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TIRADENTES, MINAS GERAIS - Aos pés da serra de São José, a cidade tem clima de vilarejo colonial, marcado pelo barulho das charretes nas ruas de pedra




CONHEÇA A CIDADE DE "TIRADENTES", MINAS GERAIS, BRASIL, DA JANELA DO TREM
Aos pés da Serra de São José, Tiradentes tem clima de vilarejo colonial, marcado pelo barulho das charretes cruzando as ruas de pedra, pelas antiguidades e peças de arte sacra vendidas nas lojinhas
A noite em Tiradentes pode ser muito romântica: a luz branda acompanha o clima pacato da cidade, com suas ruas de pedra vazias e casarões
Ao passar despercebida de qualquer forma de desenvolvimento, desde o declínio do Ciclo do Ouro, no fim do século 18, até os anos 80, quando o turismo floresceu, Tiradentes (MG) acabou se tornando uma das cidades históricas mais bem-preservadas do Brasil. As ruas estreitas com calçamento de pedra conduzem por entre o casario colonial e igrejas barrocas, onde, durante o dia, o som das charretes ecoa num cenário emoldurado pela Serra de São José.
Capela do Senhor Bom Jesus da Pobreza, no Largo das Forras, centro de Tiradentes (MG)

À noite, a luz branda acompanha o clima pacato da cidade. Não por acaso, o lugar tornou-se um dos destinos preferidos de casais, que aproveitam a boa oferta de pousadas de clima romântico, os ótimos restaurantes – são nada menos que sete casas premiadas pelo GUIA BRASIL 2015 – e a presença de inúmeros ateliês de arte, a maioria deles com peças trabalhadas em madeira, estanho, ferro e pedra-sabão.
Dentre as atrações do Centro Histórico da cidade mineira de Tiradentes, está o Museu da Liturgia (à esquerda, na foto) e pequeno oratório (à direita)

UM DIA PERFEITO 
Use calçados confortáveis para explorar as ruas com piso irregular do Centro Histórico. Comece pela Igreja Matriz de Santo Antônio; depois, siga para o Museu Casa Padre Toledo. No almoço, prove a comida mineira do estrelado Virada's do Largo, seguido por um repouso junto ao chafariz de São José. Entre uma atração e outra, invista nas lojas que vendem de artesanato e arte a móveis e cachaças. Passe pelo Largo das Forras, de onde sai o passeio de jardineira. À noite, jante no estrelado Angatu.
O Festival Internacional de Cultura e Gastronomia de Tiradentes reúne chefs do Brasil e do exterior

O GUIA RECOMENDA 
Dedique uma manhã para as lojas de artesanato do distrito de Bichinho. No retorno, conheça o Museu do Automóvel da Estrada Real. De volta ao Centro Histórico, vá à Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos e ao Museu da Liturgia. Dá para curtir o astral dos Bares Templário, com música ao vivo, e Conto de Réis Biritaria, ambos no Largo das Forras, e provar as delícias do estrelado Kitanda Brasil. Há tempo, ainda, de explorar a natureza que circunda a cidade, como as trilhas na Serra de São José e os passeios de jipe. Reponha as energias no Estalagem do Sabor – ou, se for um sábado, no Leitão do Luiz Ney. Embarque no passeio de trem até São João del Rei e, à noite, escolha entre os estrelados Tragaluz e Theatro da Villa.
Lojinhas de artesanato estão espalhadas por todo o Centro Histórico
COMO CHEGAR 
Saia de Belo Horizonte dirigindo pela BR-040. Após Congonhas, vire à direita na BR-383 e siga para São João del Rei, de onde parte uma estradinha de paralelepípedos que leva até Tiradentes. De São Paulo, a viagem começa pela BR-381 (Fernão Dias) até a saída para Lavras. Dali, a BR-265 leva até o acesso à cidade. Partindo do Rio de Janeiro, siga pela BR-040 até Barbacena, de onde sai a BR-265.
Casarão de Tiradentes, uma das cidades históricas mais bem-preservadas do Brasil
De ônibus, a Viação Sandra ((31)3201-2927; R$ 50; sete saídas diárias) segue de Belo Horizonte em viagem que dura 3h30. De São Paulo, o trajeto é feito pela Viação Gardênia (0300-313-2020; R$ 80; quatro saídas por dia) em 7h30. A partir do Rio, a empresa Paraibuna (21/2253-0894; R$ 79; três saídas diárias) leva 5h30 até o destino. Todos os passageiros desembarcam em São João del Rei. De lá, a Viação Presidente leva a Tiradentes em 25 minutos (3371-6568; R$ 2,90; a cada hora).
Loja de artesanatos no Centro Histórico de Tiradentes
COMO CIRCULAR 
Quase tudo fica concentrado nas ruas com calçamento irregular do Centro Histórico – fácil de explorar a pé. Para ir até as pousadas mais afastadas (a até 5 km do Centro), há um ponto de táxis no Largo das Forras, que funcionam sem taxímetro. Carro só será útil para conhecer Bichinho e região (e para levar as compras).
O Chafariz de São José tem três fontes, cujas funções originais eram fornecer água potável para a população (a da frente), servir como local para lavar roupas (ao lado) e como bebedouro de animais (na parte de trás)
ONDE FICAR 
A arquitetura colonial, os detalhes charmosos na decoração e as generosas janelas com vista para o casario marcam a maioria das hospedagens de Tiradentes. Algumas investem em um café da manhã com produtos caseiros; outras, preferem ganhar os clientes com um gostoso chá da tarde.
Visão geral do Centro Histórico de Tiradentes, em Minas Gerais
ONDE COMER 
Diminuta no tamanho e na população, Tiradentes é generosa quando o assunto é boa comida. São sete restaurantes estrelados no GUIA BRASIL 2015 – um para cada pouco mais de mil habitantes. Antes de sair, confira os dias e horários de funcionamento (a terça-feira é conhecida como o “dia da fome”).
Doces em compotas são um dos principais itens à venda em Tiradentes
SABORES 
Com flores perfumadas, espinhos nos ramos e sabor suave, a orapro-nóbis é uma hortaliça muito difundida na culinária mineira (o frango com orapro-nóbis é um clássico local). Adaptado do latim, o nome da planta, da família das cactáceas, significa “rogai por nós”.
Quem gosta de cachaça pode degustar diversos rótulos caseiros produzidos em Tiradentes
LUGARZINHO 
No distrito de Bichinho, o Atelier da Cerveja é sinônimo de aconchego. Tem carta de cervejas com 80 rótulos, entre nacionais e importadas, incluindo uma de fabricação própria, a Carma. Entre os petiscos, salsichões servidos com maionese de batata e mexidinho de abobrinha.
Caminhar pelas ruas de pedra de Tiradentes é sinônimo de compras. Além do grande número de lojas de arte, artesanato e móveis em madeira, há lugares para comprar cachaças, guloseimas e temperos
QUANDO IR 
A cidade fica lotada e os preços das hospedagens sobem nos feriados e eventos. Como na Mostra de Cinema (janeiro), no Bikefest (junho) e no Festival de Cultura e Gastronomia (agosto). No verão, as chuvas são mais intensas.
Por Luiz Gannoni
Em Tiradentes, é possível pegar um trem e passear até a cidade vizinha São João Del Rei, em Minas Gerais
ALGUMAS ATRAÇÕES EM TIRADENTES
O preservado casario colonial aos pés da Serra de São José faz com que Tiradentes seja a mais charmosa das cidades históricas mineiras. A ordem é ziguezaguear pelas ruas de pedra do Centro, explorando lojas, ateliês, restaurantes e atrações como a bela Igreja Matriz de Santo Antônio e o Chafariz de São José. Quer conhecer o Centro Histórico de um jeito diferente, divertido e instrutivo? Embarque no passeio de jardineira, sempre realizado à noite. Há duas formas de imergir na Serra de São José: caminhando por diversas trilhas até mirantes ou fazendo um passeio de jipe. Além de encher o carro de compras nas lojas do centrinho, o distrito de Bichinho, a 8 km, tem mais uma dezena de lojas de artesanato e decoração - aproveite sua ida ao distrito para visitar o Museu do Automóvel da Estrada Real.
Um passeio a pé pela Rua da Câmara, no Centro Histórico de Tiradentes, pode sempre render boas fotos
Com seu calçamento de pedras, a Rua Direita é uma boa atração para passear a pé em Tiradentes: nela, há várias lojas, que vendem de móveis grandes a pequenos itens de artesanato
SERRA DE SÃO JOSÉ
A onipresente Serra de São José desafia o visitante a trocar por algumas horas o charme do Centro Histórico pela diversidade da natureza local. São várias trilhas que levam aos principais mirantes, a até 1 260 m (2h30 a cinco horas, dificuldade baixa a média). Todas atravessam a Calçada dos Escravos, do século 18. As agências Tiradentesbrasil (3355-2477) e Uai Trip (3355-1161) têm guias para as caminhadas, que custam entre R$ 50 e R$ 75 (com seguro).
Trilha do Bosque Mãe D'Água, em Tiradentes (MG)
A Cachoeira do Bom Despacho fica pertinho da Estrada Real, que passa por Tiradentes (MG)
CHAFARIZ DE SÃO JOSÉ
R. do Chafariz, s/n (Centro Histórico)
Centro
Tem três fontes, cujas funções originais eram fornecer água potável para a população (a da frente), servir como local para lavar roupas (ao lado) e como bebedouro de animais (na parte de trás). Acima delas está a imagem de terracota de São José de Botas, do século 18.
O Chafariz de São José é uma construção de 1749. Na parte de cima, há uma imagem de terracota de S. José de Botas, do século 18

MUSEU DA LITURGIA
R. Jogo de Bola, 15 (Centro)
museudaliturgia.com.br
Com instalações audiovisuais e terminais multimídia, exibe mais de 400 peças ligadas à liturgia católica, confeccionadas entre os séculos 17 e 20. No pátio externo, em cada banco de pedra ouve-se uma mensagem ou música sacra diferente; e o piso do hall de entrada forma um mosaico que lembra os tapetes de serragem típicos de algumas celebrações.


PASSEIO DE MARIA-FUMAÇA
O trem percorre 12 km (40 minutos) margeando o Rio das Mortes, com vista para a Serra de São José - no sentido Tiradentes/São João del Rei, quem senta do lado direito do vagão observa melhor a paisagem. As saídas ocorrem 6ª/sáb 13h e 17h, dom 11h e 14h (retornos 6ª/sáb 10h e 15h, dom 10h e 13h). Em função desses horários, alguns turistas preferem conhecer São João del Rei com calma e voltar de táxi (a corrida custa em torno de R$ 40). O roteiro só de ida custa R$ 40 e o completo (ida e volta), R$ 50.
Em Tiradentes, é possível pegar um trem e passear até a cidade vizinha São João Del Rei, em Minas Gerais

BEM VINDO A BELÍSSIMA TIRADENTES. TERRA DOS IDEAIS DA LIBERDADE
foto -  Thymonthy Becker 
ESTA EH UMA VISÃO PANORÂMICA DA CIDADE DE TIRADENTES. TRILHA DOS INCONFIDENTES.
Apesar de dar nome a cidade, o líder da Inconfidência Mineira não nasceu em Tiradentes, mas em Ritápolis (a 32 km)
foto -  Thymonthy Becker 
População estimada 2016 (1) - 7.726
Área da unidade territorial 2015 (km²) - 83,047
Densidade demográfica 2010 (hab/km²) - 83,82
Código do Município 3168804
Gentílico - tiradentino
ORIGEM DO NOME
AS DENOMINAÇÕES FORAM "ARRAIAL VELHO DE SANTO ANTÔNIO", E "VILA DE SÃO JOSÉ DO RIO MORTES" E CIDADE DE SÃO JOSÉ DEL-REI. O NOME SÃO JOSÉ RESULTA DE HOMENAGENS AO ENTÃO PRÍNCIPE DE PORTUGAL D. JOSÉ I. AO SER PROCLAMADA A REPÚBLICA, O GOVERNO REPUBLICANO PRECISAVA DE UM HERÓI QUE, SEGUNDO OS NOVOS GOVERNANTES, REPRESENTAVA ESSES IDEAIS. A ESCOLHA CAIU SOBRE O ALFERES JOAQUIM JOSÉ DA SILVA XAVIER, QUE ALÉM DE TUDO COMBATEU UM GOVERNO MONÁRQUICO. DESSA FEITA, FOI MUDADO O NOME DA CIDADE PARA TIRADENTES.
Gentílico: tiradentino
Histórico
TIRADENTES MINAS GERAIS Monografia - n.° 423 Ano: 1962 
ASPECTOS HISTÓRICOS 
Os primeiros povoadores das terras do atual município de Tiradentes foram paulistas, atraídos pelos cascalhos e manchas de ouro nos montes e bacia do rio das Mortes. 
Segundo o professor Fábio Nelson Guimarães, a região foi desbravada por Tomé Portes del-Rei guarda-mor distrital estabelecido nas imediações da atual São João del-Rei, como preposto do guarda-mor geral Garcia Rodrigues Pais. 
No lugar denominado Porto Real da Passagem, vivia Portes com sua família, cuidando de suas canoas, da agricultura e venda de víveres e munição, além de cobrar impostos dos aventureiros. Em suas andanças, à cata de ouro, João de Siqueira Afonso chegou aquelas paragens, alertando Portes sobre a existência de ouro no sopé da serra de São José. Fundou-se no ano de 1702 o primeiro agrupamento de garimpeiros no local denominado Arraial de Santo Antônio, com a fixação de Siqueira Afonso e seus auxiliares. 
Nesse mesmo ano morreu Portes, quando eram explorados os veios da ponta do morro, muito abaixo do riacho de Santo Antônio, sob a orientação de Antônio Bueno, nas imediações de Prados. Somente após o seu falecimento descobriram-se sob a direção do guarda-mor Antônio Garcia da Cunha, os veios auríferos das serras sanjoanenses, no ano de 1705. 
Palco das lutas entre paulistas e emboabas, a região evoca ainda a chacina do Capão da Traição, em fevereiro de 1709. Os paulistas planejaram a desforra sob o comando de Amador Bueno da Veiga e os combates se prolongaram de 14 a 18 de novembro daquele ano, quando os paulistas abandonaram o local, ante a notícia da vinda de reforços aos adversários. Os sobreviventes dessas lutas instalaram-se na Várzea do Marçal, até a final pacificação da região. 
A 19 de janeiro de 1718 criou-se a segunda vila do Rio das Mortes. Com o nome de São José, em homenagem ao Príncipe D. José, então com 4 anos de idade, filho de D. João V. Sítio histórico por excelência foi sobretudo berço do Mártir da Independência, Joaquim José da Silva Xavier - o Tiradentes. 
Com a exploração do ouro em grande escala sua população cresceu provocando um aumento rápido de moradias, construção de igrejas, bom número de comerciantes, surgindo então a cidade, a 7 de outubro de 1860. 
Algumas hospedagens de Tiradentes investem em um café da manhã com produtos caseiros; outras, preferem ganhar os clientes com um gostoso chá da tarde
JOAQUIM JOSÉ DA SILVA XAVIER - O Tiradentes - 
Nasceu em 1746 na Fazenda do Pombal, entre São José del Rei (hoje Tiradentes) e São João del Rei Minas Gerais, e foi executado em 21 de abril de 1792, na cidade do Rio de Janeiro. 
Aprendeu as primeiras letras com seu irmão Domingos. Órfão aos 11 anos fêz-se sucessivamente mascate, minerador e médico prático. A alcunha adveio da habilidade com que manejava o boticão. Sua popularidade se estendeu até o Rio de Janeiro. 
Pertenceu ao Regimento de Dragões de Minas Gerais. No posto de alferes, como comandante da patrulha do Caminho Novo, de Vila Rica ao Rio de Janeiro, mostrou-se eficiente e destemido na ronda do mato, contra salteadores que infestavam a região. Desempenhou outras funções, tendo recebido elogios do Governador Luís da Cunha Menezes, O "Fanfarrão Minésio" das Cartas Chilenas. 
Quatro vezes preterido nas promoções, licenciou-se do Exército e voltou à mineração, comprando um sítio na Rocinha Negra, Comarca do Rio das Mortes. Não foi, porém, feliz nos negócios. 
Planejou, depois, em 1788, um empreendimento de vulto no Rio de Janeiro: a canalização dos rios Andaraí e Maracanã, além da construção de um trapiche e local para embarque e desembarque de gado. O vice-rei não acreditou nos projetos, que seriam mais tarde executados, por D. João VI. 
Esses planos, a par da preocupação de instalar em Minas uma fábrica de ferro, indicam o tirocínio de Tiradentes. 
Em 1789, causou descontentamento geral no povo a chegada as Minas do Visconde de Barbacena com o propósito de proceder a cobrança dos quintos, em atraso. O lançamento da derrama deu origem a conjuração que passou à história com o nome de Inconfidência Mineira. O grupo de conspiradores, composto de homens cultos e influentes, tinha no Tiradentes seu mais ardoroso adepto, que se encarregaria de prender o Governador quando recebesse a senha: "Tal dia é o batizado". A conjura teve um delator - coronel Joaquim Silvério dos Reis. Barbacena suspendeu a derrama e Tiradentes foi preso no Rio de Janeiro a 10 de maio de 1789. 
Nos três anos por que se arrastou o processo, Tiradentes assumiu toda a responsabilidade da rebelião. Condenado à forca, subiu ao patíbulo, depois de percorrer em procissão as principais ruas do centro da cidade do Rio de Janeiro. Morto, cortaram-lhe a cabeça e esquartejaram-no. Com seu sangue lavrou-se uma certidão de que fora cumprida a sentença. Metidos em salmoura, os restos do herói voltaram à Capitania de Minas Gerais. A cabeça, dentro de uma gaiola, apodreceu em um poste, em Vila Rica. Os quartos ficaram expostos ao longo do Caminho Novo onde o "malvado alferes" fazia as "infames prédicas" pela liberdade da Pátria. 
Fonte
IBGE
copyright "Fernando e Sabino"
UM BELO CASARÃO
foto -  Thymonthy Becker 
AQUI, FARMÁCIA AINDA EH COM "PH"
foto -  Thymonthy Becker 
ESTA EH UMA DAS MUITAS PRAÇAS DA CIDADE
foto -  Thymonthy Becker 
VEJA QUE IMPONENTE CASARÃO. BELÍSSIMO
foto -  Thymonthy Becker 
AQUI O CASARÃO NO CONTEXTO DA PRAÇA
foto -  Thymonthy Becker 
PRAÇA DA ÁRVORE
foto -  Thymonthy Becker 
ÁRVORE DA PRAÇA DA ÁRVORE
foto -  Thymonthy Becker 
PRAÇA DA ÁRVORE DE OUTRO ÂNGULO
foto -  Thymonthy Becker 
BONITA ÁRVORE
foto -  Thymonthy Becker 
MONTANHAS NO ENTORNO DE TIRADENTES
foto -  Thymonthy Becker 
AQUI O CARRO DO BATENTE
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TRAVESSIA. VEJA A RUA TODA DE PEDRA
foto -  Thymonthy Becker 
CURTINDO UMA TARDE NA BOA.
foto -  Thymonthy Becker 
RUA DE PEDRA
foto -  Thymonthy Becker 
foto -  Thymonthy Becker 
IGREJA MATRIZ DE SANTO ANTÔNIO
Um dos mais ricos exemplares do barroco brasileiro, a Matriz foi construída com a frente voltada para a Serra de São José, em Tiradentes (MG). Logo na entrada, é difícil não se impressionar com os lustres de prata e a quantidade de ouro que decoram o altar e suas imagens. 
A Aleijadinho são atribuídas as esculturas da fachada e da portada, que datam de 1810. No alto, o órgão português de 1788 tem oito fileiras de tubos e belíssimas pinturas em estilo rococó. 
Também há opção de visitá-la à noite: o Roteiro Narrado conta a história da igreja com jogos de luz e um texto de 16 minutos gravado pelo ator Paulo Goulart (às sextas, 19h, e sábados e domingos, às 20h). Às sextas-feiras, a artista Elisa Freixo toca composições clássicas no órgão (19h30, quando não há casamentos). Ligue para consultar a programação.
Com esculturas na fachada atribuídas a Aleijadinho, a Igreja Matriz de Santo Antônio, em Tiradentes (MG), é uma das mais ricas manifestações do barroco brasileiro
foto -  Thymonthy Becker 
A Igreja Matriz de Santo Antônio tem altar de talha dourada em estilo barroco, lustre de prata e teto feito de madeira e ouro
Igreja Matriz de Santo Antônio, em Tiradentes, Minas Gerais
foto -  Thymonthy Becker 
foto -  Thymonthy Becker 
DESFILADEIRO
foto -  Thymonthy Becker 
MONTANHA VISTA DA MATRIZ
foto -  Thymonthy Becker 
TELHADOS
foto -  Thymonthy Becker 
LADEIRA
foto -  Thymonthy Becker 
PANORÂMICA DOS TELHADOS
foto -  Thymonthy Becker 
LAMPIÃO
foto -  Thymonthy Becker 
LATERAL DA IGREJA
foto -  Thymonthy Becker 
PLACA NA ENTRADA DA MATRIZ
foto -  Thymonthy Becker 
RELÓGIO DE SOL / MONTANHAS / TELHADOS
foto -  Thymonthy Becker 
RELÓGIO DE SOL NA MATRIZ
foto -  Thymonthy Becker 
CÂMARA MUNICIPAL
LOCALIZADA PRÓXIMA À MATRIZ, NA LADEIRA QUE É CAMINHO PARA ESTA, CONSTRUÍDA EM MEADOS DO SÉCULO XVIII, SERVIA PARA ABRIGAR A ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA NO PERÍODO COLONIAL E IMPERIAL. A CÂMARA MUNICIPAL DE TIRADENTES FOI CONSTRUÍDA LONGE DA CADEIA PÚBLICA, O QUE É INCOMUM NA MAIORIA DAS CIDADES DO SÉCULO XVIII.
imagem - Wikipédia
CEMITÉRIO AO LADO DA MATRIZ
foto -  Thymonthy Becker 
MAIS UMA RUA DA CIDADE. SEMPRE DE PEDRA
foto -  Thymonthy Becker 
ESTE EH O BRASÃO DA CIDADE DE TIRADENTES, MINAS GERAIS

fonte / fotos = viajeaqui.abril.com.br / Thymonthy Becker / Wikipédia / IBGE / 

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AO SUL DE LISBOA, PORTO COVO É O MELHOR DO VERÃO EM PORTUGAL A rua principal da vila: (acima) pouco mais de mil habitantes (Bruno Barata/Reprodução) A pracinha da cidade, (abaicxo) com barracas de tererê: passeio à moda antiga (Bruno Barata/Reprodução) A Costa Vicentina é um dos segredos mais bem guardados de Portugal: um trecho de cerca de 100 quilômetros de parque natural que margeia o Atlântico de norte a sul unindo os mais bonitos trechos de litoral entre o Alentejo e o Algarve.  Uma região onde os campos de oliveiras chegam quase ao mar, as dunas desenham lindas paisagens e o mar molda baías ora pequeninas, ora extensas, sempre de areias fininhas e águas transparentes.  Casinha típica de Porto Covo: fachada branca e portas e janelas coloridas (Bruno Barata/Reprodução) A Ilha do Pessegueiro, ao sul da vila: inspiração de música (Bruno Barata/Reprodução) Porto Covo, uma vilinha encantadora de pouco mais de mil habitantes, é a primeira parada na região para quem vem de Lisboa (são cerca…

REPRESA DE FURNAS, SÃO JOSÉ DA BARRA, MINAS GERAIS - Em 1963 fecharam o túnel que criou praias, formou cânions, inundou vilarejos mudando para sempre a história de 34 cidades mineira e formando o espetacular “Mar de Minas”

CONHEÇA A "REPRESA DE FURNAS", SÃO JOSÉ DA BARRA, MINAS GERAIS, BRASIL foto - Thymonthy Becker No dia 9 de janeiro de 1963 o túnel que desviou o curso do rio Grande para a construção da Usina de Furnas foi fechado e as águas que formaram um dos maiores reservatórios do mundo, criou praias, formou cânions e cachoeiras inundou vilarejos e mudou para sempre a história dos 34 municípios que ficam ao longo dos 1.440 km2 de extensão do Lago de Furnas. A sede do município de Guapé ficou praticamente submersa, o que levou à construção de uma nova sede em local definido pela população. O distrito de São José da Barra, então pertencente a Alpinópolis e emancipado em 1994, ficou integralmente debaixo das águas e deu lugar à "Nova Barra", que a pedido do padre Ubirajara Cabral, pároco local, foi construída pela Central Elétrica de Furnas na forma de um banjo. A maioria dos municípios possuía vocação agropecuária, mas com o alagamento das áreas produtivas diversificaram suas ati…

GIETHOORN, HOLANDA - Uma cidade que parece ter saído de um cenário de filme. O lugar é uma boa oportunidade para quem estiver pelo país e quiser conhecer algo diferente, romântico, bucólico e charmoso. E as melhores - e únicas - formas de chegar ao centro são de barco, bicicleta ou a pé.

CONHEÇA "GIETHOORN" A CIDADE HOLANDESA QUE NÃO TEM RUAS Uma cidade que parece ter saído de um cenário de filme. É dessa forma que se define Giethoorn, um vilarejo na Holanda. O lugar é uma boa oportunidade para quem estiver pelo país e quiser conhecer algo diferente, romântico, bucólico e charmoso. A melhor parte é que ao se aproximar de Giethoorn, é preciso procurar um lugar para estacionar o seu carro. Você não precisará dele para explorar essa deliciosa cidade. É que lá os automóveis são proibidos de circular e as melhores – e únicas – formas de chegar ao centro são de barco, bicicleta ou a pé.  Localizada no leste da Holanda, Giethoorn (pronuncia-se “Rit-rôrn”, com ênfase nos “r”) foi fundada por refugiados no século XIII. Seus poucos habitantes viveram dias tranquilos até 1958, quando o cineasta Bert Haanstra utilizou o vilarejo como cenário para o filme Fanfare. Com o sucesso da produção cinematográfica, a cidade entrou na mira de turistas do mundo inteiro.  A CIDADE S…

BRELA, CROÁCIA - Uma pequena cidade de águas claras que entrou na lista da Forbes como uma das dez mais belas praias do mundo. Com certeza esse título não foi dado à toa. Localizada entre o mar Adriático e a montanha Biokovo, a água é tão azul que você tem a impressão que vai sair de lá tingido.

CONHEÇA "BRELA", CROÁCIA, O VERDADEIRO PARAÍSO A melhor parte de praticar Parasailing é ver as praias de cima Quem estiver cansado de ficar apenas tomando sol ou dentro da água, existem diversas opções de entretenimento O verão europeu está no auge e com ele as suas praias são invadidas pelos turistas. Ultimamente, a Croácia tem entrado com mais frequência na lista das pessoas que vão ao velho continente. Por que será? A beleza exótica do país é de deixar qualquer um de boca aberta. Porém, muitos esquecem que existem lugares até mais bonitos que as tradicionais praias da Ilha de Hvar.  O RoadTrio escolheu desfrutar de Brela, uma pequena cidade de águas claras que entrou na lista da Forbes como uma das dez mais belas praias do mundo. Com certeza esse título não foi dado à toa. Localizada entre o mar Adriático e a montanha Biokovo, a água é tão azul que você tem a impressão que vai sair de lá tingido.  As praias de Brela são rodeadas de rochas, montanhas e muita vegetação (Foto: …