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NOVA ZELÂNDIA, OCEANIA - Longe de tudo, do outro lado do mundo, a Nova Zelândia vale cada segundo da longa, longuíssima viagem de avião. Dividido em duas grandes ilhas principais, o país reúne uma quantidade de paisagens e atrações impressionantes para o seu tamanho compacto




CONHEÇA A "NOVA ZELÂNDIA", OCEANIA


Longe de tudo, do outro lado do mundo, a Nova Zelândia vale cada segundo da longa, longuíssima viagem de avião. Dividido em duas grandes ilhas principais, o país reúne uma quantidade de paisagens e atrações impressionantes para o seu tamanho compacto. Na Ilha Norte, onde vivem três quartos da população, os verões são relativamente quentes e há praias perfeitas (como as da Península de Coromandel) tanto para os surfistas quanto para quem quer simplesmente se dourar ao sol. Mas os seus principais trunfos escondem-se no interior: vulcões ativos, gêiseres, lagos multicoloridos e outras formações geológicas inusitadas formam cenários que parecem de outro mundo (não à toa, alguns deles, como o Monte Tongariro, serviram de pano de fundo para a trilogia O Senhor dos Anéis). 
Rebanho de ovelhas na Nova Zelândia (Stockbyte)
Geiser pohotu, em Rotorua (Thinkstock)
Arte maori, do povo indígena neozelandês (Thinkstock)
Já na esparsamente povoada Ilha Sul, uma terra de invernos gélidos e verões amenos, as atrações são os picos nevados, os gigantescos glaciares, a costa povoada por focas e baleias e alguns dos fiordes mais belos do planeta – Milford Sound, Doubtful Sound, entre outros. Somem-se a esses recursos naturais vinhos esplêndidos, cidades vibrantes como Auckland e Christchurch, gente amável e uma infraestrutura exemplar de turismo sustentável, e eis um dos destinos mais completos e sedutores da face da Terra. 
Parque termal Waiotapu, em Rotorua (Thinkstock)
Milford Sound, a 286 quilômetros de Queenstown, serviu de cenário para o filme O Senhor dos Anéis (Thinkstock)
Snowboard na Nova Zelândia. A temporada de esqui e snowboard no país vai de junho ao final de outubro (iStockphoto)
O que também torna a Nova Zelândia tão atraente para jovens e amantes da natureza são as excelentes opções de esportes de aventura, principalmente próximos a Queenstown. Lembre-se que alguns dos maiores exploradores polares e Edmund Hillary, um dos primeiros homens a escalar o monte Everest, são neozelandeses. Aqui também se veleja – e muito, mas a paixão nacional é mesmo o rúgbi e sua seleção, os poderosos All Blacks. A mistura desse esporte britânico com o seu grito de guerra maori, o haka, é a perfeita imagem de um país vigoroso, que respeita suas origens nativas e busca o progresso em comum. 
Vista de Auckland a partir do Monte Victoria (Thinkstock)
Voos de balão sobre os Canterbury Plains são passeios populares a partir de Christchurch (David Wall)
Bay of Islands, em Northlands (Adventure HQ)
A NOVA ZELÂNDIA É FAMOSA POR… 
O pássaro kiwi, o bungee jump de Queenstown, a seleção de rúgbi All Blacks, as locações da série O Senhor dos Anéis e a cultura maori. 
Bungy jump na ponte Kawarau
Haast River, na Baía de Plenty (Rob Suisted Tourism New Zealand)
COMO CHEGAR NA NOVA ZELÂNDIA
A Aerolineas Argentinas (0800-70733313, www.aerolineas.com.ar) tem voos partindo de São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador e Porto Alegre com conexão em Buenos Aires. Para desembarque em Auckland, as tarifas começam em US$ 1.499. Pela LAN (11/2121-9010, www.lan.com), os voos saem de São Paulo e fazem conexão em Santiago, no Chile e escala em Auckland, para depois seguir para Sydney, na Austrália – quem fica em Aukcland paga tarifas a partir de US$ 1.833. 
Caiaque em Milford Sound (Chris Sisarich)
O Tour da Nova Zelândia é uma das provas ciclísticas mais cênicas do mundo (Tour of New Zealand)
COMO CIRCULAR PELA NOVA ZELÂNDIA
A Nova Zelândia é ideal para viagens de carro. As estradas estão em boas condições e, apesar de os “kiwis”, como são chamados os locais, dirigirem na mão-inglesa, os carros são automáticos e isso não chega a representar problema, desde que o motorista tenha um pouco de habilidade. Além das locadoras multinacionais como Hertz (www.hertz.com) e Avis (www.avis.com), A Nova Zelândia tem empresas de baixo custo, como a Ace Scotties (acerentalcars.co.nz) e a Scotties (www.scotties.co.nz). Essas companhias, menos conhecidas, geralmente têm agências um pouco afastadas dos aeroportos e estações, mas levam o carro até você sem custo extra. 
A Peninsula de Coromandel fica do outro lado do Firth of Thames a partir de Auckland (Kari Bodnarchuk)
Canoagem em Dart River, em Glenorchy, perto de Queenstown (Sergio del Rosso)
O trem é uma ótima opção para deslocar-se dentro do país – os comboios panorâmicos atravessam regiões lindíssimas. As linhas férreas interessantes são da Tranz Scenic (www.tranzscenic.co.nz). Como as distâncias são gigantescas, muitas vezes o avião é o melhor meio de transporte, principalmente para quem tem pouco tempo. As opções são: Air New Zealand (www.airnewzealand.com) e a Jetsar (www.jetsar.com), que opera voos de baixo custo. 
Voo sobre o parque Fiordland National Park, a oeste de Queenstown (Julian Apse)
Geleira Fox, em Westland National Park (Legend Photography Tourism New Zealand)
Outra maneira de conhecer o país são os ônibus para mochileiros. Eles passam por todos os pontos de interesse e os passageiros podem subir ou descer em qualquer parada. O serviço mais famoso é o Kiwi Experience (www.kiwiexperience.com), mas é o tipo de opção contraindicada para quem quer sossego. O Naked Bus (www.nakedbus.com) é uma companhia de transporte econômico (em vans e ônibus) que interliga o país e vende passagens só por internet. Comprando com antecedência de três semanas, pagam-se só US$ 10 para ir, por exemplo, de Auckland a Rotorua. 
O Haast River fica a oeste dos Alpes neozelandeses (Haast River Safari)
O Kepler Track, perto do lago Manapauri, é um dos trekkings mais cênicos de Fiorldland (Tourism New Zealand)
SUGESTÃO DE ROTEIROS PELA NOVA ZELÂNDIA
Já que veio de tão longe, fique ao menos dez dias por aqui se tem em mente combinar Nova Zelândia e Austrália em uma só viagem. Divida este tempo com três noites em Auckland, uma em Rotorua e o restante aproveitando as atrações de Milford Sound e Queenstown. 
A vela é um dos esportes mais praticados do país. De quando em quando a Nova Zelândia entra na febre de competições globais como a Americas Cup e a Volvo Ocean Race (Chris Cameron)
Marlborough Sounds é um vasto labirinto de ilhas e fiordes ao norte da ilha sul, não muito distante de Wellington (Rob Suisted)
Se tem a intenção de passar o tempo todo só por aqui, invista em roteiros rodoviários, bem interessantes, desde que você consiga dirigir na mão inglesa. Alguns ousados gostam de fazer sua jornada em motor homes, aproveitando a excelente infraestrutura de estradas e serviços. Na ilha norte, uma volta clássica de uma dez dias passa por Waitomo Cave, Península Coromandel, Taupo, Napier e Wellington. Na ilha sul, alguns dos destinos favoritos são o Monte Cook, ponto culminante do país, a geleira Fox, o Parque Nacional Abel Tasman e os vinhedos na região de Nelson, que tomam cerca de uma semana. 
Algumas agências propõe roteiros por paisagens e locações utilizadas em filmes como a série O Senhor dos Anéis. 
Milford Sound (Nathan Secker)
Milford Sound (Rob Suisted)
GASTRONOMIA DA NOVA ZELÂNDIA
A cozinha neozelandesa é um tanto semelhante à britânica, com muita carne de cordeiro, bons pescados, tortas e muita cerveja. Você encontrará muitos restaurantes de comida chinesa, italiana, japonesa, malaia, indonésia e japonesa, além de lanchonetes que servem hambúrgueres e fish and chips e pizzarias. Enfim, nada de espetacular, mas bem frugal. Não deixe de experimentar alguns rótulos de Sauvignon Blanc, o vinho kiwi por excelência. Nos últimos anos, porém, viticultores têm elaborado sólidas ofertas de tintos, como Merlots e Cabernet Sauvignons. 
Do topo do Monte Eden, um vulcão extinto, dá pra ter uma visão panorâmica dos bairros e baías entre o Golfo de Hauraki e o porto de Manukau (iStockphoto)
Clay Cliffs em Omarama (Jocelyn-Kinghorn/Flickr/Creative-Commons)
INTERCÂMBIO e ESTUDOS NA NOVA ZELÂNDIA
Por que tantos brasileiros elegem a Nova Zelândia como seu destino de intercâmbio? Os motivos são variados, mas óbvios. Primeiro é seu inegável apelo como destino de esportes de aventura e atividades ao ar livre. Muitas das mais de 80 escolas do país que oferecem programas de idiomas combinam os cursos com prática de esportes como vela, escalada, trekking e mountain bike. A segunda é o clima: se você quiser aproveitar as férias de verão e não quiser ficar enterrado na neve nos Estados Unidos ou Canadá, este é o lugar. Terceiro, os cursos por aqui são um tanto mais baratos que em países como Austrália e Reino Unido. E, finalmente, os kiwis não exigem visto para cursos de menos de três meses. Mas, atenção, na chegada é preciso apresentar passagem de ida e volta, comprovante de renda e passaporte válido. Lembre-se que universidades exigem certificados de proficiência como Ielts, Toefl e Cae. 
Um passeio rápido a partir de Queenstown são as ilhas Pigeon e Pig, no lago Wakatipu (Miles Holden)
Trilha de bike entre Queenstown e Wanaka (Chris McLennan)
O país ganhou reputação de receber estudantes de boa parte do mundo por todos estes atributos. Espere então encontrar muitos estudantes da Ásia Oriental, principalmente chineses, coreanos e japoneses. Latinos normalmente são chilenos e argentinos. 
Para maiores informações sobre programas educacionais cheque o site da Study in New Zealand (www.newzealandeducated.com). 
Loucos por esportes, os neozelandeses simplesmente idolatram sua seleção de rúgbi, os míticos All-Black. A paixão começa desde criança, com o aqui, em Taranaki (Arno Gasteiger)
O The Ledge é um dos clássicos bungy jumps de Queenstown, com uma plataforma 400 metros acima do nível da cidade (AJ Hackett Bungy New Zealand)
ACONTECEU COMIGO
Veja os micos que paguei enquanto estive na Nova Zelândia

Estávamos indo de carro que alugamos da capital Wellington para a cidade de Rotorua, onde ha concentração de vulcões e muitos geysers. Eu quem dirigia o carro. Saímos bem cedo. Dirigindo por uma rodovia muito legal, passamos ao lado de um abismo bem profundo. Pouco tempo depois a rodovia descia este abismo, ou parecia que ia descer todo ele. Quando chegamos lá em baixo, eu olhei para cima, e vi algumas pessoas sentadas na beira do abismo, lá em cima. Chegamos enfim em Rotorua. Chegamos e sentamos numa mesa de uma lanchonete, a gente estava com fome e fomos comer alguma coisa primeiro antes de ir ver os vulcões. Conversando com o proprietário deste estabelecimento. Ele dizia que vinha muitas pessoas de muitos países ali, só para ver os vulcões e que isso era bem legal, pois conhecia pessoas de vários países. Disse a ele que era a primeira vez que estávamos ali. Nisto chegou um homem sorrindo e nos serviu algo para comermos que não sei bem o que era então, ficamos enrolando e nenhum de nós queria provar o que havia nos servido. Eu não tinha a menor ideia do que era. Meus amigos também não. Para não ficar feio pra gente, demos ao Nathan a tarefa de embrulhar aquela comida e levar conosco, pois nenhum de nós se arriscou a comê-la. Enfim, pagamos a conta e saímos desta lanchonete.
Então fomos ver a região vulcânica. Eu estava observando aquele local magnífico, embora com muito cheiro de enxofre, e havia duas pessoas próximas a mim. Estas duas pessoas desceram em direção a um geyser, por um caminho que era bem difícil de descer, porque era de rocha que parecia uma pedra lisa e molhada, devido aos geysers. Eu então fui tentar segui-los e escorreguei, cai e fui descendo escorregando de bunda. Não conseguia me segurar em nada e só fui parar quando cheguei a um pequeno poço de lama negra. Os responsáveis ficaram bravos comigo porque eu não podia ter saído dos locais permitidos, porque eu tinha colocado em risco minha saúde. Fiquei bastante machucado e com queimaduras, mas nenhum osso quebrado. Fui levado até um hospital fizeram os curativos nos machucados. As enfermeiras falavam alguma coisa comigo que eu não entendia, mas sabia que elas estavam tentando entender o que tinha acontecido. 

Achamos melhor voltar para Wellington, e não ficar hospedado ali como a gente tinha planejado, porque eu já achava que todos me olhavam como se eu fosse destruir tudo ali. 
Quando fui descer uma rampa que tem na entrada deste hospital, para azar meu, escorreguei e caí. As enfermeiras que estavam ali na entrada, ficaram me olhando levantar, o que fiz rapidamente, balançando a cabeça fazendo um não, como se não estivem acreditando que eu tinha caído outra vez. 
Resultado. Tive que voltar e refazer alguns curativos, pois na queda na rampa, sangrou o machucado e eu fiquei sentindo muita dor. 
Uma enfermeira trouxe uma cadeira de rodas e disse para meus amigos me levarem nela antes que eu caísse outra vez. Assim fui até o carro, de cadeira de rodas e com os olhares reprovadores das enfermeiras. 

Saindo, do hospital, dei thyal para as enfermeiras. Umas retribuíram o thyal e começaram a rir, outras só balançaram a cabeça reprovando o acontecido. 
Voltamos para Wellington, o Nathan foi dirigindo e eu acabei que fui dormindo, acredito que devido ao medicamento que tomei para a dor. Chegamos de madrugada em Wellington. 
A notícia boa eh que no fim terminou tudo bem. 
A notícia melhor ainda eh que ficou essa história pra contar de quando estive na Nova Zelândia. Muito show de bola
OPÇÕES DE HOSPEDAGEM NA NOVA ZELÂNDIA
A Nova Zelândia já é uma velha conhecida por suas paisagens cinematográficas. 
Mas esse país do outro lado do planeta, na Oceania, surpreende com opções criativas e inusitadas para quem vai se hospedar nas ilhas do Sul e do Norte, como casas na árvore e até um tonel desativado de grãos. 
A região da enseada de Hawkes Bay, na ilha do norte, é repleta de atividades possíveis, de esportes aquáticos a ciclotours pelas videiras e vinícolas (Chris McLennan Tourism New Zealand)
A pequena ilha White Island, na enseada Bay of Plenty, a sudeste de Auckland, possui um vulcão que atrai milhares de turistas todos os anos. Aliás, a ilha é o vulcão (Rob Suisted Tourism New Zealand)
NA CASA DA ÁRVORE 
Localizado em Kaikoura, destino a duas horas e meia de Christchurch, na Ilha Sul da Nova Zelândia, o Hapuku Lodge + Tree Houses abriga cinco casas na altura das copas das árvores, a dez metros de altura em um bosque de kanukas, como são chamadas as árvores locais. 
A região é considerada um dos melhores pontos para a observação de baleias e práticas de surfe, escalada e esquie. (Viagem em Pauta)
NA PRISÃO 
Desativado em 1999 e desativado até 2006, o local abriga, atualmente, um hotel que preservou parte da estrutura desse presídio, construído em 1874. 
Com 80 camas e acomodações compartilhadas ou para famílias, o The Jailhouse conta com quartos que ficam no interior de antigas celas, no bairro de Addington, em Christchurch.  (Viagem em Pauta)
NO TONEL 
Em uma mistura entre design e acomodações de luxo,o SiloStay abriga quartos instalados em armazéns de metal que eram usados para o armazenamento de grãos.
O hotel fica na aldeia de Little River, na região de Banks Peninsula, ao sul de Christchurch.  (Viagem em Pauta)
NO FAROL 
Localizado em Wellington, capital da Nova Zelândia, esse hotel fica em um farol construído, em 1994, para abrigar o ateliê de pintura da esposa de Bruce Stokell. 
Do local é possível ver a Ilha Sul do outro lado do mar. (Viagem em Pauta)
INFORMAÇÕES AO VIAJANTE 
Línguas: Inglês e maori 
Moeda: Dólar da Nova Zelândia 
Como ligar para o Brasil: 000-955 
Visto: Não é necessário. 
Embaixada oficial no Brasil: 
SHIS, Qd. 9, conj. 16, casa 1, Brasília (DF) 
(61) 3248-9900 
População: 4.415.000 hab 
Fuso horário: 15h (horário de Brasília) 
Código de área: 64 
Localização: Oceania

ESTA EH A BANDEIRA DA NOVA ZELÂNDIA
ESTE EH O BRASÃO DE ARMAS DA NOVA ZELÂNDIA

VALEU PELA VISITA - SEMPRE VOLTE


Fonte / Fotos = viagemeturismo.abril.com.br / msn.com.br / Thymonthy Becker / Wikipédia / 

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