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MUSEU CABANGU, SANTOS DUMONT, MINAS GERAIS - Guarda um acervo precioso, tudo original, do genial inventor brasileiro que navegou pelo ar




CONHEÇA O "MUSEU CABANGU", SANTOS DUMONT, MINAS GERAIS, BRASIL

BEM VINDO AO MUSEU CABANGU / CASA ONDE NASCEU ALBERTO SANTOS DUMONT, O PAI DA AVIAÇÃO
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JÁ OUVIU FALAR?
Você já ouviu falar do Museu de Santos Dumont? Não o de Petrópolis, na região serrana do Rio de Janeiro, mas o que fica na cidade onde ele nasceu, passou os primeiros anos da infância e ainda morou no fim da vida. Quase escondido dos olhos do público, a cerca de 220 quilômetros de Belo Horizonte, a Fazenda Cabangu, no município mineiro de Santos Dumont, guarda um acervo precioso do genial inventor brasileiro.
ORIGEM DO NOME
Existem três versões para o significado da palavra "Cabangu":
A primeira, um tanto folclórica, vem da transformação da frase "Acabou o angu", usada pelos antigos moradores na época da construção da ferrovia na região, que com o decorrer do tempo transformou-se em Cabangu.
A segunda seria um local onde residia, na época da Inconfidência Mineira, um caboclo que teria como sobrenome "Cabangu".
A terceira, cuja etimologia seria originária do tupi-guarani, nome do início da região da Mantiqueira: "Caa (mata) / bangu (escura).
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O MUSEU
O Museu de Cabangu é um museu brasileiro, situado a 16 quilômetros do centro da cidade de Santos Dumont, no estado de Minas Gerais. É dedicado à memória do Santos Dumont, o Pai da Aviação.
Conserva-se ainda no sítio onde nasceu o menino Alberto Santos Dumont, a casa onde nasceu, objetos pessoais, fotos e o museu da aviação. No Museu estão depositadas também as cinzas da primeira piloto mulher da aviação brasileira, Anésia Pinheiro Machado.
AQUI A CASA ONDE NASCEU SANTOS DUMONT - REFORMADA -
foto -  Wikipédia
A ENTRADA DO MUSEU EH UMA ESTAÇÃO FERROVIÁRIA - NÃO UTILIZADA - 
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A HISTÓRIA
A família Dumont chegou àquela região da Serra da Mantiqueira em 1872, quando o engenheiro Henrique Dumont foi comandar as obras de construção da estrada de ferro que cortava os vilarejos de João Gomes (atual Santos Dumont) e João Aires. Um ano depois de instalada no lugar conhecido como Cabangu, nasceu Alberto, sexto filho do casal Henrique e Francisca. Mas os Dumont só ficaram ali até 1875. E a casa virou um simples ponto de apoio para os trabalhadores da ferrovia.
Até que, em 1919, Alberto Santos Dumont, já famoso por seus inventos, decidiu retornar à casa natal. Ganhou o imóvel de presente do governo e se tornou um verdadeiro criador de gado. Em meados da década de 1920, teve que deixar Cabangu para tratar da saúde na Europa. Mesmo distante, não escondia o desejo de que o local fosse preservado e doado à nação. Depois de sua morte, em 1932, a população do vilarejo atendeu ao último pedido do filho ilustre. Uma comissão liderada pelo jornalista Oswaldo Castelo Branco se empenhou na transformação da velha residência num museu. Mas o projeto só saiu do papel muito tempo depois. Embora criado pelo governo de Minas em 1956, o parque histórico só foi oficialmente inaugurado em 1973.
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TUDO ORIGINAL
À frente da instituição, Castelo Branco recuperou peças antigas e adquiriu outras tantas em vários cantos do país. No interior da casa e ao redor do parque, espalhou réplicas de aviões, o motor original do primeiro balão, cama, escrivaninha, cartola, óculos e mais objetos do aviador. Mas nem tudo ficou no Cabangu. “Como o terreno da fazenda é muito úmido, não havia condições de deixar ali livros de estudo, cartas e fotografias. Essa documentação ficou até 2006 num quarto em nossa casa, onde, durante muito tempo, não tivemos permissão para entrar”, conta Mônica Castelo Branco, filha do jornalista e atual coordenadora do museu.
E seu pai tinha mesmo motivos para não deixar os filhos pequenos brincarem ali. No meio daquele acervo havia registros preciosos, como sete cartelas de papelão com sequências de 12 a 18 fotografias dos inventos de Santos Dumont, organizadas pelo próprio aviador. “Esses documentos esclarecem detalhes das peças que, mesmo com a ajuda do Museu Paulista e de outras instituições, não tínhamos conseguido resolver”, afirma João Luiz Musa, fotógrafo e professor da USP, que usou essa documentação no livro Alberto Santos Dumont: eu naveguei pelo ar.
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AINDA MEIO ESQUECIDO 
Mesmo com tantos atrativos, o lugar – que conta com recursos municipais e suporte do Ministério da Aeronáutica – ainda continua pouco conhecido. Mônica Castelo Branco acredita que a distância (são 16 quilômetros do centro da cidade até lá) e o pouco incentivo ao turismo no município contribuem para isso. “As próprias pessoas daqui quase não conhecem o museu. E nossos administradores ainda não vêem a cidade como um atrativo histórico”. João Musa acha que falta é investimento do governo. “Em qualquer lugar do mundo, alguém como Santos Dumont teria um enorme apoio”.
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RODOVIA DE ACESSO
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foto - Thymonthy Becker
A ENGEQUISA SE FEZ PRESENTE NO MUSEU DE CABANGU
foto - Thymonthy Becker
A LINHA FÉRREA PASSA NA ENTRADA DO MUSEU
foto - Thymonthy Becker
foto - Thymonthy Becker
foto - Thymonthy Becker
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foto - Thymonthy Becker
AS LOCOMOTIVAS DA "MRS" PASSAM NA PORTA DO MUSEU EM ALTA VELOCIDADE E PUXANDO DEZENAS DE VAGÕES
foto - Thymonthy Becker
foto - Thymonthy Becker
foto - Thymonthy Becker
foto - Thymonthy Becker
foto - Thymonthy Becker
JÁ NO INTERIOR DO MUSEU, NA CASA ONDE SANTOS DUMONT NASCEU, VOCÊ ENCONTRARÁ PEÇAS ORIGINAIS.
AQUI TEMOS O TELEFONE
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ARMARINHO
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A CAMA ONDE SANTO DUMONT DORMIA
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ESTE EH O CHUVEIRO. MUITO LEGAL
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O VASO SANITÁRIO
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O BUSTO
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O MUSEU DE CABANGU ESTÁ SOB A GUARDA DO EXÉRCITO BRASILEIRO E A VISITAÇÃO EH GRATUITA.
foto - Thymonthy Becker
A GENTE SE ENCONTRA EM UM OUTRO LUGAR DE MINAS. ATÉ LÁ ENTÃO.

Fonte / Fotos = IBGE / Thymonthy Becker / Administração Museu Cabangu / Exército Brasileiro / 

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