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sábado, abril 10, 2021

10 MELHORES CACHOEIRAS DE SÃO PAULO / BRAZIL




Nem tudo é concreto no estado da selva de pedras. Se você ainda tem o estereótipo do estado de São Paulo como um lugar anti-natureza, aí estão 10 provas refrescantes de que é possível curtir cachus muito das boas, sendo que algumas estão a poucos quilômetros da capital.
Veja abaixo uma seleção de algumas das mais famosas, acessíveis e bonitas quedas d’água que permeiam o estado de São Paulo. 
01 - CACHOEIRA DO PRUMIRIM, UBATUBA 
Apesar das muitas praias selvagens e populares que se espalham pelo comprido litoral de Ubatuba, é possível passar toda uma estadia por ali curtindo apenas as cachoeiras da cidade.
A Cachoeira do Prumirim é uma das mais famosas. Sua popularidade se dá pelo acesso fácil e a piscina natural que se forma no pé de pequenas quedas sobre uma pedra lisa que é usada como uma espécie de tobogã natural. Dá para combinar a passagem por lá com a Praia do Prumirim, superpróxima. (Ronaldo Tozzi/Wikimedia commons) 
02 - CACHOEIRA DO ELEFANTE, PARQUE ESTADUAL DA SERRA DO MAR 
Na estrada da capital para o litoral de São Paulo às vezes avistamos certos pontos brancos na serra e não temos certeza se são mesmo cachoeiras. Pois são. A Cachoeira do Elefante é uma das mais famosas e pode ser vista já da rodovia Mogi-Bertioga. Quem quer ver de perto pode encarar uma trilha de 9 km e se impressionar com o volume de água. (Rafaelllitoral/Wikimedia commons/Wikimedia Commons) 
03 - CACHOEIRA DA TOCA, ILHABELA 
Tarefa difícil é eleger a melhor cachoeira de Ilhabela. A mais famosa é a Cachoeira da Toca, que diverte crianças e adultos com seu extenso tobogã natural. Há quem afirme que o óleo oferecido como repelente para os borrachudos é um potencializador ideal para que a descida pelo tobogã natural seja "com emoção". O nome da cachoeira vem de uma gruta em formato de toca que fica à beira da piscina natural. (Frederic Jean/Dedoc Abril) 
04 - CACHOEIRA TOQUE TOQUE GRANDE, SÃO SEBASTIÃO 
Não tem muita desculpa para não conhecer a cachoeira de Toque Toque Grande para quem passa pela área em São Sebastião. Essa cachoeira tem um dos acessos mais tranquilos da região.


A trilha não apresenta nenhuma dificuldade e fica pertinho da estrada. Apesar de não ter poço para banho, é possível se molhar na queda d'água. (Gustavo Nascimento/Wikimedia commons/Wikimedia Commons) 
05 - CACHOEIRA DO SALTÃO, BROTAS 
A vista para o cânion é o ponto literalmente alto da Cachoeira do Saltão. São 75 metros de altura, o que faz desta uma das mais altas cachoeiras do estado de São Paulo. A trilha para chegar é tão tranquila (cerca de 10 minutos) que você pode aproveitar e já conhecer outras cachoeiras da propriedade, como a queda da Ferradura e a cachoeira Monjolinho. (Carol da Riva) 
06 - CACHOEIRA DOS VEADOS, PARQUE NACIONAL DA SERRA DA BOCAINA 
A Cachoeira dos Veados tem um dos acessos mais difíceis dentre as cachoeiras que se encontram no Parque Nacional da Serra da Bocaina, na divisa entre os Estados de São Paulo e Rio de Janeiro. As duas quedas d’água que somam 200 metros só são acessíveis pela Trilha do Ouro. A caminhada é intensa e tem pelo menos 5 horas de duração. (Miguel Angelo Pinguelli/Wikimedia commons/Wikimedia Commons) 
07 - QUEDA DE MEU DEUS, ELDORADO 
Junto com a Caverna do Diabo, a Queda de Meu Deus é uma das principais atrações de Eldorado. Você pode conhecer a Queda no mesmo dia em que visita a caverna e ainda combinar com uma trilha que passa por piscinas naturais e outras cachoeiras menores. Quando você chegar lá vai entender o nome do local: vai ser impossível não exclamar um fatídico “MEU DEUS!". (Nathália Gomez/Flickr/creative commons/Flickr) 
08 - CACHOEIRA DO ITAMBÉ, CÁSSIA DOS COQUEIROS 
A 290 km de São Paulo (SP), essa é a grande atração turística do município de Cássia dos Coqueiros. São 84 metros de uma queda de volume considerável.


O acesso é feito por uma trilha tranquila que pode durar cerca de 30 minutos. Há um camping para quem quer estender a estadia para um verdadeiro detox de zica. (Carlos Porto Filho/Flickr/creative commons/Flickr) 
09 - CACHOEIRA DO TOLDI, SÃO BENTO DO SAPUCAÍ 
Mata virgem, pouca movimentação e o som dos passarinhos acompanham a vista da extensa Cachoeira do Toldi. O acesso ao topo requer tempo e algum preparo físico. Mas quem está no trecho entre Campos do Jordão e São Bento do Sapucaí ou está a caminho da Pedra do Baú pode fazer uma parada para conferi-la do mirante (Jsfouche/Wikimedia commons/Wikimedia Commons) 
10 - CACHOEIRA DO PIMENTA, CUNHA 
Para tirar um pouco o foco dos charmosos ateliês de cerâmica que tomam conta de Cunha, vale sair um pouco da cidade e chegar até a Cachoeira do Pimenta. As várias quedas d'água de quase 90 metros antes moviam as turbinas de uma usina hidrelétrica da cidade. Hoje se pode tomar banho no poço aos pés da cachoeira. (Diego Campos/Wikimedia commons/Wikimedia Commons)
VALEU PELA VISITA - SEMPRE VOLTE


Fonte dos textos e fotos: viagemeturismo.abril.com.br / Thymonthy Becker / 



DA JANELA DO TREM VOCÊ CONHECE O MUNDO



SONHOS DE UM VIAJANTE
A ESTRADA
Estava num local usando uma capa muito comprida, tipo estas capas usadas por reis. Tinha na mão esquerda um cajado. Estava de pé sobre uma estrada cujas faixas, todas eram brancas. Teria que caminhar por esta estrada, que ao longe eu via uma grande subida desta estrada, lá no alto deste morro ela se dividia em três. Alguém veio perto de mim e disse que eu teria que caminhar por aquela estrada, na divisão dela em três eu deveria pegar a da esquerda. Depois ela dividiria em três novamente e eu pegaria a da direita e por fim, quando ela dividisse em ter outra vez, eu pegaria a do centro. 


E assim eu chegaria ao destino. Fui então caminhando lentamente e a cada passo que eu dava, batia aquele cajado no chão. Estava muito lentamente e imaginando o quanto eu demoraria em subir aquele e morro e alem do mais, eu já não lembrava qual caminho seguir. Então percebi que na verdade, não estava em nenhuma estrada, mas sim, apenas a pintura de uma estrada no chão e que seria fácil percorrê-la.


6 PASSEIOS INCRÍVEIS EM CAMPINAS / SÃO PAULO / BRAZIL




A vida aqui pulsa freneticamente, e no fim de semana conhecer os seus bons atrativos, torna-se uma programação para famílias.
Nem só de indústrias e empresas de tecnologia vive Campinas. Há programas bem bacanas para ser feito na maior cidade do interior paulista 
Com pouco mais de 1 milhão de habitantes, a vida pulsa freneticamente na cidade, sede de várias empresas de tecnologias e indústrias. Durante a semana, achar um hotel por lá exige uma cansativa procura. 
No fim de semana, a cidade dá uma relaxada e conhecer os seus bons atrativos, torna-se um programaço para famílias com crianças. 
01 - PASSEIO DE MARIA FUMAÇA CAMPINAS-JAGUARIÚNA 
Quem é noveleiro assumido e não perde um capítulo das tramas de época, a chance de já ter visto o trem e uma das estações da ferrovia é bem grande. Fruto da impecável conservação da linha férrea. 
Percorrendo 24 km da antiga Estrada Mogiana, o passeio sai da Estação Anhumas, atrás do Shopping Galeria. Antes da partida, entusiasmados monitores dão uma aula sobre o funcionamento da máquina. Já em movimento, o começo é pouco empolgante, atravessando condomínios residenciais.
Melhora quando surgem as fazendas de café e os monitores novamente entram em cena para contar histórias do fim do século 19. Chegando na bela Estação Jaguary, a pedida é tomar uma gelada no Botequim da Estação ou dar uma circulada na feirinha de artesanato – são 45 minutos até o retorno. Ao todo, o passeio dura três horas e meia, mas há uma versão menor até a Estação Tanquinho, na metade do caminho. 
Horário: Campinas-Jaguariúna (sábado às 10h10 e domingo, às 10h10 e 14h30), Campinas-Tanquinho (sábado às 15h e domingo às 16h30)
Preço: R$ 95 (Campinas-Jaguariúna) e R$ 75 (Campinas-Tanquinho). Meia-entrada para crianças de 6 a 12 anos, maiores de 60 anos, estudantes com carteirinha, portadores de necessidades especiais e professores (mediante apresentação de holerite). Menores de 5 anos não pagam desde que viajem no colo de um adulto. 
Telefone: 19/3207-3637 
Passeio de maria-fumaça: cenário de novelas de época (Eugenio Savio)
02 - FAZENDA TOZAN 
Tudo o que você quer saber sobre a cultura cafeeira é apresentado no passeio a essa fazenda, também conhecida como Monte d’Este. A visitação começa com uma degustação do café colhido no local. Regojizado com a bebida, o grupo parte para conhecer o cafezal e todas as etapas do processo de produção, passando ainda por um pequeno museu do café, a antiga senzala e um mirante com vista para várias cidades da região.
Onde fica: Rodovia Doutor Governador Adhemar de Barros, km 121 (pista Mogi-Mirim/Campinas) 
Preço: R$ 72 (dias úteis) e R$ 83 (fim de semana). Crianças de 5 a 12 anos pagam meia. O agendamento é imprescindível e é preciso formar um grupo de oito pessoas. 
Telefone: 19/3257-2269 
03 - SOUSAS E JOAQUIM EGÍDIO 
As construções históricas, as ruas de paralelepípedo e o cenário de montanhas dos distritos mais turísticos de Campinas atraem uma multidão de famílias nos fins de semana. Para chegar lá é só pegar a Avenida Doutor Moraes Sales, atravessar a Rodovia D. Pedro I e seguir em frente. Em Sousas, a criançada se diverte nas atividades ao ar livre do Belmonte Entretenimento – tirolesa, arvorismo e o sky jump (uma cama elástica gigante em que a criança pula alto, amarrado a uma corda) estão no leque de aventuras.
Mais charmosa, Joaquim Egídio tem uma veia gastronômica mais forte. O Vila Paraíso e o Estação Marupiara apostam em receitas brasileiras e ambiente ao ar livre. Um generoso bufê de antepastos é um dos trunfos do La Campagna, especializado nas receitas da Sicília. 
A rua principal de Joaquim Egídio é uma remissão ao passado (fasouzafreitas/Wikimedia Commons)
04 - LAGOA DO TAQUARAL 
Como o nome sugere, o maior parque campineiro circula uma lagoa, que tem como principal atrativo a réplica da Caravela Anunciação, que trouxe Pedro Álvares Cabral ao país. No entorno da lagoa, a ciclovia e a pista da caminhada favorecem os exercícios físicos.
Se quiser fazer um piquenique, lugar melhor não há na cidade, as centenas de árvores garantem muita sombra. Dentro do parque funciona o Museu Dinâmico de Ciências, com sessões de planetário (domingo às 16h, R$ 8). 
Onde fica: Avenida Heitor Penteado, 1671 (Parque Taquaral) 
Horário: diariamente, das 4h45 às 22h 
Preço: grátis 
Telefone: 19/3256-9959 
Lagoa do Taquaral (Parque Portugal) à noite
05 - BOSQUE DOS JEQUITIBÁS 
É o pulmão verde da região central campineira e faz jus à classificação de bosque, tantas são as árvores do local. Inaugurado em 1880, tem minizoo, serpentário e Museu de História Natural (R$ 2).


Apesar do terreno acidentado, pais com seus filhos são os principais frequentadores. 
Onde fica: Rua Coronel Quirino, 2 (Centro) 
Horário: de terça-feira a domingo, das 6h às 18h 
Preço: grátis 
Telefone: 19/3231-8795 
O Bosque dos Jequitibás fica no coração da cidade e atrai famílias
06 - CAMBUÍ 
Coladinho no Centro, é o bairro do agito. Raras são as (estreitas) ruas desprovidas de bares ou restaurantes. Só no trecho de 850 metros da Rua Doutor Emílio Ribas entre a Avenida Coronel Silva Teles e a Rua Conceição, há uma dezena de estabelecimentos como o portuga Dom Manoel e os movimentados bares Seo Rosa e Boteco São Bento.
A Praça da Imprensa Fluminense opõe o Bar Brejas, cuja carta apresenta mais de 300 cervejas e o City Bar, aquele botecão mesmo, com a fama devida ao pesado bolinho de bacalhau e a cerveja gelada – repare na quantidade de tampinhas presas no asfalto da Avenida Júlio de Mesquita.
Por Fernando Leite
Seo Rosa: um dos endereços da animação no Cambuí (Facebook reprodução)

DA JANELA DO TREM VOCÊ CONHECE O MUNDO




SONHOS DE UM VIAJANTE
A GRANDE ÁRVORE E A CRIANÇA 
Estava em uma casa com outra pessoa e uma criança. No jardim desta casa havia uma grande árvore. Ela tinha as folhas largas, mas tinha os galhos como se fosse uma árvore chorona. Havia alguns insetos voando em volta daquela árvore. Nisto a pessoa que estava comigo disse que os insetos podiam picar a criança. Olhei para a árvore e vi os insetos e vi também que a árvore estava toda florida, então disse a tal pessoa que as flores eram que atraiam os insetos. 


Disse que iria plantar outro tipo de árvore num saquinho e quando ela estivesse da minha altura, eu cortaria aquela grande árvore e plantaria a outra no lugar. Nisto esta pessoa veio com a criança e sentamos embaixo da grande árvore. Então fiquei fazendo cosquinhas no pé daquela criança, que ria muito. Esta criança deveria ter um ano mais ou menos. Quanto mais cosquinhas eu fazia no pé da criança, mas ela queria que eu fizesse.


Encontre aqui seu lugar incrível