nos conta a tradição, este primitivo habitante se dirigiu para aquelas paragens e se estabeleceu em uma aguada para gado e terrenos para cultura. Nesta época, foi eregida a primitiva Capela de Nossa Senhora da Conceição. Este fato se deu então bem após à chegada dos paulistas aos cascalhos auríferos que emergiam da bacia do Rio das Mortes, como também é posterior à chegada de Tomé Portes Del Rei, no fim do século XVII, procedente de Taubaté. Este fato é, pois bem posterior à fundação do arraial de São João Del Rei, hoje Tiradentes e São João Del Rei. No albores ainda do século XIX, outro forasteiro procedente do Rio de Janeiro, se deslocou para a região do antigo Mosquito, hoje Coronel Xavier Chaves, fugindo a perseguições políticas, não se sabendo qual seria o seu nome e o de sua família. Este forasteiro fixou-se na região e lá se casou com membros da família Gonçalves Lara, estabelecendo-se na Fazenda do Retiro, tronco da família Mendonça, que mais tarde era numerosa na região. Naquela época, a localidade contava apenas com a fazenda do Mosquito e fazenda do Retiro. Apenas três casas, casa da Pedra, uma casa hoje, já demolida, que pertencia ultimamente a Valentim Chaves de Mendonça e a fazenda Grande, situada no perímetro urbano da atual cidade de Coronel Xavier Chaves.
Os primitivos habitantes, até o início do século XIX, segundo nos foi dado concluir através de registros do arquivo da Prefeitura Municipal, foram as famílias Gonçalves Lara, Chaves e Mendonça. Segundo nos parece e a conhecedores da história de Coronel Xavier Chaves, a região permaneceu estagnada em suas atividades econômicas e mesmo em seu crescimento demográfico, quando lá chegou por volta dos fins do século XIX, procedente da fazenda do Jacaré, município de Lagoa Dourada, o Coronel Francisco Rodrigues Xavier Chaves, denominado o Comendador. Era ele o homem de sólida formação religiosa, austero, de coração magnânimo e possuidor de vastas extensões de terra e de grande tino administrativo e político. Tornou-se herdeiro da fazenda do Mosquito e das terras do atual município de Coronel Xavier Chaves. Este homem, dinâmico e progressista, deu início à formação da povoação para lá trazendo muitas famílias, fixando-as ao meio através de trabalho nas lavouras, engenhos e na fabricação de manteiga. A sua vocação política levou-o a muito trabalhar para o desenvolvimento daquela região. Em 1911, foi criado e inaugurado o distrito administrativo de Coronel Xavier Chaves que tomou o nome de São Francisco Xavier, primeiro nome oficial. O Comendador, que tanto trabalhou para a criação do distrito recusou-se a dar seu nome ao novo distrito por ser devoto de São Francisco Xavier. Em 28/10/1912, falecia este benemérito e grande benfeitor do município, que anteriormente denominava-se Mosquito, São Francisco, Coroas e, finalmente, Coronel Xavier Chaves, em 30/12/1962, quando se elevou a categoria de município e cidade, desmembrado do território do município de Prados.
Os trabalhos na agricultura, na pecuária, em vários engenhos de cana e fabricação de laticínios foram, sem dúvida alguma, a causa da ocupação, fixação, dos primitivos habitantes e do desbravamento do atual município de Coronel Xavier Chaves.
ESTE EH O BRASÃO DA CIDADE DE CORONEL XAVIER CHAVES, MG

VALEU PELA VISITA


Fonte dos textos e fotos: IBGE / Thymonthy Becker / Wikipédia / Portal da Prefeitura Municipal de Coronel Xavier Chaves /

Comentários

Páginas que receberam mais visitas

BAEPENDI, MINAS GERAIS - A terra de "Nhá Chica". Na natureza preservada no município estão cerca de 40% do parque ecológico do papagaio, é local ideal para fazer trilhas e acampar em paradisíacos lugares. Baependi é uma das poucas cidades que podem ser visitadas durante qualquer época do ano, sem se preocupar com a programação que irá encontrar pois, o verão é bem definido, sendo um convite para se deslumbrar com as mais de cinqüenta cachoeiras que cercam a cidade e o inverno pouco chuvoso propicia inúmeras opções para enfrentar trilhas e acampar em paradisíacos lugares

COLORADO, RIO GRANDE DO SUL - Colorado é uma pequena cidade do Alto Jacuí. Fundada por imigrantes italianos e alemães. O espetáculo, belezas naturais, cores, aromas que seduzem à primeira vista. O município tem como base da economia a produção agrícola. A região possui uma relação muito próxima com as águas e com a geração de energia elétrica, a partir da formação do maior lago artificial do Estado – os Alagados do Passo Real e da Barragem de Ernestina. Bonitas e agradáveis, as cidades proporcionam atrações diversificadas, eventos, muitas festas, gastronomia, artesanato.

REPRESA DE FURNAS, SÃO JOSÉ DA BARRA, MINAS GERAIS - No dia 9 de janeiro de 1963 o túnel que desviou o curso do rio Grande para a construção da Usina de Furnas foi fechado e as águas que formaram um dos maiores reservatórios do mundo, criou praias, formou cânions e cachoeiras, inundou vilarejos e mudou para sempre a história dos 34 municípios que ficam ao longo dos 1.440 km2 de extensão do Lago de Furnas que abrange também parte do Parque Nacional da Serra da Canastra. O Lago de Furnas, também conhecido como "O MAR DE MINAS", é quatro vezes maior que a Baía de Guanabara, no Rio de Janeiro

BRASÍLIA, DF, BRASIL - Brasília é formada por gente de todos os lugares, todas as idades e de muitas gerações. É uma mistura de sotaques do Nordeste, Sudeste, Norte e Sul do país e até de estrangeiros. Por conta de seu rápido crescimento, já é a quarta cidade mais populosa do país. A maioria dos moradores, 52%, é mulher e tem em média 30 anos. Os primeiros habitantes que chegaram a Brasília vieram, principalmente, atraídos pelos empregos na construção civil e ajudaram na construção da capital. Eles eram chamados de candangos e aqui construíram e criaram famílias

TOMBOS, MINAS GERAIS - Na cachoeira três tombos, verdadeira obra da natureza de imensurável beleza que constitui um cartão postal da cidade com 62 metros de altura. A Gruta Pedra Santa localizada no distrito de Catuné, uma obra construída pela própria natureza. Ao longo do tempo a grande pedra foi desintegrando-se e formou-se um grande salão, onde ergueu-se a capela em Honra a Nossa Senhora de Lourdes. Praças diversas, museu municipal que funciona na antiga estação ferroviária, usina hidrelétrica de Tombos e os dois distritos “Catuné” e “Água Santa” valem uma visita à cidade de Tombos

SERRA DO NAVIO, AMAPÁ - A História da Serra do Navio remonta aos anos 1950. A região era rica em manganês e outros minérios. Por isso, a brasileira ICOMI, com sede em Belo Horizonte e atuação em Minas Gerais, foi escolhida para explorar o minério e construir a vila operária, que daria origem à cidade de Serra do Navio. Cada vila tinha 330 casas, prédios coletivos (escolas, hospitais, refeitórios), abrigando até 1.500 pessoas, entre trabalhadores e familiares. Tinha ruas largas, postes de concreto para a fiação elétrica e telefônica, calçadas, parques, clubes com piscina, quadras esportivas, restaurante e lanchonete, drenagem de águas das chuvas e tratamento de água e esgoto. Todas as casas tinham mais de 90m² e contavam com saneamento e energia elétrica, proveniente de geradores da ICOMI.

IGATU, ANDARAÍ, BAHIA - Eh uma verdadeira cidade de pedra. "Sagrada" pra quem viveu lá durante o auge do ciclo do diamante. O trajeto até a vila já é uma atração: a estrada de acesso pela BA-142 é cheia de mirantes naturais. Ao chegar, a impressão é de ter voltado no tempo, quando igatu era chamada de Xique Xique e famosa pela extração de diamantes. Hoje não há farmácias, o hospital mais próximo fica em Andaraí, a 12 km. Em outros tempos quem diria? Cabarés, cassinos, lojas, cadeia, cartório, cinema...

RIO DE JANEIRO, BRASIL - Do primeiro ao último minuto do ano, não falta o que fazer, o que visitar e o que rever no Estado do Rio de Janeiro, que não por acaso ostenta o rótulo de Maravilhoso. Além das praias e de seus outros dois ícones geográficos – o Corcovado e o Pão de Açúcar – o Rio vem ganhando uma série de atrativos culturais e gastronômicos. Quem deixa a capital e percorre o litoral fluminense encontra praias de beleza raríssima. Ao norte, na Região dos Lagos, estão as dunas de Cabo Frio, as águas translúcidas e frias de Arraial do Cabo, boas para mergulho, a badalação de Búzios e as trilhas rurais de Rio das Ostras

GRAMADO, RIO GRANDE DO SUL - Faltava neve à Gramado para que ela assumisse de vez o título de “Suíça brasileira”. Não falta mais: o Snowland, primeiro parque de neve artificial indoor das Américas, trouxe esportes de inverno à cidade, que já era famosa pelas construções enxaimel (aquelas de paredes esquadrinhadas com tirantes de madeira), pelas fondues nos bons restaurantes suíços e pelo climinha gostoso da Serra Gaúcha.

CAMPO BELO, MINAS GERAIS - A primeira cidade do Brasil a ter um time de Rugby (Campo Belo Rugby - CBR) A cidade tem paisagens deslumbrantes com campos a perder de vista. Ideal para a prática de esportes de aventura, ecoturismo, esportes náuticos com várias cachoeiras, praias de água doce além da tradicional e boa comida mineira. Uma cidade tranquila, acolhedora com boas opções para hospedagem