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MINHA VIAGEM PARA FUNAFUTI, TUVALU - A praia de areia fininha, O jogo de Kilikiti e eu mancando no dia seguinte




LEIA O QUE ACONTECEU COMIGO QUANDO VIAJEI PARA "FUNAFUTI", TUVALU (Por Thymonthy Becker)


Como nosso objetivo era conhecer todos os países possíveis da Oceania, nosso destino desta vez foi conhecer Tuvalu, um país também formado por ilhas que também pode desaparecer devido ao aumento dos níveis dos oceanos. O ponto mais alto do país tem somente 4,5 metros, o que faz do país praticamente uma praia.
Nosso destino era a capital Funafuti, porque era a única cidade que tinha um hotel. O turismo não eh muito forte no país, talvez porque esteja a 4.000 km da Austrália ou Nova Zelândia. Que são os pontos mais próximos que você pode partir com destino a Tuvalu.
A capital Funafuti tem pouco mais de 4.000 habitantes e o país todo tem pouco mais de 10.000 habitantes.

Não há muito que ser fazer, turisticamente falando, em Tuvalu, exceto praias, corais e conhecer a cultura do povo Tuvaluano que tem seu valor. E também, nosso objetivo era conseguir comprar selos. Uma das fontes de renda do país eh a venda de selos para colecionadores. Não há museu em Tuvalu (para tristeza do Kaleb), mas o país inteiro já eh uma museu vivo. As casas tem suas coberturas feitas com a palha do coco. E não tem nada melhor que interagir com a pulação local para se enriquecer de valores, cultura e, ficar sabendo também das dificuldades devido a pouca água potável (coletar água de chuva eh essencial, mas esta chovendo pouco na ilha), risco constantes de desaparecimento de seu país que eles não gostariam de deixar pra trás. 

Depois que conhecemos a capital Funafuti, percorremos as belíssimas praias de areia fininha, saborearmos a gastronomia local que tem influência Inglesa, sabermos que Tuvalu eh o país que menos polui no mundo e o primeiro que irá desaparecer devido a poluição dos outros países, fomos conhecer uma lagoa azul que segundo informações dos moradores, tem passagens que as interligam com o oceano. Passagem que são bem profundas, disseram eles. O país está fazendo sua parte para preservar uma área de floresta justamente onde se encontra esta lagoa. 

A maioria das brincadeiras das crianças de Funafuti e de jogos em geral são feitos na praia ou mar. Ficamos olhando os habitantes locais se divertirem com estes jogos. Até nos convidaram para participarmos de um destes jogos. Entramos na brincadeira, mas nem sabíamos como era exatamente o jogo. Era jogado com duas bolas e segundo disseram o nome do jogo era "Kilikiti". Mas para mim era parecido com o Críquete.
Participando deste jogo, sem entender nada das regras, provocamos muitas risadas das pessoas que participavam do jogo ou estavam só olhando. Rimos muito também, pois estava muito divertido e muito caloroso aquele momento em que ficamos unidos pelo esporte.

O sol já se punha no horizonte, quando nos despedimos dos novos amigos que fizemos (e que ficaram em nossas lembranças) em Funafuti para irmos para o hotel, tomar um banho se fosse possível e depois jantar. Quando saímos da praia, que eh praticamente separada pelas casas e por somente uma rua, da praia do outro lado, eu distraído, não vi que vinha uma moto e acabei por entrar na frente dela. Quando vi a moto, ela já estava em cima de mim. Segurei na moto como pode, fui arrastado por um pequeno trecho até que a moto parou e eu então cai no chão. levantei rapidamente e fui de encontro aos meus amigos que já vinham em eu encontro. O motoqueiro ficou atrás de mim, perguntando se eu tinha me machucado. Eu dizia que estava tudo bem e fui indo embora. Como eu segurei no farol da moto, este acabou quebrando e ficando na minha mão quando caí. depois de afastar um pouco e ficar longe dos olhares das pessoas eu fui ver o que tinha acontecido comigo.

Minha perna estava vermelha, provavelmente encostei em alguma parte quente da moto, o braço estava arranhado e meu joelho doía muito. Meus amigos já estavam me zoando como sempre, dizendo que estava demorando acontecer alguma coisa comigo. Então disse que queria ir para o hotel tomar um banho e fazer curativo na perna. Como em nossas viagens levamos bastante material de primeiros socorros, não precisei procurar atendimento médico. Depois que tomei um banho, fiz os curativos com ajuda dos meus amigos e ficou tudo bem. No final, ficou a zoação de meus amigos dizendo que eu tinha quebrado o farol da moto e fugi correndo do flagrante. Riam muito disto e ficaram dizendo que eu que tinha atropelado o motoqueiro. Me zoaram muito e só pararam quando eu consegui dormir. No outro dia cedo levantei mancando, com o joelho doendo, devido a pancada que recebi na hora em que a moto bateu em mim. Ao sairmos de manhã, disse aos meus amigos para procurarmos o motoqueiro que me atropelou, para eu pagar o conserto da moto já que a culpa tinha sido minha. Não foi difícil encontrá-lo, a maioria das pessoas ali se conhecem.

Por fim, tivemos que ir embora e deixar pra trás Tuvalu, com as promessas de voltarmos antes que a ilha desapareça, talvez para sempre. Foi uma viagem bacana, num país que eh um museu a céu aberto, um povo acolhedor, sorridente, divertido e que com certeza deixará saudades. Jogando com os moradores o Kilikiti, pude ver como o jogo une as pessoas não importa a nacionalidade. Muito show de bola, muito gratificante esta nossa passagem por Tuvalu. Ficará inesquecível em nossas lembranças.
Valeu gente. Até a próxima


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