Pular para o conteúdo principal

13 PRATOS TÍPICOS BRASILEIROS QUE DÃO ÁGUA NA BOCA - Pratos tradicionais de norte a sul do país e sugestões de onde apreciá-los




CONHEÇA "13 PRATOS TÍPICOS BRASILEIROS" QUE DÃO ÁGUA NA BOCA
01 - CHURRASCO DE PICANHA, PRATO TÍPICO BRASILEIRO 
Não há churrasco igual ao feito no Rio Grande do Sul – pelo menos segundo os gaúchos. Os mais tradicionalistas abominam rodízio (ou espeto corrido) e torcem o nariz para bufê de salada. Para eles, a farinha de mandioca é a melhor companhia para a carne. Também não têm interesse pelo filé-mignon - suas preferências são a costela e a picanha.Muitas churrascarias de Porto Alegre servem, à la carte, carnes de boi, porco, carneiro e galeto no espeto, temperadas só com sal grosso, que impede o ressecamento e garante sabor e maciez. Quem prepara: Barranco, Fazenda Barbanegra, Portoalegrense, Santo Antônio e Vermelho Grill, em Porto Alegre (RS) (Thinkstock) 
02 - CUMBUCA DE FEIJOADA COM LARANJA, ARROZ, COUVE E CAIPIRINHA 
Presente em cardápios de todo o país e famosa até no exterior, ela faz jus ao título de prato nacional. Embora existam muitas versões da receita, prevalece a servida na cidade do Rio de Janeiro, onde surgiu o primeiro registro do termo "feijoada". Na panela, acrescido de carne-seca, paio, linguiça, lombo, costela, pé, orelha e rabo de porco, o feijão-preto rende um saboroso e consistente caldo, servido com arroz, laranja, torresmo e couve (em diversos lugares, também com linguiça frita e banana à milanesa). Antes de ir para o fogão, as carnes precisam ser dessalgadas, processo que deve começar pelo menos um dia antes do cozimento. Quem prepara: Academia da Cachaça, Aconchego Carioca, Bar do David, Bar do Mineiro, no Rio de Janeiro (RJ) (Divulgação) 
03 - COMIDAS TÍPICAS DO NORDESTE - CARNE DE SOL 
Um banquete de carne de sol inclui sempre feijão-verde, macaxeira, farofa d'água, pirão de leite e vinagrete. Mas não se deixe enganar pelo nome do ingrediente principal: a carne salgada descansa previamente na geladeira ou em câmara fria, e não no sol, que a deixaria mais dura e desidratada, originando a famosa carne-seca. Extraída de coxão mole ou duro, a peça é assada na grelha ou frita na manteiga de garrafa. Quem prepara: Cabana do Sol, em São Luís (MA) (Heudes Regis) 
04 - COMIDAS TÍPICAS DO NORTE – TUCUPI 
Principal ingrediente da cozinha do Pará, o tucupi é extraído do suco da raiz da mandioca-brava, que precisa ser fervido demoradamente para perder o venenoso ácido cianídrico. No último estágio adicionam-se chicória, alfavaca e sal. É no equilíbrio entre esses temperos e o tempo de fervura que se obtém o líquido fundamental na receita do pato no tucupi. No tacacá, um caldo inspirado na culinária indígena, o tucupi dá um toque na combinação entre goma de mandioca, camarão seco, pimenta-de-cheiro e jambu Quem prepara: Lá em Casa, Remanso do Bosque e Na Telha, em Belém (PA) (Alexandre Schneider) 
05 - ACARAJÉ, PRATO TÍPICO DA BAHIA 
Chamado de acará na língua iorubá, o bolinho de feijão-fradinho, frito em azeite de dendê, é recheado com vatapá, camarão seco e vinagrete. Paladares desacostumados devem responder "Não" à pergunta "Com pimenta?", repetida pelas baianas nas barracas de Salvador. As melhores ficam no Farol da Barra, e costumam aparecer por lá à noitinha. Quem prepara: as baianas em suas barracas. As mais famosas são de Dinha e de Regina (Largo de Santana, Rio Vermelho), de Cira (Largo de Itapuã, em Itapuã, e Largo da Mariquita, no Rio Vermelho) e de Sônia (Farol da Barra). Dentre os estabelecimentos, há a padaria Perini, e os restaurantes Yemanjá e Dona Chika-ká, em Salvador (BA) (Thinkstock) 
06 - COMIDAS TÍPICAS DO SUL – OSTRA 
Nas águas de Florianópolis as ostras encontram as condições ideais para se desenvolver. O canal entre a ilha e o continente recebe um fluxo constante de nutrientes marinhos, sob temperatura amena. Ali o molusco está pronto para o consumo em apenas oito meses - em outras regiões, o ciclo completo pode chegar a quatro anos. Por isso, a ilha é a maior produtora da iguaria no país. No bairro de Ribeirão da Ilha, as criações ficam ao lado dos restaurantes, que servem as versões no bafo e gratinada, as mais pedidas, e in natura, a preferida dos gourmets. Na hora de comer, observe se a ostra tem aparência de hidratada e cheira à maresia, características de seu frescor. Quem prepara: Ostradamus, Porto do Contrato e Rancho Açoriano, em Florianópolis (SC) (Heudes Regis) 
07 - FRANGO AO MOLHO PARDO, COMIDA TÍPICA DE MINAS GERAIS 
Antes de ir à mesa, a ave guisada (ensopada) e em pedaços é acrescida do próprio sangue, colhido no momento do abate e misturado ao vinagre para não coagular. O resultado é um molho escuro - daí o nome do prato. Em Portugal, de onde a receita foi trazida, se chama "galinha à cabidela", e a técnica de preparo com sangue estende-se a aves como pato, ganso e marreco. Na cozinha mineira, o frango aparece em outras duas receitas tradicionais, com folhas de ora-pro-nóbis e com quiabo. Quem prepara: Xapuri, Dona Lucinha e Emporium, Belo Horizonte (MG) (Fernando Lemos) 
08 - COMIDAS TÍPICAS DO CENTRO-OESTE - PEIXES DO PANTANAL 
De carne consistente, o pintado pode ser saboreado grelhado, à urucum (com creme de leite, leite de coco, molho de tomate e mussarela), ensopado com mandioca, no prato conhecido como mojica de pintado. Já o dourado solta as espinhas se for assado lentamente. Do pacu se comem as longas costelas fritas (ventrechas). E a piraputanga é assada na brasa e servida sem espinhas. Quem prepara: Kaskata Flutuante e Chopperia Beira-Rio, em Cáceres (MT); Amarelinho e O Casarão, em Aquidauana (MS) e Ceará, em Corumbá (MS). (Priscila Zambotto) 
09 - COMIDAS TÍPICAS DO SUDESTE - MOQUECA CAPIXABA 
Carro-chefe da maioria dos restaurantes da costa do Espírito Santo, a moqueca capixaba é feita na tradicional panela de barro - comprada, de preferência, na Associação das Paneleiras de Goiabeiras, em Vitória. Nela, cozinha-se um bom filé de peixe em molho à base de tomate, coentro, cebola, cebolinha, azeite e urucum. Em muitos locais, camarões e outros frutos do mar também entram no preparo. Levado à mesa na panela fumegante, o prato é acompanhado de pirão, moqueca de banana e arroz. Quem prepara: Papaguth, Pirão e São Pedro, em Vitória (ES); Espera Maré e Timoneiro, em Vila Velha (ES) (Ormuzd Alves) 
10 - COMIDAS TÍPICAS DO SUDESTE - MARISCO LAMBE-LAMBE 
A farta porção dos pequenos moluscos, cozidos em molho à base de vinho branco, tomate, alho, cebola e azeite, tornou-se um delicioso motivo de parada na matriz do restaurante Dalmo Bárbaro, na Baixada Santista, em São Paulo. Para muitos habitués, o prato, servido desde 1963, faz parte das memórias de infância. Com o tempo, a fama da receita passou a ser disputada por outras casas da região, como o Joca, que chega a vender 1 tonelada de marisco em um fim de semana. Quem prepara: Dalmo Bárbaro e Restaurante do Joca, no Guarujá (SP) (Priscila Zambotto) 
11 - COMIDAS TÍPICAS DO SUL - COZINHA AÇORIANA
Enraizada em Santa Catarina, a cozinha açoriana ganhou novas feições em 1777, quando os espanhóis invadiram Florianópolis e forçaram os imigrantes a fugir para outros pontos do litoral. Na Baía de Itapocorói, atual Penha, o contato com os índios ampliou o alcance dessa culinária, baseada em peixes, frutos do mar e temperos como pimenta e coentro. A farinha de mandioca, tão indígena, foi parar no pirão. A tradição reza que as postas de peixe devem ser servidas em um recipiente de barro, de boca larga, chamado alguidar. Quem prepara: Pirão DÁgua, em Penha (SC) (Ricardo Freire) 
12 - ARROZ COM PEQUI, PRATO TÍPICO DA CULINÁRIA DE GOIÁS 
A culinária goiana é semelhante à mineira, mas também tem suas peculiaridades. Entre elas, a mais famosa é o pequi, uma fruta típica do cerrado que já fazia parte do cardápio dos índios da região, e que foi incorporada às receitas dos bandeirantes que desbravaram o Estado. Uma das maneiras mais goianas de preparar o pequi é cozinhando-o com arroz. Ele fica amarelinho e com cheiro e sabor bem característicos. É preciso ter cuidado ao comer o pequi, já que a semente do fruto contém milhares de pequenos espinhos em seu interior. Para saboreá-lo, basta roer sua superfície com cuidado, retirando a polpa e descartando o caroço, sem mordê-lo. Quem prepara: Banana Menina, Brioso & Manhoso, Cabaça de Mel e Chão Nativo, em Goiânia (GO) (Luiz Manoel Vasconcelos) 
13 - CALDINHO DE SURURU, PEIXE, MAÇUNIM E CAMARÃO DO BAR MASSAGUEIRINHA, EM MACEIÓ (AL) 
Em Alagoas, os moluscos sururu e maçunim vivem na lama das lagoas e medem, no máximo, dois centímetros. Eles são encontrados em bares da região metropolitana de Maceió, próximos às regiões em que são encontrados. Nos restaurantes da cidade, eles são servidos como entrada, acompanhados de leite de coco, ou preparados na concha - o sururu de capote -, ou na composição de molhos de pescados. Quem prepara: Massagueirinha, Akuaba e Oca, em Maceió (AL) (Romero Cruz)

VALEU PELA VISITA - SEMPRE VOLTE


Fonte / Fotos = viagemetuyrismo.abril.com.br / Thymonthy Becker 

Esta postagem saiu primeiro em VIAGEM (Editora Abril)

Comentários

Páginas que receberam mais visitas

BAEPENDI, MINAS GERAIS - A terra de "Nhá Chica". Baependi é um convite para se deslumbrar com as mais de cinqüenta cachoeiras que cercam a cidade. Na natureza preservada no município estão cerca de 40% do parque ecológico do papagaio, é local ideal para fazer trilhas e acampar em paradisíacos lugares. Baependi é uma das poucas cidades que podem ser visitadas durante qualquer época do ano, sem se preocupar com a programação que irá encontrar pois, o verão é bem definido, sendo um convite para se deslumbrar com as mais de cinqüenta cachoeiras que cercam a cidade e o inverno pouco chuvoso propicia inúmeras opções para enfrentar trilhas e acampar em paradisíacos lugares. A religiosidade ocupa lugar de destaque como um dos fatores que mais atraem os visitantes, uma vez que Baependi foi o lugar onde a serva de Deus, Nhá Chica, concedeu suas graças, hoje em dia inúmeras romarias de diversas partes do país têm como destino o Santuário de Nhá Chica, onde também se encontram seus restos mortais.

COLORADO, RIO GRANDE DO SUL - Será que tem gremista em Colorado? Claro que tem. Colorado é uma pequena cidade do Alto Jacuí. Fundada por imigrantes italianos e alemães. O município tem como base da economia a produção agrícola. Cenários de belezas, cores e aromas que seduzem os turistas. Cenários de belezas, cores e aromas que seduzem os turistas

REPRESA DE FURNAS, SÃO JOSÉ DA BARRA, MINAS GERAIS - No dia 9 de janeiro de 1963 o túnel que desviou o curso do rio Grande para a construção da Usina de Furnas foi fechado e as águas que formaram um dos maiores reservatórios do mundo, criou praias, formou cânions e cachoeiras, inundou vilarejos e mudou para sempre a história dos 34 municípios que ficam ao longo dos 1.440 km2 de extensão do Lago de Furnas. Destes, Capitólio se destaca por oferecer as melhores opções de serviços e infraestrutura turística. Os passeios náuticos, os esportes aquáticos, a pesca esportiva e a exuberância natural são pontos fortes da região, que abrange também parte do Parque Nacional da Serra da Canastra, onde nasce o Rio São Francisco, o "Velho Chico". O Lago de Furnas, também conhecido como "O MAR DE MINAS", é quatro vezes maior que a Baía de Guanabara, no Rio de Janeiro.

BRASÍLIA, DF, BRASIL - Brasília é formada por gente de todos os lugares, todas as idades e de muitas gerações. É uma mistura de sotaques do Nordeste, Sudeste, Norte e Sul do país e até de estrangeiros. Por conta de seu rápido crescimento, já é a quarta cidade mais populosa do país. A maioria dos moradores, 52%, é mulher e tem em média 30 anos. Os primeiros habitantes que chegaram a Brasília vieram, principalmente, atraídos pelos empregos na construção civil e ajudaram na construção da capital. Eles eram chamados de candangos e aqui construíram e criaram famílias. Desses, surgiram os “brasilienses”, o gentílico usado para quem nasceu aqui e adotado por quem veio de fora e assumiu a cidade como sua.

TOMBOS, MINAS GERAIS - Na cachoeira três tombos, verdadeira obra da natureza de imensurável beleza que constitui um cartão postal da cidade com 62 metros de altura. A Gruta Pedra Santa localizada no distrito de Catuné, uma obra construída pela própria natureza. Ao longo do tempo a grande pedra foi desintegrando-se e formou-se um grande salão, onde ergueu-se a capela em Honra a Nossa Senhora de Lourdes. Praças diversas, museu municipal que funciona na antiga estação ferroviária, usina hidrelétrica de Tombos e os dois distritos “Catuné” e “Água Santa” valem uma visita à cidade de Tombos

IGATU, ANDARAÍ, BAHIA - Eh uma verdadeira cidade de pedra. "Sagrada" pra quem viveu lá durante o auge do ciclo do diamante. O trajeto até a vila já é uma atração: a estrada de acesso pela BA-142 é cheia de mirantes naturais. Ao chegar, a impressão é de ter voltado no tempo, quando igatu era chamada de Xique Xique e famosa pela extração de diamantes. Hoje não há farmácias, o hospital mais próximo fica em Andaraí, a 12 km. Em outros tempos quem diria? Cabarés, cassinos, lojas, cadeia, cartório, cinema...

RIO DE JANEIRO, BRASIL - Do primeiro ao último minuto do ano, não falta o que fazer, o que visitar e o que rever no Estado do Rio de Janeiro, que não por acaso ostenta o rótulo de Maravilhoso. Além das praias e de seus outros dois ícones geográficos – o Corcovado e o Pão de Açúcar – o Rio vem ganhando uma série de atrativos culturais e gastronômicos. Quem deixa a capital e percorre o litoral fluminense encontra praias de beleza raríssima. Ao norte, na Região dos Lagos, estão as dunas de Cabo Frio, as águas translúcidas e frias de Arraial do Cabo, boas para mergulho, a badalação de Búzios e as trilhas rurais de Rio das Ostras. De frente para a Baía da Guanabara, Niterói mostra que a vista para a cidade do Rio não é o único atrativo. Além de oferecer, na sua face voltada para o alto mar, trechos de areia ideais para quem quiser fugir do agito de Ipanema e Copacabana, o município começa a explorar o legado das construções assinadas por Oscar Niemeyer, entre elas o famoso Museu de Arte Contemporânea.

GRAMADO, RIO GRANDE DO SUL - Faltava neve à Gramado para que ela assumisse de vez o título de “Suíça brasileira”. Não falta mais: o Snowland, primeiro parque de neve artificial indoor das Américas, trouxe esportes de inverno à cidade, que já era famosa pelas construções enxaimel (aquelas de paredes esquadrinhadas com tirantes de madeira), pelas fondues nos bons restaurantes suíços e pelo climinha gostoso da Serra Gaúcha.

CAMPO BELO, MINAS GERAIS - A primeira cidade do Brasil a ter um time de Rugby (Campo Belo Rugby - CBR) A cidade tem paisagens deslumbrantes com campos a perder de vista. Ideal para a prática de esportes de aventura, ecoturismo, esportes náuticos com várias cachoeiras, praias de água doce além da tradicional e boa comida mineira. Uma cidade tranquila, acolhedora com boas opções para hospedagem

SERRA DO NAVIO, AMAPÁ - A História da Serra do Navio remonta aos anos 1950. A região era rica em manganês e outros minérios. Por isso, a brasileira ICOMI, com sede em Belo Horizonte e atuação em Minas Gerais, foi escolhida para explorar o minério e construir a vila operária, que daria origem à cidade de Serra do Navio. Cada vila tinha 330 casas, prédios coletivos (escolas, hospitais, refeitórios), abrigando até 1.500 pessoas, entre trabalhadores e familiares. Tinha ruas largas, postes de concreto para a fiação elétrica e telefônica, calçadas, parques, clubes com piscina, quadras esportivas, restaurante e lanchonete, drenagem de águas das chuvas e tratamento de água e esgoto. Todas as casas tinham mais de 90m² e contavam com saneamento e energia elétrica, proveniente de geradores da ICOMI.