segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

ILHA DE COMBÚ, BELÉM, PARÁ - Um paraíso próximo a capital paraense




CONHEÇA A "ILHA DE COMBÚ", BELÉM, PARÁ, BRASIL
foto - Luis Augusto
Esta Ilha fica às margens do rio Guamá, próxima à capital paraense.
Restaurantes chegam a receber 700 pessoas por final de semana em julho.
foto - Luis Augusto
Aproveitar um dia de sol com a família ou com os amigos na Ilha do Combú é um dos programas tradicionais entre os paraenses que vivem em Belém, especialmente durante o mês de julho, quando são registradas as temperaturas mais altas na capital. Graças à proximidade, o acesso ao local tem um preço acessível e é bastante simples – basta atravessar o rio Guamá.
foto - Luis Augusto
Ilha do Combú é a versão doce de Belém, capital do Pará 
Museus de cenografia caprichada, rituais religiosos que conseguem unir todas as crenças e gastronomia de autor sem afetação. 
Definitivamente, a capital do Pará reúne o melhor do turismo da Amazônia, com passeios sinceros e econômicos que ficam longe das atrações engana-turistas de outros destinos amazônicos. 
Em Belém, a floresta fica bem na porta de casa. A 15 minutos de barco, para ser mais exato.
foto - Luis Augusto
Combú é uma das 39 ilhas de Belém e ganhou fama com seus chocolates artesanais, feitos com cacau plantado no quintal de casas erguidas sobre palafitas. Até chefs brasileiros como Alex Atala e Thiago Castanho já se renderam ao produto.
foto - Luis Augusto
Essa Área de Proteção Ambiental (APA) está na margem esquerda do rio Guamá, a 1,5 km ao sul de Belém. Com 15 km² de extensão, a ilha é procurada por seus passeios em furos e igarapés locais, como são conhecidos os braços de rios que criam canais naturais que invadem o interior da ilha.
foto - Luis Augusto
Uma das opções para visitar a ilha é um tour guiado, conhecido como ‘Furos & Igarapés’, que navega por corredores fluviais em comunidades ribeirinhas, de onde saem grupos pequenos que fazem trilhas curtas no interior da floresta amazônica. 
O passeio é operado por agências de turismo de Belém.
foto - Luis Augusto
Lazer
No Combú, além dos restaurantes, os visitantes também podem aproveitar a visita para tomar um banho de rio e apreciar a natureza. Com uma infraestrutura simples e confortável, alguns estabelecimentos têm atividades de lazer, como parquinhos para as crianças e trilhas ecológicas para quem quiser se aventurar ilha adentro. A atividade é feita sem acompanhamento de um guia, mas o visitante é orientado a respeitar a sinalização indicativa dos limites da trilha.
foto - Luis Augusto
Produção de chocolates 
As 200 famílias responsáveis pelos chocolates 100% cacau representam 50% da população da ilha de Combú, cuja produção anual é de quatro toneladas. 
A qualidade do produto local se deve a um solo fértil de várzea que está, permanentemente, úmido e é rico em minerais argilosos. Atualmente, o chocolate é a segunda fonte de renda da população (a primeira é o açaí). 
“Como dizem por aqui, o rio é nossa rua. E quem já saiu daqui, se arrependeu e voltou”, lembra Izete Costa, a produtora mais famosa de Combú. 
Conhecida como Dona Nena, essa empresária cacaueira produz em um terreno de 14 hectares, onde todo o processo, da colheita à pila do cacau, acontece em sua própria casa, cujo quintal abriga uma samaúma centenária e o chão está forrado com coloridas flores de jambo.
foto - Luis Augusto
Dentre as várias opções de restaurante disponíveis na ilha, os mais tradicionais são a "Saldosa Maloca", "Combu da Amazônia", também conhecida como antiga B&B, e a "Maloca do Pedro". Em julho, os dois primeiros funcionam de sexta-feira a domingo, de 10h às 18h. A "Maloca do Pedro" geralmente abre aos sábados e domingos, mas é importante ligar com pelo menos um dia de antecedência para confirmar o horário de funcionamento. Também é possível fazer reserva de mesas.
foto - Luis Augusto
A visita ao local inclui café da manhã servido na varanda, degustações de brigadeiro de colher e sucos de cupuaçu e de cacau, de acordo com a época do ano. 
Outro destaque gastronômico da ilha é o Saldosa Maloca, assim mesmo com L. Há mais de 3o anos, a família da proprietária Prazeres recebe clientes com um cardápio de peixes como pescada branca e tambaqui, em um restaurante sobre palafitas, de frente para Belém.
foto - Luis Augusto
A “Saldosa” já funciona há mais de 30 anos no Combu. Sobre a grafia do nome, dona Neneca conta que foi um equívoco que acabou se tornando a marca registrada do restaurante. “Meu pai e meu tio mandaram fazer a placa para pendurar na entrada, mas o rapaz que estava pintando escreveu errado. Aí foi ficando para arrumar depois, outro dia, e ninguém nunca consertou. Agora, todo mundo já se acostumou”, explica.

Fonte / Fotos = Globo.com / msn.com / Thymonthy Becker


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