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CATAGUASES, MINAS GERAIS - Além de inúmeras obras artísticas e arquitetônicas modernas tombadas pelo IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional), Cataguases também oferece inúmeras construções marcantes do final do século XIX, belíssimas paisagens naturais, museus, centros culturais e muito mais! Considerada como cidade histórica de Minas Gerais, Cataguases gravou seu nome no cinema brasileiro com Humberto Mauro, nos anos 1920, alcançou grande repercussão com a revista e o Movimento Verde. Importantes nomes como Oscar Niemeyer, Cândido Portinari, Burle Marx, Joaquim Tenreiro, Djanira, José Pedrosa, Jan Zach, deixaram seus traços na cidade.




CONHEÇA A CIDADE DE "CATAGUASES", MINAS GERAIS, BRASIL - OLHANDO DA JANELA DO TREM
“O nome Cataguases vem – pelo menos, até provas em contrário, pois muitas são as controvérsias nessa cidade em constante questionamento – , pois é, o nome Cataguases parece que vem de uma tribo de índios que habitava a região, os ‘Catu-auás’. Dizem que o nome catu-auá significa em tupi-guarani ‘terra de gente boa’. E Cataguases sabe receber muito bem. Quem bebe da água do Rio Pomba nunca deixa de voltar. Dizem. ”
Confira alguns dos mais importantes pontos turísticos de Cataguases.
Além de inúmeras obras artísticas e arquitetônicas modernas tombadas pelo IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional), Cataguases também oferece inúmeras construções marcantes do final do século XIX, belíssimas paisagens naturais, museus, centros culturais e muito mais!
PONTE METÁLICA (DE 1.914)
A construção da Ponte Metálica foi determinada em 1910, devido à solicitação do deputado federal Astolpho Dutra Nicácio. Ela foi erguida para substituir a ponte anterior, de 1842, feita em madeira, que ligava o núcleo urbano de Cataguases à margem oposta do Rio Pomba, que corta a cidade. Com material importado da Alemanha e mão-de-obra especializada, vinda de fora, as obras foram iniciadas dois anos depois e terminadas em 1914.


SANTUÁRIO DE SANTA RITA DE CÁSSIA (DE 1.968)
Em 1941, chega a Cataguases o padre Solindo José da Cunha – e com ele a ousadia de um novo templo, inaugurado apenas em 1968. O projeto de Edgar Guimarães do Valle traz o arrojo da nave livre, do vão central sem colunas. Na parte frontal externa, “A vida de Santa Rita”, painel de Djanira. Em 1995, o interior da nave rompe com o “branco-silêncio” de suas paredes e ganha o mural “A via Cruzis de Jesus Cristo”, assinado por Nanzita.
imagem - SG Trangel
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PAÇO MUNICIPAL (DE 1.900)
Com suas linhas remetendo ao neoclássico, o Paço, que abriga com exclusividade o corpo administrativo da cidade, foi erguido ao mesmo tempo em que se remodelava a velha igreja matriz, no final do século XIX. O Coronel João Duarte Ferreira, à época uma das grandes fortunas do estado, foi quem financiou a parte final da construção e do mobiliário.
imagem - SG Trangel
ESTAÇÃO FERROVIÁRIA DE CATAGUASES ( DE 1.877)
Uma das mais antigas construções ainda preservadas do conjunto Arquitetônico da Praça Governador Valadares, o prédio – típico de todas as estações da época, seguindo o traçado dos pavilhões industriais ingleses – foi construído no final do século XIX pela Estrada de Ferro Leopoldina. Após a privatização, o prédio foi cedido à Prefeitura Municipal, que o reformou inteiramente, na década de 1990, após seu tombamento pelo IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional). Em 1997, a estação foi reaberta, desta vez como Centro Cultural Eva Nil.
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COLÉGIO CATAGUASES ( DE 1.957)
Principal obra do arquiteto Oscar Niemeyer em Cataguases, o prédio do Colégio foi encomendado pelo industrial e escritor Francisco Inácio Peixoto para substituir o antigo ginásio da cidade, que funcionava no mesmo local desde 1909.
Entre os anos de 1948 e 1974, o salão nobre recebeu uma das obras-primas do pintor brasileiro Cândido Portinari, o painel “Tiradentes. O acervo do Colégio ainda conta com o painel de pastilhas original do modernista Paulo Werneck e a escultura “O Pensador”, de Jan Zach.
MUSEU DA ELETRICIDADE (DE 1.926)
O Museu da Eletricidade – Espaço Documentário foi inaugurado em 1985 e acha-se instalado em uma construção do início do século XX, com uma tipo de arquitetura urbana muito comum na época. Além do acervo, o Museu abriga um centro didático e interativo sobre o uso da eletricidade, a Super Estação de Energia. 
Na lateral do casarão, ainda dentro de seu complexo,há o Café do Museu e o Anfiteatro Ivan Müller Botelho.
MUSEU CHÁCARA DONA CATARINA
Localizado em posição frontal ao velho prédio da Estação Ferroviária, o Museu está instalado na antiga residência do Coronel João Duarte Ferreira e de sua segunda mulher, a italiana Catarina Zauza. A Chácara encontrava-se em total abandono até o final do século passado quando foi totalmente recuperada juntamente com seus jardins pela Fundação Cultural Ormeu Junqueira Botelho, pela Telemar, pela Usiminas e inaugurada em 2000.
FIAÇÃO E TECELAGEM DE CATAGUASES
A “Fábrica Velha” foi inaugurada em 1905, embora suas obras completas tenham se acabado somente em 1913. O prédio, cuja área instalada tem hoje mais de 11 mil metros quadrados, destinava-se na época a abrigar os modernos teares movidos a eletricidade e todo complexo da Fábrica de Fiação e Tecelagem Manuel Ignácio Peixoto e Filhos. Hoje ele abriga o Instituto Francisca de Souza Peixoto, o “Chica”.

HOTEL CATAGUASES (DE 1.951)
A influência de Oscar Niemeyer, principalmente o traçado do Colégio Cataguases, se faz sentir nesse projeto do final dos anos 1940, realizado por Aldary Toledo. 
Novamente, vê-se aqui uma bela composição realizada a partir de soluções de grande simplicidade e despojamento. O mobiliário é de Joaquim Tenreiro, o paisagismo do Hotel é de Carlos Perry e, na entrada, um espelho d`água serve como pano de fundo para a escultura “Mulher”, de Jan Zach.
GRANDE HOTEL VILLAS (DE 1.893)
Projetado pelo engenheiro Guido Bergamini em 1893, o Grande Hotel Villas é outro integrante do complexo arquitetônico da Praça Governador Valadares, no entorno da Estação Ferroviária. Ele foi construído para sediar a matriz do Banco de Cataguases, a mando do coronel João Duarte Ferreira. Em 1895, João Duarte arrendou o prédio a José Villas Bouçada, que o transformou no Grande Hotel Villas.
HORTO FLORESTAL
O Horto Florestal possui uma área de 70 hectares de terra que se destinam ao cultivo de mudas de várias espécies como: Pau-Brasil, Pau-Ferro, Pinha, Pitanga, Pitomba, Romã, Sapucaia, Sete Casca, Sapoti, Tamarino e outros. Possui também mudas destinadas a arborização e ao paisagismo.
Existe no Horto Florestal uma diversidade enorme de animais como macacos, cachorros do mato, bichos preguiça, pássaros variados, entre outros. No horto, há ainda venda de mudas para jardinagem e arborização.
FEIRA DE ARTESANATO
A Feira de Artesanato é realizada aos sábados na Praça Rui Barbosa e aos domingos na praça Santa Rita. Com barracas padronizadas, os artesãos e fabricantes de doces e salgados caseiros, apresentam seus trabalhos para a comercialização. Os artesanatos são geralmente em madeira, sisal, tecidos, telas, bordados e tricô.Os doces em compotas, pedaços e caldas, são feitos com frutas da época, assim como os licores e os sucos.


BEM VINDO A CIDADE DE CATAGUASES. A PRINCESINHA DA ZONA DA MATA. UMA CIDADE DE CINEMA
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HOTEL
imagem - Luiz Fernando Leitão
CULTURA
Considerada como cidade histórica de Minas Gerais, Cataguases gravou seu nome no cinema brasileiro com Humberto Mauro, nos anos 1920, alcançou grande repercussão com a revista e o Movimento Verde.
Cataguases esteve à frente no Movimento Moderno de arquitetura na década de 1940, muito por incentivo de Francisco Inácio Peixoto e José Pacheco de Medeiros Filho, que levaram à cidade diversos arquitetos e artistas modernos para desenhar uma nova estética e consequente mentalidade para a cidade. Importantes nomes como Oscar Niemeyer, Cândido Portinari, Burle Marx, Joaquim Tenreiro, Djanira, José Pedrosa, Jan Zach, deixaram seus traços na cidade.
Diversos prédios modernos foram construídos na época e em 1995, o IPHAN decidiu pelo tombamento de uma poligonal no centro da cidade de aproximadamente 60 quadras face à importância de seu patrimônio arquitetônico.
SEDE DO PODER EXECUTIVO - PREFEITURA -
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HOSPITAL
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RIO POMBA
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IGREJA DE SÃO CRISTÓVÃO
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MATRIZ DE SANTA RITA DE CÁSSIA. LATERAL, MURAL, NA PRAÇA E INTERIOR
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IGREJA DE SÃO SEBASTIÃO
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IGREJA DE NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO
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IGREJA DO SENHOR DO BONFIM. E NO CONTEXTO DA PRAÇA
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IGREJA DE SÃO JOSÉ OPERÁRIO
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MOVIMENTO CULTURAL
Na década de 1960, contou com diversos movimentos culturais de vanguarda. Destacando-se o Centro de Arte de Cataguases (CAC), do qual participou Carlos Moura, Paulo Martins, Silvério Torres, Antônio Jaime Soares, entre outros. E o Centro de Arte Experimental de Cataguases (CAEC), além de um grupo de poesia liderado pelos irmãos Branco e por Ronaldo Werneck, do qual também participaram Lina Tâmega Del Peloso, Márcia Carrano, Sebastião Salgado, Arabella Amarante.
Destaque para a produção do filme "O anunciador, o homem das tormentas", de Paulo Martins, que teve início no final da década de 1960 e lançamento no início dos anos 70, vez que se trata de um dos pouquíssimos filmes underground feitos em todo o mundo.
AQUI A ANTIGA FIAÇÃO E TECELAGEM
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MONUMENTO
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MONUMENTO A JOSÉ INÁCIO PEIXOTO
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INSTITUTO DAS IRMÃS CARMELITAS
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CULTURA HOJE
Nos dias atuais, destacam-se os trabalhos do escritor Luiz Ruffato, vencedor do Prêmio Jabuti com "Eles Eram Muitos Cavalos", e também do artista plástico Luiz Lopez, com suas séries de obras sobre o tema "campo de futebol".
Destacam-se também as recentes aquisições escultóricas, com obras públicas de Amílcar de Castro e Sonia Ebling.
A cidade, que desde o início do século passado mantém acesa a chama literária, realiza desde 2009, o FELICA (Festival Literário de Cataguases) e que já é uma grande referência literária em toda Zona da Mata Mineira.
AQUI OUTRO MONUMENTO
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PONTE VELHA
imagem - Setigua
NOVA CATAGUASES
Atualmente, Cataguases mantém o o perfil de cidade do cinema realizando anualmente o Festival Ver e Fazer Filmes, que conta com a participação de produtores convidados de várias partes do país e até do exterior para a produção e exibição de curtas.
AQUI A BELÍSSIMA PRAÇA GOVERNADOR VALADARES
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MUSEU CHÁCARA
imagem - SG Trangel
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UMA VISÃO GERAL DA CIDADE
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imagem - Setigua
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População estimada 2016 (1) - 74.609
Área da unidade territorial 2015 (km²) - 491,767
Densidade demográfica 2010 (hab/km²) - 141,85
Código do Município 3115300
Gentílico - cataguasense
ORIGEM DO NOME
Consta que o topônimo Cataguases foi adotado por sugestão do Coronel José Vieira. Filho do Major Joaquim Vieira e nascido numa fazenda banhada por um pequeno rio com aquele nome, situado no atual Município de Prado. Seu significado é segundo uns, "gente boa", segundo outros, "terra das lagoas tortas", ou, ainda, "povo que mora no país das matas”.
Gentílico: cataguasense
HISTÓRICO
A primitiva povoação de Meia Pataca, hoje cidade de Cataguases e sede do município do mesmo nome, foi fundada pelo francês Guido Tomaz Marlière em terreno doado pelo sargento das ordenanças, Henrique José de Azevedo e por outros moradores do sítio, conhecido, então, por Porto dos Diamantes.
O fato deu-se a 26 de maio de 1826, havendo no local 38 lares de brancos e várias aldeias de índios coroados, coropós e puris.
Sobre a denominação de "Porto dos Diamantes", a mais antiga, admite-se tenha ela vindo do fato de, em 1809 ou 1810, ali terem aportado muitas dignidades eclesiásticas, atraídas pela fama de ser abundante a produção de diamantes no local, fenômeno, aliás, não confirmado.
ESTA EH A BANDEIRA DA CIDADE DE CATAGUASES, MINAS GERAIS

VALEU PELA VISITA, SEMPRE VOLTE A NAVEGAR POR AQUI. ATÉ A PRÓXIMA.



fonte dos textos e fotos: Wikipédia / Thymonthy Becker / Governo de Cataguases, MG / IBGE /

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