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CONSELHEIRO LAFAIETE, MINAS GERAIS - Uma cidade Estratégica




CONHEÇA A CIDADE DE "CONSELHEIRO LAFAIETE", MINAS GERAIS, BRASIL
copyrygth "Toramo / Morato
População estimada 2016 (1) - 126.420
Área da unidade territorial 2015 (km²) - 370,246
Densidade demográfica 2010 (hab/km²) - 314,69
Código do Município 3118304
Gentílico - lafaietense
Prefeito 2017 - MARIO MARCUS LEÃO DUTRA
ORIGEM DO NOME
O nome Conselheiro Lafaiete passou a vigorar a partir de 1934, em homenagem ao Conselheiro Lafayette Rodrigues Pereira, quando se comemorava o centenário de seu nascimento.
Gentílico: lafaietense
HISTÓRICO
A primeira notícia que se tem da história de Conselheiro Lafaiete é por volta de 1683, dada pela bandeira de Garcia Rodrigues, que fala no arraial de garimpeiros e índios chamados Carijós.
Esses carijós, pertencentes ao grupo linguístico tupi-guarani, tinham vindo do litoral fluminense, fugindo às hostilidades de outras tribos e às maldades dos caçadores de escravos.
De acordo com o arqueólogo Dr. José Vicente César, esses índios já tinham sido catequizados.
Foram feitas plantações, levantaram-se choças e a vida decorria tranquila até que, na última década do século XVII, começou a corrida em busca de riquezas nas minas auríferas da região. O arraial de Carijós era a passagem obrigatória para Itaverava, Guarapiranga, Mariana e Catas Altas. Tornou-se pouso para os viajantes e entreposto de mercadorias.
Em 1694, a grande bandeira paulista de Manuel Camargo, Bartolomeu Bueno de Siqueira, Miguel Garcia de Almeida Cunha e João Lopes de Camargo oficializou a existência do arraial, que teve, então, um grande desenvolvimento.
Por essa época teria sido erigida uma capela ou igreja de pau-a-pique, dedicada ao culto da Imaculada Conceição, provavelmente onde hoje é a Praça Nossa Senhora do Carmo, de acordo com o que se deduz da Carta de Sesmaria concedida a Jerônimo Pimentel Salgado que, juntamente com Amaro Ribeiro, tiveram reconhecidas as posses de várias léguas de terra em 1711.
Em 1711, chegou a Carijós o Caminho Novo, que encurtava o tempo de viagem entre o Rio de Janeiro e as minas.
Quando o ouro diminuiu e a cobrança dos quintos sobrecarregou a população, houve um grande clima de descontentamento, sendo forte em Carijós o movimento da Inconfidência.
Em 1872 foi criada a Comarca de Queluz. 
Foto - Cândido de Rezende
IGREJA DE SANTA EFIGÊNIA
A igreja de Santa Efigênia, situada no final da rua Barão de Suassui, foi construída na década de 1920, por Francisco Gonçalves, homem negro, de origens simples, era pedreiro e conhecido por atuação nas tradicionais Marujadas, conhecido pela alcunha de Chico Grande, em cumprimento a uma promessa. Tendo alcançado a graça por intermédio da santa, Chico Grande começou a esmolar em prol da construção da capela que prometera. A capela foi edificada em terreno doado pela senhora Anna Maurícia Halfeld, em 1925, no lugar denominado Alto da Eva ou dos Barrancos, hoje bairro Santo Efigênia. 
Concluída a obra, a igreja foi inaugurada a 22 de agosto de 1926. Na ocasião, o Padre Américo Tait-Son, benzeu a imagem, doada por Carmelino Reis e pelo Dr. José Guilherme, que saiu em procissão da Farmácia Central em direção à sua capela. 
No final da década de 1940, o então vigário de Nossa Senhora da Conceição, o Cônego José Sebastião Moreira, reconstruiu a pequena capela. Dom Daniel Tavares Baêta Neves, bispo auxiliar de Mariana, oficializou a benção do templo, em 15 de outubro de 1950. 
Em 1979, a igreja foi reformada, com novo retábulo e sagração do altar de mármore. A sagração foi oficializada no dia 23 de setembro de 1979, por delegação do arcebispo de Mariana, Dom Oscar de Oliveira. Na época, a prefeitura realizou, também completa remodelação do eterno da igreja, tornando-se mais um cartão-postal da cidade.
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IGREJA DE SANTO ANTÔNIO
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IGREJA MATRIZ DE SÃO SEBASTIÃO
Em 31 de maio de 1931, ocorreu a benção da pedra fundamental para construção do novo templo, cujo santo de devoção seria São Sebastião, o padroeiro da freguesia (bairro Lafayette). Durante a benção, estiveram presentes: Governo Provisório da República Brasileira, o doutor Getulio Dornelas Vargas e o Acerbispo de Mariana, Dom Helvécio Gomes de Oliveira, o interventor do Estado de Minas Gerais, o doutor Olegário Maciel, e o governante da cidade, o coronel José Correia de Figueiredo.
A Capela tornou-se paróquia de São Sebastião em 1941, sendo seu primeiro pároco o Monsenhor Antonio José Ferreira, que permaneceu à frente da paróquia até sua morte em 1985, sendo substituído por seu irmão o padre Ermano José Ferreira, até falecer em 2004.
Dentre as curiosidades da Igreja Matriz São Sebastião estão os sinos que foram doados pela Rainha Helena, da Itália, em 1914 para a antiga Capelinha, em atenção a uma petição da colônia italiana de Queluz.
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BASÍLICA DO SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS.
A paróquia do Sagrado Coração de Jesus foi criada pelo Arcebispo Dom Oscar de Oliveira. Seu primeiro pároco o padre Hermenegildo Adami Carvalho, foi empossado dia 1ª de janeiro de 1965.
No mesmo ano, começaram, às sextas feiras, as visitas de numerosos fiéis, à antiga capelinha dedicada a Nossa Senhora da Paz, na qual se instalou a recém-criada paróquia.
Na primeira visita pastoral a ela feita, de 21 a 24 de abril de 1966, Dom Oscar de Oliveira reconheceu oficialmente a Capelinha e a doação da imagem do Santuário do Coração de Jesus, de 2 metros de altura, especialmente encomendada na Europa pelo Arcebispo de Mariana, Dom Silvério Gomes Pimenta.
No dia 25 de junho de 1966, em cortejo presidido por Dom Oscar de Oliveira, procedente de Mariana, a imagem do Sagrado Coração de Jesus chegara ao alto do antigo Morro do Cabo Verde, local do futuro Santuário.
Em 02 de julho de 1967, foi lançada a pedra fundamental do Santuário, a qual já havia sido benta pelo 2º Arcebispo de Mariana, Dom Helvécio Gomes de Oliveira, e se achava sob a guarda da Paróquia de São Sebastião, da cidade de Conselheiro Lafaiete.
No dia 11 de fevereiro de 1968, o serviço religioso da paróquia foi transferido da pequena capela, que seria demolida, para outra edificação especialmente construída para tal fim. E foi aí que se desenvolveu toda a vida paroquial, até 28 de abril de 1975, quando também, foi demolida para construção da praça do Santuário.
A construção do Santuário, de capacidade para três mil pessoas, foi executada sobre a planta dos engenheiros Ildeu de Oliveira Aguiar, Mildo Rugani, Sergio Mourthé Araújo e responsável pela execução da obra engenheiro Orlando Baeta da Costa.
Em 08 de dezembro de 1975, foi colocada sobre a torre do Santuário a imagem do Sagrado Coração de Jesus, em alumínio, pesando 2500 Kg e com altura de 32 metros, obra do senhor Vicente Martins da Silva.
No dia 23 de novembro de 2003, a igreja do Sagrado Coração de Jesus, foi elevada ao título de Basílica.
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IGREJA MATRIZ DE NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO
A freguesia de Nossa Senhora da Conceição foi instituída em 1709, pelo Bispo do Rio de Janeiro Dom Frei Francisco de São Jerônimo, nessa época, a Igreja Matriz situava-se em outro local, sendo que, o atual templo foi construído a partir de 1732. 
O painel do altar mor, os retábulos e altares, possuem características das três classes barrocas do Brasil Colonial e de outras estéticas posteriores, que configuram o processo histórico de mais de duzentos e cinqüenta anos. 
A imagem do Senhor dos Passos, vinda de Portugal, no século XVII, tem o sangue da testa e das mãos encarnadas em rubi. 
Em seu interior, estão sepultados, entre os restos mortais de outras figuras famosas, os do Barão de Pouso Alegre e o da Baronesa, bem como as cinzas do seu filho, o conselheiro do Império, Lafayette Rodrigues Pereira, patrono da cidade. 
A edificação religiosa conta com pequeno adro a sua volta, estando o mesmo ligeiramente elevado em relação às ruas. O acesso se dá por escadaria frontal e lateral. Aos fundos há área semicircular e à frente, um platô defronte à porta principal, entre a mesma e a escadaria. Lateralmente, há ajardinamento entre o passeio de nível inferior e a área de circulação próxima às fachadas. Um antigo cemitério ocupava esse adro e foi extinto no início do século XX. 
Testemunha do passar dos tempos, a Matriz é o mais valioso patrimônio artístico de Conselheiro Lafaiete.
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AQUI, O SANTUÁRIO DA LUZ
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CONHEÇA UM POUCO DE CONSELHEIRO LAFAIETE. CIDADE EM QUE JÁ ESTIVE ALGUMAS VEZES, FAZENDO MEDIÇÃO DA QUALIDADE DO AR NA EMPRESA "GRANS LIGA" QUE FICA NAS MARGENS DA RODOVIA BR 040
BAIRRO MANOEL CORREA
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CENTRO DE LAZER “JOSÉ MAURÍCIO HENRIQUES” 
PRAÇA DO CRISTO 
O Centro de Lazer “José Maurício Henriques” – Praça do Cristo, bairro Santa Efigênia, foi inaugurado no dia 29 de maio de 2002. O local foi totalmente remodelado, a nova praça conta com pistas de skate, Cooper, 02 quiosques, playground infantil, área de musculação, quadra de areia, concha acústica para apresentações culturais e um vagão doado pela Rede Ferroviária Federal. 
CENTRO CULTURAL “MARIA ANDRADE RESENDE” 
A antiga estação “Lafaiete” fundada em 1883 por D. Pedro II. pertenceu à Ferrovia Pedro II, depois Central do Brasil e à extinta RFFSA, estando hoje sob concessão da MRS Logística, em comodato pela prefeitura municipal desde 1999. Em 29 de maio de 2000, o então prefeito, Vicente de Faria Paiva inaugurou o Centro Cultural “Maria Andrade de Resende” em homenagem à mãe do ilustre Senador da República Dr. Eliseu Resende. O Centro Cultural Maria Andrade Rezende, abriga em suas dependências a Biblioteca Municipal, que tem em seu acervo pelo menos 20 mil volumes, o memorial do Conselheiro Lafayette Rodrigues Pereira, que recebeu da família diversas peças de uso pessoal e, ainda, O Museu Ferroviário, destaque do Centro Cultural. O Museu conta com dezenas de peças utilizada no início da ferrovia e também uma Maria Fumaça, do século passado, além de um guindaste para abastecer de carvão as locomotivas movidas a vapor. A antiga estação, possui 11 cômodos em único pavimento. Os vãos são em verga reta, as janelas são de madeira laqueada. Algumas janelas originais de tamanho pequeno foram substituídas por outras maiores, feitas iguais as janelas grandes originais, para se adequarem ao uso atual. Os tipos de forro também são variados entre: madeira do tipo lambri, saia-e-camisa e laje pré-fabricada.
Foto - PMCL
LOCOMOTIVA ORENSTEIN KOPPEL 
A locomotiva a vapor 6561 da Orenstein e Koppel, popularmente conhecida, na cidade de Conselheiro Lafaiete, como “Maria Fumaça”, localizada no Centro Cultural “Maria Andrade de Resende”, é a principal atração do Museu Ferroviário na antiga Estação Lafayette, esta inaugurada em 1883 e reativada com a finalidade de visitação turística em maio de 2000. Pertenceu, primeiramente a firma: Trajano de Medeiros Fabricante de Material Rodante, Bondes etc. Após a falência, a máquina passou para o Banco do Brasil e foi repassada à Central do Brasil em 1951, rodou até 1968. Ficou no depósito de Três Rios, sendo doada ao município durante o governo do prefeito Vicente Faria em 1999, trata-se de um bem tombado pelo município.
Foto - PMCL
TEATRO MUNICIPAL “PLACIDINA DE QUEIROZ” 
O Teatro “Placidina de Queiroz”, localizado na rua Assis Andrade, nº 540 – Centro, foi inaugurado no dia 21 de janeiro de 1988, pelo prefeito Vicente Faria Paiva. Passando a cidade a dotar de um espaço próprio para as artes cênicas. O primeiro espetáculo aconteceu no dia 22 de janeiro de 1988, com a peça “Se Você Quiser”, de autoria e direção do teatrólogo Luis Fernando. 
O teatro leva o nome de uma antiga atriz queluziana; a senhora Placidina de Queiroz, que foi a precursora do teatro em nossa cidade. 
Placidina de Queiroz era filha de Felicíssimo Cândido de Meireles e Claudina Cândida de Meireles. Foi ela, uma das pioneiras do teatro queluziano, e também sua principal incentivadora. Lutou em seu tempo contra o acanhamento da pequena cidade, e, também contra o preconceito existente por grande parte da população. 
Sabe-se que oficialmente, a vida teatral queluziana teve início em 1885 com o surgimento do “Grêmio Familiar Queluzense”, o qual, atuou durante anos em locais improvisados, criando com seu desaparecimento, uma grande lacuna na arte teatral. 
Em 1894, após concretização de uma diretoria, formou o grupo teatral “Sociedade Dramática dos Carijós” ao sobrado que ficava na rua do Carmo, atual, avenida Mário Rodrigues Pereira, se deu o nome de Teatro “Santa Cecília”, primeira casa destinada a espetáculos teatrais. 
Em 1929, foi fundado por artistas cênicos da cidade, o “Grêmio Dramático Placidina de Queiros” em homenagem à atriz do teatro queluziano. 
Foto - PMCL
RELÓGIO DA PRAÇA TIRADENTES 
No lugar do antigo abrigo de ônibus, foi inaugurado o moderno Relógio de Queluz, doado ao município pelo Dr. João Romeiro. Em 1988 com a reforma da Praça Tiradentes, a praça estendeu-se até ao Relógio. A base do relógio que fica na Praça Tiradentes foi projetada pelo decorador e escultor Maurício Cardoso da Silva, a pedido do Rotary Club, na década de 1970. A base é a roda dentada, símbolo do Rotary. O maquinário foi fabricado pela DIMEP.
Foto - PMCL
MONUMENTO AO CRISTO REDENTOR 
O monumento foi constituído na década de 80, inaugurado em 12 novembro de 1988. O Cristo Redentor está localizado no bairro de Santa Efigênia, próximo à igreja, e possui uma iluminação toda especial, causando um bonito visual. O monumento, com altura de 29 metros, pode ser visto de vários ângulos da cidade, por se achar num dos pontos mais altos do município. O projeto do engenheiro Orlando Baeta Costa foi encomendado pelo prefeito Vicente de Faria Paiva e executado pelo artista local Vicente Martins Alves. O monumento faz parte dos bens tombados pelo município.
Foto - PMCL
SÍTIO ARQUEOLÓGICO DA VARGINHA 
No sítio arqueológico da Varginha, situado na MG 129, Km 2 junto à Estrada Real, no município de Conselheiro Lafaiete, estão as ruínas da Estalagem do Lourenço, a Gameleira e o Monumento a Tiradentes. 
As Ruínas da Estalagem da Varginha do Lourenço, hospedaria famosa, onde Tiradentes pernoitou com os inconfidentes, tendo ali feito reuniões secretas. Foi propriedade do senhor João da Costa Rodrigues, casado, com dez filhos, morador da Varginha do Ouro Branco, Freguesia de Carijós, Comarca de Villa Rica, a oito léguas da mesma, e vivia do rendimento de uma taberna e de ter um rancho para recolher passageiro. 
Sob a frondosa sombra da Gameleira, que conta mais de 500 anos, foi depositada uma parte esquartejada do corpo de Tiradentes em 1792. Há pouco tempo foi danificada por um raio, mas brotou vigorosamente e está se tornando novamente viçosa. 
No Bicentenário da Inconfidência, a Açominas mandou erguer ali um monumento do artista plástico Raul Amarante Santiago: Monumento a Tiradentes, também conhecido popularmente como “perna do Tiradentes”. No local, há placa com o seguinte texto: “Esta Gameleira, em 1792, cobriu, com sua sombra amiga, parte do corpo esquaterjado de Tiradentes. Seu ideal de construir aqui uma fábrica de ferro está sendo realizado , hoje, pela Açominas, que incorporou à usina esta área, só Sítio da Varginha, por onde passava a Estrada Real, para sua preservação.” 
O sítio arqueológico é tombado pelo Estado (IEPHA). 
Foto - PMCL
BIBLIOTECA “ANTÔNIO PERDIGÃO” – MUSEU E ARQUIVO DA CIDADE / ANTIGA CADEIA PÚBLICA 
Em 30 de abril de 1830, a Câmara da Vila de Queluz, recebeu de D. Pedro I, a licença para fazer correr 10 loterias, com fundo de 300$000 para a construção de uma cadeia própria. 
No ano de 1870, deu-se início a construção do prédio que deveria ter dois pavimentos, sendo que, no andar térreo funcionaria a cadeia e no andar superior a Câmara. O engenheiro da província, José Álvares Araújo e Souza, traçou o desenho do prédio, sendo responsável da obra de alvenaria José Joaquim Gonçalves Simões. 
Após uma fiscalização do Governo Provincial, no ano de 1873, havendo modificações no projeto original, o governo negou a conceder o restante do empréstimo. Sendo assim, a Câmara assumiu as despejas para a conclusão da obra, sem construir o segundo pavimento; obrigando portanto, o dito prédio somente a Cadeia Pública. 
O imóvel na origem da construção possuía paredes em pedra, com pé direito de aproximadamente 5 metros, duas salas laterais que dão acesso ao pátio, com cinco celas, cobertura de telhas francesas, forro de tábuas e piso de pedra. Seu estilo assemelhava-se ao das construções coloniais, embora edificado já na segunda metade do século. 
Em 1978, encontrava-se o prédio da cadeia em precário estado de conservação, o então prefeito, Pedro Silva, iniciou processo de reforma do prédio, o que se efetivou no final do ano de 1980. 
Em de 1987, a Cadeia Publica transferiu-se para um novo prédio, construído no Bairro Angélica. 
Após restauração da fachada e parte interna, o prédio em 15 de agosto de 1987 o prédio passou a abrigar a Biblioteca Antônio Perdigão – Museu e Arquivo da Cidade. O acervo consta de centenas de documentos do século passado, livros da Câmara, hemeroteca, obras de artes, coleções de variedades, vestuário, porcelanas, jornais, revistas e literatura informativa. 
Atualmente (2010), o acervo histórico, artístico e museal foi municipalizado, sendo reaberto à visitação pública, em 14 de setembro, após mais de um ano fechado para reformas. 
FAZENDA DA ÁGUA LIMPA 
Localizada na região de São Vicente de Paula, aproximadamente a 20 km de Lafaiete. Fundada pelo o Barão de Queluz em 1729. Sede produtora de agropecuária tem estilo das grandes fazendas coloniais. Atualmente é propriedade a família Franco. 
Joaquim Lourenço Baêta Neves, o Barão de Queluz, era filho do comendador Joaquim Lourenço Baêta Neves e D. Maria Fortunata Monteiro de Barros Baêta Neves. Casou com sua prima D. Maria da Conceição Baêta Neves. 
Foi o Barão, um dos que mais trabalharam pela elevação da Vila à cidade de Queluz. Foi presidente da Câmara Municipal, em 1853. 
O Barão de Queluz foi Tenente Coronel da Guarda Nacional, tendo recebido o título de barão, por decreto de 24 de maio de 1873. 
O clã dos Baêta Neves naquele tempo de Queluz, sempre encabeçava qualquer movimento que houvesse, fosse de caridade, religiosa ou político, assim é que no ano de 1870 a 1887, vamos ter o Barão como primeiro Provedor da Irmandade de Santo Antonio de Queluz. 
Por sua iniciativa e trabalho pessoal, em 1879, iniciou a canalização de água do manancial que existia no Morro da Mina, canalizando-a até ao centro da cidade. Foi uma festa para o povo, quando viu a água jorrando sem parar, através das três bicas do chafariz. O Barão de Queluz, não pôde ver sua obra ser inaugurada em 1881, pois havia falecido em 1880. 
Foto - PMCL
CASA DE HÓSPEDE DA REMONTA 
Acompanhando o surto de desenvolvimento brasileiro, a direção da Companhia Santa Matilde, de 1916, com nítida visão dos problemas técnicos e econômicos, houve por bem traçar novos rumos para a ampliação da empresa, no propósito de colaborar com a Central do Brasil. Dentro dessa política expansionista, veio a se endividar, acumulando recolhimento de impostos, quando, então, sua diretoria negociou, com o Governo do Estado, a cessão da residência de morada do diretor da Companhia, em pagamento da dívida. Dessa forma, a mansão veio a pertencer ao Governo de Minas. Obra ricamente construída, a denominada Casa do Hóspede, em estilo aproximado ao neoclássico e de linhas harmoniosas e arrojadas para uma propriedade rural daquela época em nossa região, tendo sido, durante um certo período, casa de veraneio do Governo de Minas, quando de sua visita a Conselheiro Lafaiete, o presidente do Estado Dr, Melo Viana, veio com a missão de inspecionar as minas da Jurema. Posteriormente, o Governo Federal, através da diretoria de Remonta do Exército, adquiriu o imóvel, reformando-o e fazendo ali a residência oficial do Comando da Caudelaria até sua extinção em novembro de 1959. 
Hoje o luxuoso e imponente casarão, é ponto de atração turística, pelo seu traçado arquitetônico de grande beleza. Encontra-se totalmente mobiliado com móveis de época. È umas heranças culturais, enriquecendo o patrimônio do Município, situada majestosamente no meio de um bosque de frondosas árvores, ofertando comodidade e conforto aos visitantes.
Foto - PMCL
REGIÃO CENTRAL.
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CENTRO.
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VISTA GERAL.
copyrigth "Bruno Churuska"
BAIRRO COM A IGREJA DE SANTA TERESINHA EM DESTAQUE.
copyrigth "Alisonweb"
AQUI, O TREM PASSANDO AO LADO DAS RESIDÊNCIAS.
copyrigth "Michael R. Silva"
RUA TAVARES DE MELO.
copyrigth "Sebastião de Assis P..."
VIADUTO.
copyrigth "Mathfl"
OUTRA VISÃO DA REGIÃO CENTRAL.
copyrigth "Montanha"
UMA VISÃO GERAL DA REGIÃO CENTRAL.
Copyright "Wagner Amaral Melo"
MAIS UMA BELA VISÃO DA CIDADE.
copyrigth "Helcio Dutra resende"
VISTA PARCIAL.
copyrigth "Luis Macedo"
AQUI A VELHA ESTAÇÃO FERROVIÁRIA
copyrigth "Cristian Zebra"
AQUI A MINA DE MANGANÊS.
copyrigth "Helio de Jesus"
A ZONA RURAL DE CONSELHEIRO LAFAIETE É ASSIM:
copyrigth "Montanha"
copyrigth "Gilson Canuto"
ESTA EH A BANDEIRA DA CIDADE DE CONSELHEIRO LAFAIETE, MG
AQUI, O BRASÃO DO MUNICÍPIO DE CONSELHEIRO LAFAIETE, MG

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Fonte / Fotos = IBGE / Wikipédia / Thymonthy Becker / Portal da Prefeitura de Conselheiro Lafaiete /

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Explorar as criptas e catacumbas do Castelo de Kronborg é uma grande experiência. Escondido no porão do castelo, você vai conhecer o dinamarquês Holger (Holger Dansk), uma imponente estátua de pedra. Holger o dinamarquês, é uma figura lendária na cultura dinamarquesa. Se a Dinamarca se encontrar em apuros, ele vai acordar e defendê-la! HOLGER DANSKE, OU HOLGER, O DINAMARQUÊS, É UM HERÓI LENDÁRIO DA DINAMARCA. A PRIMEIRA REFERÊNCIA QUE TEMOS SOBRE A SUA EXISTÊNCIA APARECE EM ANTIGOS POEMAS FRANCESES, DE MEADOS DO SÉCULO XI. DE ACORDO COM A LENDA, ERA FILHO DE GODOFREDO, REI DA DINAMARCA. O SEU FILHO FOI MORTO POR CARLOS, O JOVEM, FILHO DE CARLOS MAGNO; EM BUSCA DE VINGANÇA, PROCUROU-O E MATOU-O. SÓ POR POUCO O IMPEDIRAM DE MATAR O PRÓPRIO CARLOS MAGNO. RESISTIU A CARLOS MAGNO DURANTE SETE ANOS, MAS FEZ A PAZ PARA LUTAR AO LADO DELE CONTRA OS SARRACENOS. DURANTE ESSA BATALHA MATOU O GIGANTE BREHUS. OS BARALHOS …

SERRA DO NAVIO, AMAPÁ - A História da Serra do Navio remonta aos anos 1950. A região era rica em manganês e outros minérios. Por isso, a brasileira ICOMI, com sede em Belo Horizonte e atuação em Minas Gerais, foi escolhida para explorar o minério e construir a vila operária, que daria origem à cidade de Serra do Navio. Cada vila tinha 330 casas, prédios coletivos (escolas, hospitais, refeitórios), abrigando até 1.500 pessoas, entre trabalhadores e familiares. Tinha ruas largas, postes de concreto para a fiação elétrica e telefônica, calçadas, parques, clubes com piscina, quadras esportivas, restaurante e lanchonete, drenagem de águas das chuvas e tratamento de água e esgoto. Todas as casas tinham mais de 90m² e contavam com saneamento e energia elétrica, proveniente de geradores da ICOMI.

CONHEÇA A CIDADE DE "SERRA DO NAVIO", AMAPÁ, BRASIL CONHEÇA A FAMOSA "LAGOA AZUL" DE SERRA DO NAVIO, AP A história da Lagoa Azul se mistura à criação da Serra do Navio e à atividade de exploração na década de 1950 A Amazônia é conhecida pelos rios, igarapés e cachoeiras. Mas, a maioria das pessoas nem imaginam que aqui existam lagoas de águas azul turquesa. A 208 quilômetros de Macapá, capital do Amapá, fica a Lagoa Azul, um paraíso que nasceu de uma mina abandonada. O lugar fica próximo à Vila Serra do Navio, cidade criada na década de 1950 para abrigar os trabalhadores de uma empresa de mineração. A lagoa azul e o passado da história da Serra do Navio estão entrelaçados. De acordo com a prefeitura da cidade, a cor marcante da lagoa, em tom azul anil, acontece por conta dos minérios da região especialmente o carbonato de manganês. O lugar era uma mineração. Hoje é possível chegar até lá através de trilhas ou de carro. A região é cercada por uma floresta tropical. O…

MONJOLOS, MINAS GERAIS - O município possui alto potencial de ecoturismo, pois conta com diversas cachoeiras, corredeiras, grutas e trilhas, todas cercadas por uma vasta e bela vegetação e que proporcionam deliciosos passeios de bike, motos, jipes ou até mesmo simples caminhadas.

CONHEÇA A CIDADE DE "MONJOLOS", MINAS GERAIS, BRASIL Situada na região central mineira, na Bacia do Rio das Velhas em um vale da Serra do Cabral, Monjolos integra, além da Estrada Real, o Circuito dos Diamantes.  A 265 km da capital mineira, o município possui alto potencial de ecoturismo, pois conta com diversas cachoeiras, corredeiras, grutas e trilhas, todas cercadas por uma vasta e bela vegetação e que proporcionam deliciosos passeios de bike, motos, jipes ou até mesmo simples caminhadas.
Rio Pardinho em Monjolos, MG(Instituto estrada Real)  A Área de Preservação Ambiental do Vale do Fundo apresenta uma densa mata virgem banhada por deleitáveis nascentes e cascatas. Ainda pouco explorada, a Gruta do Pau-Ferro possui grandes galerias com estalactites e estalagmites.  A cidade ainda possui um Centro de Artesanato, onde é exposto e vendido todo o artesanato da região. A Igreja Matriz Nossa Senhora do Livramento, a Ponte Férrea do Rio Pardo e o Monumento a Monjolos também aju…

CARRANCAS, MINAS GERAIS - Um pequeno paraíso conhecido como Terra das Cachoeiras pois possui mais de 120 quedas d'água na Estrada Real. Considerada um dos novos pólos de Ecoturismo, é um lugar ideal para a prática de Montain Bike, Trekking e outros esportes que lhe propiciam o contato com a natureza. Tem o grande poço da esmeralda, além das grutas da toca e da cortina, ainda pode-se observar pinturas rupestres e um escorregador com cerca de dez metros que termina com um divertido mergulho.

CONHEÇA A CIDADE DE "CARRANCAS", MINAS GERAIS, BRASIL

MUITO BEM VINDO AO PARAÍSO. BEM VINDO A CARRANCAS. MINAS EH ISTO E MUITO MAIS. imagem "?" Com mais de 50 cachoeiras, a cidade está voltada para o ecoturismo – suas belas paisagens frequentemente servem de cenário para novelas. Há quedas d’água de fácil acesso, mas as mais bonitas ficam escondidas na mata fechada, aonde só se chega por trilhas (que devem ser percorridas com a ajuda de guia). Entre novembro e março, a chuva torna as cachoeiras perigosas. A maioria das pousadas está próxima de grutas e cachoeiras, e muitas têm piscinas naturais. Foto - ?
POÇO DO CORAÇÃO
O acesso é tranquilo: pegue a Estrada para Itutinga, entre à esquerda após a primeira ponte para chegar ao Complexo da Toca. O carro fica na portaria, e você segue a trilha até o para o escorregador (é bom ponto para banho, ao lado da Gruta da Toca). A partir dele, suba margeando o rio: há vários poços e pequenas quedas até a principal atração local, a …

BOM JARDIM DE MINAS, MINAS GERAIS - Típica cidade mineira, com povo hospitaleiro, de clima ameno e muito aconchegante, traz no bojo de sua historia uma origem bucólica e religiosa com inúmeras atrações turísticas

CONHEÇA A CIDADE DE "BOM JARDIM DE MINAS", MINAS GERAIS, BRASIL Foto - Thymonthy Becker  BEM VINDO A CIDADE DE BOM JARDIM DE MINAS. PORTAL DA SERRA DA MANTIQUEIRA foto - Thymonthy Becker População estimada 2016 (1) - 6.648 Área da unidade territorial 2015 (km²) - 412,021 Densidade demográfica 2010 (hab/km²) - 15,78 Código do Município 3107505 Gentílico - bom-jardinense Prefeito 2017 / SERGIO MARTINS ORIGEM DO NOME O TOPÔNIMO ORIGINOU-SE DO NOME DA FAZENDA BOM JARDIM, PIONEIRA DA COMUNIDADE, E DO BELO "JARDIM" NELA CONSTRUÍDO PELOS SEUS PROPRIETÁRIOS. Bom Jardim de Minas Minas Gerais - MG HISTÓRICO O território onde se acha localizado o município, foi habitado por silvícolas de diversas tribos não identificados devidamente. Em 1770, Manoel Arriaga de Oliveira, sua mulher e seis filhos, chegaram à região, fundaram uma colônia que chamaram Campo Vermelho, tornando-se os primeiros moradores do lugar. O núcleo sofreu vários ataques dos índiso, sendo morto o filho do fundad…

AIMORÉS, MINAS GERAIS - Apesar de ser pequena, a cidade conta com belas paisagens e ótimos lugares para turismo como o Parque Botânico, Instituto terra e a barragem da Usina Hidroelétrica

CONHEÇA A CIDADE DE "AIMORÉS", MINAS GERAIS, BRASIL BEM VINDO A CIDADE DE AIMORÉS, MG. A TERRA DO SOL ETERNO. A PRINCESINHA DO LESTE MINEIRO. imagem - ? População estimada 2016 (1) - 25.703 Área da unidade territorial 2015 (km²) - 1.348,913 Densidade demográfica 2010 (hab/km²) - 18,50 Código do Município 3101102 Gentílico - aimorense Prefeito 2017 / MARCELO MARQUES ORIGEM DO NOME DA CIDADE DE AIMORÉS, MG Em 1915 passou a chamar-se Aimorés, em homenagem aos primitivos habitantes da terra, os índios botocudos do grupo "aimure/guimaré" (aimoré).
Gentílico: aimorense Histórico Aimorés Minas Gerais - MG HISTÓRICO DA CIDADE DE AIMORÉS, MG O DESBRAVAMENTO da região onde fica o Município de Aimorés data de 1856 a 1860, quando os primeiros posseiros, os irmãos João e Luís de Aguiar e um cunhado de nome Inácio Mançores, vindos da Paraíba do Sul (RJ), chegaram a propriedade do Tenente Francisco Ferreira da Silva, no Município de Manhuaçu, ganharam as cabeceiras do rio P…