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CABO DA BOA ESPERANÇA, AFRICA DO SUL - Marco da história das grandes navegações é uma das principais atrações turísticas da Cidade do Cabo, na África do Sul. Nos livros escolares, o cabo da boa esperança é um ponto no extremo sul do continente africano, quase na “esquina” do oceano atlântico com o índico, famoso pelos naufrágios impostos a navegadores portugueses do século 15. O caminho em si vale a visita. Há duas rotas principais para se chegar ao cabo da boa esperança. Uma delas, a que empresas de turismo costumam usar na ida, é a que fica a oeste da famosa Table Mountain, mirante natural da cidade.




CONHEÇA O "CABO DA BOA ESPERANÇA", AFRICA DO SUL - OLHANDO DA JANELA DO TREM
O Cabo da Boa Esperança localiza-se a oeste do que hoje é a Cidade do Cabo. Por sinal, esta cidade surgiu a partir de um posto de reabastecimento estabelecido pelo mercador holandês Jan van Riebeeck em seis de abril de 1652. Mas, ao contrário do que se acreditava na época e ao contrário do que se imagina ainda hoje, o extremo do continente africano é o Cabo das Agulhas. De toda forma, o Cabo da Boa Esperança foi muito importante para a história ocidental.
Uma vez dobrado, Portugal ampliou seu comércio com as Índias ampliando seus lucros, pois não precisava mais se submeter ao domínio das cidades italianas no Mar Mediterrâneo. Esta conquista inspirou também a Espanha e traçou um novo desafio, lançar ao mar rumo ao oeste para chegar ao leste, acreditando que a Terra seria redonda. Como sabemos, essa rota levou ao descobrimento da América. A associação de todos esses eventos é a gênese da globalização do comércio e das relações humanas que o avanço da tecnologia nos apresenta muito mais evoluído hoje.
MARCO DA HISTÓRIA DAS GRANDES NAVEGAÇÕES É UMA DAS PRINCIPAIS ATRAÇÕES TURÍSTICAS DA CIDADE DO CABO, NA ÁFRICA DO SUL
NOS LIVROS ESCOLARES, O CABO DA BOA ESPERANÇA É UM PONTO NO EXTREMO SUL DO CONTINENTE AFRICANO, QUASE NA “ESQUINA” DO OCEANO ATLÂNTICO COM O ÍNDICO, FAMOSO PELOS NAUFRÁGIOS IMPOSTOS A NAVEGADORES PORTUGUESES DO SÉCULO 15.
PARA O NAVEGADOR BARTOLOMEU DIAS, QUE O CRUZOU PELA PRIMEIRA VEZ EM 1488, ERA O CABO DAS TORMENTAS. PARA A COROA PORTUGUESA DE ENTÃO, QUE O REBATIZOU COM O NOME ATUAL, FOI UM MARCO NA DESCOBERTA DA ROTA MARÍTIMA PARA AS ÍNDIAS ORIENTAIS. PARA QUEM VISITA A CIDADE DO CABO, NA ÁFRICA DO SUL, É UM PASSEIO TURÍSTICO QUASE OBRIGATÓRIO, NÃO SÓ PELAS REFERÊNCIAS HISTÓRICAS, MAS TAMBÉM PELA IMPONÊNCIA DA PAISAGEM LOCAL.
LOCALIZADO CERCA DE 50 QUILÔMETROS AO SUL DA CIDADE DO CABO, O CABO DA BOA ESPERANÇA É O PONTO FINAL DA ICÔNICA TABLE MOUNTAIN, CADEIA DE MONTANHAS CONSIDERADA HOJE UMA DAS SETE NOVAS MARAVILHAS NATURAIS DO MUNDO, AO LADO DAS CATARATAS DO IGUAÇU E DO RIO AMAZONAS.
PARA QUEM SAI DA CIDADE DO CABO, O PASSEIO ATÉ LÁ CONSOME UM DIA INTEIRO E INCLUI PARADAS PARA A VISITA DE OUTRAS ATRAÇÕES. UMA DELAS É O PEQUENO PORTO DE HOUT, NA BAIA DE MESMO NOME, DE ONDE SAEM BARCOS PARA A OBSERVAÇÃO DE COLÔNIAS DE LEÕES MARINHOS. OUTRA É A COLÔNIA DE PINGUINS AFRICANOS NA PRAIA DE BOULDERS, UMA DAS TRÊS ÚNICAS NO CONTINENTE, E UMA DAS DUAS LOCALIZADAS NA COSTA CONTINENTAL DA ÁFRICA DO SUL.
O CAMINHO EM SI VALE A VISITA. HÁ DUAS ROTAS PRINCIPAIS PARA SE CHEGAR AO CABO DA BOA ESPERANÇA. UMA DELAS, A QUE EMPRESAS DE TURISMO COSTUMAM USAR NA IDA, É A QUE FICA A OESTE DA FAMOSA TABLE MOUNTAIN, MIRANTE NATURAL DA CIDADE.
ELA PASSA POR BAIRROS NOBRES CHEIOS DE BELAS CASAS EMPOLEIRADAS EM ENCOSTAS ROCHOSAS, E SEGUE PELA VICTORIA ROAD E PELA CHAPMANS PEAK, ESTRADAS ESTREITAS E SINUOSAS, QUE SERPENTEIAM ACOMPANHANDO AS REENTRÂNCIAS DA SILHUETA DOS COSTÕES. HÁ MIRANTES NO CAMINHO, COM VISTAS DE PRAIAS E ENCOSTAS, ONDE É POSSÍVEL ESTICAR AS PERNAS EM BANCOS À SOMBRA DE ÁRVORES CURVADAS PELA INSISTÊNCIA DO VENTO.
PARA QUEM GOSTA, A PROXIMIDADE COM ANIMAIS É OUTRO ATRATIVO DO PASSEIO. NO PORTO DE HOUT, PRIMEIRA PARADA NO TRAJETO, MESMO QUEM DISPENSA O TOUR DE BARCO PODE VER FOCAS NADANDO LANGUIDAMENTE PERTO DO CAIS. EM SIMONS TOWN, É POSSÍVEL CHEGAR A MENOS DE UM METRO DE DISTÂNCIA DOS PINGUINS AFRICANOS QUE FAZEM SEUS NINHOS NAS DUNAS DA PRAIA. LOGO MAIS A FRENTE, JÁ PERTO DA ENTRADA DO PARQUE ONDE ESTÁ O FAROL DO CABO DA BOA ESPERANÇA, É COMUM CRUZAR DE CARRO COM BABUÍNOS À BEIRA DA ESTRADA.
O PONTO ALTO DO ROTEIRO, NO ENTANTO, É MESMO SEU FINAL, OS ÚLTIMOS DOZE QUILÔMETROS QUE SEPARAM A ENTRADA DO TABLE MOUNTAIN NATIONAL PARK DA PONTA DO CABO DA BOA ESPERANÇA.
ALGUMAS EMPRESAS DE TURISMO OFERECEM A OPÇÃO DE O VISITANTE COBRIR ESTE ÚLTIMO TRECHO EM DUAS RODAS, SOBRE UMA BICICLETA – ELAS SÃO TRANSPORTADAS EM REBOQUES PELOS MICRO-ÔNIBUS USADOS NO PASSEIO. É UM TRAJETO LEVE, QUASE TODO EM DESCIDA, QUE VALE O ESFORÇO. NO MEIO DO CAMINHO HÁ AINDA UMA PARADA PARA UM LANCHE DE ALMOÇO.
A VEGETAÇÃO DO PARQUE É QUASE TODA RASTEIRA, FORMADA POR PEQUENOS ARBUSTOS, MUITOS DELES COM PEQUENAS FLORES. TRATA-SE, NA VERDADE, DE UMA DAS MAIORES CONCENTRAÇÕES DE ESPÉCIES DE PLANTAS DO GÊNERO EM TODO O CONTINENTE AFRICANO. SÃO CONTADAS AOS MILHARES. HÁ TAMBÉM ANIMAIS SOLTOS NO PARQUE, COMO EMAS, ZEBRAS, ANTÍLOPES, BABUÍNOS E RAPOSAS.
NO FIM DA ESTRADA, HÁ UMA PLACA NA QUAL SE LÊ, EM INGLÊS E AFRICÂNER, A INSCRIÇÃO “CABO DA BOA ESPERANÇA – O PONTO EXTREMO DO SUDOESTE DO CONTINENTE AFRICANO”, ACOMPANHADA DA LATITUDE E LONGITUDE LOCAL. DE LÁ, É POSSÍVEL SUBIR O COSTÃO POR UMA TRILHA E OBSERVAR DE CIMA A BELA VISTA DAS PRAIAS NO ENTORNO.
O CAMINHO MORRO ACIMA LEVA AINDA AOS FARÓIS CONSTRUÍDOS NA PONTA DO CABO DA BOA ESPERANÇA, E DE ONDE SE TEM A MELHOR VISTA DA COSTA QUE DEIXOU VIÚVAS TANTAS GAJAS PORTUGUESA

Fonte dos textos e fotos: ig.com.br / Thymonthy Becker / Divulgação / 

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