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OLINDA, PERNAMBUCO - Há quem só volte os olhos para Olinda na época do Carnaval, quando 2 milhões de foliões lotam suas ladeiras, entre bonecos gigantes e dançarinos de frevo. Mas a magia da cidade se mantém ao longo do ano: o conjunto de igrejas barrocas é espetacular, e o casario colonial abriga cafés e ateliês de arte. Ao circular pelo Centro histórico, repare na sonoridade local, que vai dos tambores do maracatu e do coco às melodias dos grupos de seresteiros. No Alto da Sé, além de tirar a clássica foto panorâmica, prove as tapiocas das barraquinhas.




CONHEÇA A CIDADE DE "OLINDA", PERNAMBUCO, BRASIL - DA JANELA DO TREM
Há quem só volte os olhos para Olinda na época do Carnaval, quando 2 milhões de foliões lotam suas ladeiras, entre bonecos gigantes e dançarinos de frevo. Mas a magia da cidade se mantém ao longo do ano: o conjunto de igrejas barrocas é espetacular, e o casario colonial abriga cafés e ateliês de arte. Ao circular pelo Centro histórico, repare na sonoridade local, que vai dos tambores do maracatu e do coco às melodias dos grupos de seresteiros. No Alto da Sé, além de tirar a clássica foto panorâmica, prove as tapiocas das barraquinhas.
Listada pela Unesco como Patrimônio Cultural da Humanidade, Olinda possui templos católicos de singular beleza, como a suntuosa e ricamente decorada Basílica de São Bento, o Convento de São Francisco e suas quatro capelas com azulejos portugueses e a Igreja da Sé, de onde se tem a clássica panorâmica da cidade, tendo Recife e o mar como pano de fundo.
COMO CHEGAR
O aeroporto mais próximo de Olinda é o de Jaboatão de Guararapes, na região metropolitana do Recife, que possui diversos voos operados por Tam (www.tam.com.br), Gol (www.voegol.com.br), Azul (www.voeazul.com.br) e Avianca (www.avianca.com.br), para as principais cidades do país.
Da capital, distante apenas 10 km, o meio de transporte mais confortável é o táxi.
Para quem vem de carro do norte, a rota mais comum é entrar em Pernambuco pela BR-101 e depois tomar PE-015 depois de Abreu e Lima.
COMO CIRCULAR
O Centro Histórico do Olinda é compacto e é fácil cobrir todos os principais pontos turísticos a pé (se for cadeirante ou tiver dificuldade de locomoção, vale a pena fechar um preço fixo com um táxi). Começando pela Praça do Carmo, suba a rua São Francisco e visite o Convento, famoso pelas paredes azulejadas e a vista da orla. Siga então rumo à Sé e de lá perca-se pela ruas Saldanha Marinho, do Amparo e a Ladeira da Misericórdia, sem esquecer-se da esquina dos Quatro Cantos, o epicentro das manifestações carnavalescas, antes de terminar o roteiro na Basílica de São Bento.
ONDE FICAR
A maioria dos visitantes costuma fazer um bate e volta de um dia desde a capital, mas se optar por ficar em Olinda, há algumas boas pousadas na cidade. O GUIA QUATRO RODAS BRASIL selecionou quatro endereços, incluindo o agradável Hotel Sete Colinas e a bem localizada Pousada dos Quatro Cantos.
ONDE COMER
Olinda guarda algumas boas surpresas na área gastronômica. O principal deles é o estrelado Oficina do Sabor, especializado em comida nordestina, do chef César Santos. Aqui há também uma casa do "grupo" Beijupirá e as ótimas tapiocas do Alto da Sé, feitas no fogo de carvão.
QUANDO IR
Faz calor praticamente o ano todo e as chuvas só incomodam entre abril e julho. O Carnaval exige reserva de hospedagem com bastante antecedência, seja qual for seu destino na região.
Outros eventos incluem o Arte em Toda Parte (segunda quinzena de novembro), Festa Literária Internacional de Pernambuco (novembro) e Fenarte, Feira Nacional de Artesanato (julho).
Carnaval
Dos grandes carnavais de rua do país, o de Olinda é um dos mais democráticos e populares. Aqui não há sambódromos, trio elétrico, corda ou abadá: as ladeiras são tomadas pelo povo, que se mistura aos blocos de bonecos gigantes numa massa única de foliões. Fantasias, máscaras de papel machê, sol quente, latas de cerveja, sacadas superlotadas e muita animação dão o tom da festa, sempre ao som de frevo, samba, maracatu, caboclinho e afoxé.
Desde 1932, nos primeiros minutos do domingo, o Homem da Meia-Noite, é a primeira alegoria a sair. O grande encontro de bonecos ocorre na terça-feira, mas a festa não para por aí. Quarta-feira de Cinzas ainda tem o Bacalhau do Batata, último bloco a desfilar. Detalhes em www.programacaocarnavalrecife.com.br.
Desde o Império, a Câmara de Olinda acumulava as funções do Poder Executivo e já possuía seu arquivo. Em 1975 foi criado o serviço de Arquivo Público Municipal, voltado para o recolhimento e preservação de documentos em fase permanente. Em 1983 foi criado o Arquivo Público Antonino Guimarães na casa da antiga residência da família Coelho Leal, na Rua de São Bento 153.
O Patrimônio Documental de Olinda extrapola a função local, para ser de interesse da comunidade cientifica e dos órgãos nacionais e internacionais. Seu acervo é basicamente de documentação acumulada e/ou produzida pelo Poder Executivo Municipal, com datas limites de final do século XVI até fins da década de 1970. A documentação encontra-se dividida em três grandes grupos: Textual, Cartográfica e Iconográfica. No acervo constam obras raras, do século XVII ao XX.
BEM VINDO A CIDADE DE OLINDA. CAPITAL BRASILEIRA DA CULTURA
foto - Wikipédia
AQUI A PRAIA DE OLINDA, PE
foto - Niani
PALÁCIO DOS GOVERNADORES - SEDE DO PODER EXECUTIVO - PREFEITURA MUNICIPAL DA CIDADE DE OLINDA, PE
Construído no século XVII, foi o antigo Paço dos Governadores Gerais do Brasil, de onde o País foi três vezes governado. Em 1824, nele se instalou a Assembléia Constituinte e Legislativa da Confederação do Equador. Ao longo dos anos, o prédio passou por várias restaurações. Mantém, atualmente, o estilo neoclássico de sua fachada. Apresenta assoalho em ipê, escadaria original em cedro e o piso em mosaico. Atualmente, é sede da Prefeitura Municipal de Olinda.
foto - Maurício F. Pinho
FACULDADE NA CIDADE DE OLINDA, PE
foto - Kátia Cris
BIBLIOTECA PÚBLICA DA CIDADE DE OLINDA, PE
Criada por Decreto Imperial em 07/12/1830, a Biblioteca Pública de Olinda foi instalada no Convento de São Francisco, sendo a 1ª de Pernambuco e a 5ª do Brasil. Com a transferência da Faculdade de Direito de Olinda para o Recife, o espaço ficou sem funcionar durante várias décadas, sendo restabelecida através da Lei n° 4329/1983. Restaurada em 1996, a casa onde está instalada a Biblioteca Pública de Olinda é uma das construções mais antigas do município. Foi pintada por Franz Post, no século XVII.
foto - PMO

MARACATU EM OLINDA, PE
foto - Wikipédia
BONECOS DE OLINDA, PE
foto - Wikipédia
MERCADO VER-O-PESO NA CIDADE DE OLINDA, PE
foto - Niani
MUSEU DO MAMULENGO NA CIDADE DE OLINDA, PE
foto - Maurício F. Pinho
PRAÇA DO RELÓGIO EM OLIONDA PE
foto - Niani
foto - Niani
MAC - MUSEU DE ARTE CONTEMPORÂNEA EM OLINDA, PE
O prédio do MAC é datado de 1765 e foi projetado para ser o Aljube da Diocese. Palavra de origem árabe, aljube significa cárcere, masmorra, tendo aqui outra significação restrita de “cárcere de foro eclesiástico”, utilizado para o recolhimento de homens e mulheres acusados de delitos contra a religião Católica Romana, sob jurisdição eclesiástica. O conjunto Aljube e Capela, foi restaurado e tombado no ano de 1966 pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN).
O museu conta com um acervo de mais de 4 mil obras das mais variadas técnicas, épocas e estilos, indo desde o academicismo francês até a contemporaneidade, e reúne obras de grandes nomes como Portinari, Cícero Dias, Eliseu Visconti, Djanira, Telles Junior, Wellington Virgolino, Di Cavalcanti, João Câmara, Guinard, Adolph Gottielib, Burle Max, Francisco Brennand, entre outros
foto - PMO
SEDE DO PODER LEGISLATIVO - CÂMARA DE VEREADORES DA CIDADE DE OLINDA, PE
foto - Niani
RECIFE AO FUNDO EM OLINDA, PE
foto - Wikipédia
VISTA PARCIAL DA CIDADE DE OLINDA, PE
foto - Wikipédia
GIRADOURO DO COMPLEXO SALGADINHO EM OLINDA, PE
foto - Wikipédia
CENTRO HISTÓRICO - PATRIMÔNIO CULTURAL DA CIDADE DE OLINDA, PE
Além de igrejas seculares, Olinda abriga em seu Sítio Histórico, diversos monumentos que retratam uma parte importante da história do Brasil. São construções seculares, que se mantêm vivas por seu uso contínuo. Também são monumentos de Olinda, construções do século XX, como, por exemplo, o prédio da caixa d'água, a primeira construção modernista erguida no Brasil. ( fonte: visiteaBahia.com.br )
Além de sua beleza natural, Olinda é também um dos mais importantes centros culturais do Brasil. Foi declarada, em 1982, Patrimônio Histórico e Cultural da Humanidade, pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura.
foto - Niani
foto - Niani
foto - Maurício F. pinho
foto - Niani
foto - Matias Fogliacco
foto - Niani
foto - Niani
foto - Niani
foto - Quasebart
foto - Niani
foto - Niani
foto - Niani
foto - Niani
foto - Maurício F. Pinho
foto - Niani
IGREJA DE NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO E CONVENTO SANTA TEREZA NA CIDADE DE OLINDA, PE
Construído no século XVI, o prédio é um dos recolhimentos de freiras mais antigos do Brasil. Em 1631, foi saqueado e incendiado pelos holandeses. Após a Restauração Pernambucana, foi reconstruído por Fernandes Vieira, passando a funcionar como casa religiosa de recolhimento para mulheres abandonadas.
A fachada é composta de belo átrio com três arcadas de entrada. O frontispício é decorado por volutas, culminando com uma cruz ladeada por obeliscos. Merecem especiais destaques, a imagem de Nossa Senhora da Conceição, com riquíssima pintura em ouro e policromia. O teto da Igreja possui importantes medalhões e pinturas da Virgem Maria, entre as quais, a célebre visão de “Nossa Senhora do Leite”.
foto - Quasebart
foto - Niani
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IGREJA E MOSTEIRO SÃO BENTO, SEU INTERIOR E NO CONTEXTO DA PRAÇA EM OLINDA, PE
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foto - Wikipédia
foto - Maurício F. Pinho
IGREJA DA SÉ E NO CONTEXTO DA PRAÇA EM OLINDA, PE
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IGREJA DE SÃO PEDRO APÓSTOLO EM OLINDA, PE
A construção da Igreja de São Pedro Apóstolo, foi posterior à Restauração Pernambucana, da segunda metade do século XVIII. Contudo, a instalação de sua irmandade na cidade de Olinda é anterior à construção de sua igreja, datando de 1711.
Inicialmente, a irmandade de São Pedro Apóstolo se instalou na Matriz de São Pedro Mártir, na Ribeira, passando depois para a Igreja São Pedro Apóstolo, quando o outro templo foi destruído no começo do século. Sua fachada é composta por uma porta que é alcançada por uma pequena escadaria e por duas janelas na parte superior, ladeando um brasão simbolizando São Pedro.
foto - Niani
IGREJA DO CARMO E NO CONTEXTO DA PRAÇA EM OLINDA, PE
Construída em 1580 como Capela de Santo Antônio e São Gonçalo, o prédio passou, em 1581, a ser o Convento do Carmo, tornando-se o mais antigo templo da Ordem dos Carmelitas no Brasil. O local possuía o maior sino da cidade, sendo retirado e transformado, em 1630, em armamento pelas tropas holandesas. Nesta época, os flamengos obrigaram os frades a abandonarem a igreja e o convento que já estava em fase de conclusão.
Em 1720, graças aos esforços dos portugueses, o prédio, danificado pela ação dos holandeses, foi reconstruído. Sua modulação obedeceu ao estilo barroco da época. O altar-mor possui três nichos: o mor, com a imagem da padroeira em estilo barroco e as laterais, dedicados aos santos fundadores da Ordem dos Carmelitas (Santo Elias e Santo Eliseu).
foto - Niani
foto - Niani
IGREJA DO BOM JESUS DO BONFIM NA CIDADE DE OLINDA, PE
Construído no século XVIII, no ano de 1758, o templo foi levantado por um morador no local onde, anteriormente, havia um nicho dedicado ao Senhor Bom Jesus do Bonfim. Foi reedificada em 1801 e 1919. Apresenta como destaque, no seu interior, inúmeras imagens sacras e o altar-mor. É uma das Igrejas do Brasil a possuir uma imagem do Bom Jesus do Bonfim.
foto - Niani
IGREJA DE NOSSA SENHORA DO AMPARO E TORRE EM OLINDA, PE
Situada no Largo do Amparo, a Igreja de Nossa Senhora do Amparo foi construída em 1613 pela Irmandade de Nossa Senhora do Amparo dos Homens Pardos. Menos de duas décadas depois de construída, a Igreja foi destruída, parcialmente, por um incêndio causado pelos holandeses, em 1631. Em 1644, o prédio da Igreja foi reedificado.
Na Igreja de Nossa Senhora do Amparo, existe um único corredor lateral à nave, do lado do Evangelho. Durante a última restauração, concluída em 1992, deixaram aflorar azulejos seiscentistas portugueses que estavam encobertos por um forro de madeira. O templo nunca foi concluído em sua totalidade.
foto - Niani
foto - Niani
IGREJA DE NOSSA SENHORA DAS NEVES, SUA LATERAL, TORRE NO CONTEXTO, DETALHE DA JANELA E CONVENTO SÃO FRANCISCO NA CIDADE DE OLINDA, PE
Construído inicialmente em 1585, com projeto do frei Francisco dos Santos, o Convento foi o primeiro estabelecimento franciscano do Brasil. É formado por um conjunto que inclui a Igreja de Nossa Senhora das Neves, a Capela de São Roque (a mais antiga Capela da Ordem Terceira Secular existente no país), o claustro (com 16 painéis de azulejos portugueses que retratam a vida e a morte de Francisco de Assis) e a sacristia.
Nesses conjuntos, chama a atenção o rico trabalho de talha em madeira do teto, com caixotões contendo pinturas do século XVIII. Sua capela-mor conventual é parte da primeira igreja primitiva, projetada antes do incêndio causado pelos holandeses em 1631. Atualmente, a igreja apresenta elementos arquitetônicos raramente utilizados na região, como a galilé e a arcada, originários das igrejas de três naves.
foto - Niani
foto - Niani
foto - Niani
foto - Niani
IGREJA DE NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS EM OLINDA, PE
foto - Niani
IGREJA DA MISERICÓRDIA NA CIDADE DE OLINDA, PE
Construída em 1540 por ordem da Coroa Portuguesa, a Igreja de Nossa Senhora da Misericórdia é um pequeno templo católico da cidade de Olinda. Em 1630, o estabelecimento foi saqueado pelos holandeses e incendiado no ano seguinte. Depois da saída dos flamengos, em 1654, a igreja foi restaurada e a irmandade reconstruída.
A Igreja da Misericórdia possui um adro com muros de arrimo e escadaria de acesso assimétrico. Atualmente, o estabelecimento conserva a sua fachada primitiva, com uma feição geral barroca e com reminiscências da renascença portuguesa. O frontispício, em torno da entrada única, possui duas volutas que se alçam sem apoio, e sobre elas um brasão real em relevo.
foto - Niani
COMETA OLINDA
Em 1860, o astrônomo francês Emmanuel Liais descobriu, no Observatório do Alto da Sé, o primeiro cometa relatado a partir de observações na América Latina e o único descoberto no Brasil, que recebeu a denominação de “Cometa Olinda”
AQUI PEGADAS DO SOL NO MAR DE OLINDA, PE
foto - Emerson R. Zamprogno
População estimada 2016 (1) - 1.625.583 
Área da unidade territorial 2015 (km²) - 218,435 
Densidade demográfica 2010 (hab/km²) - 7.039,64 
Código do Município 2611606 
Gentílico - recifense
ORIGEM DO NOME DA CIDADE DE OLINDA, PE
Um mito popular diz que o nome "Olinda" teria a sua origem numa suposta exclamação do fidalgo português Duarte Coelho, primeiro donatário da Capitania de Pernambuco – "Oh, linda situação para se construir uma vila!".
Gentílico: recifense
HISTÓRICO DA CIDADE DE OLINDA, PE
A origem do Recife remonta à terceira década do Século XVI, quando era uma estreita faixa de areia protegida por uma linha de arrecifes que formava um ancoradouro. Devido as suas características físicas favoráveis, o local passou a abrigar um porto. E no entorno dele, que servia a Vila de Olinda, formou-se um povoado com cerca de 200 habitantes, em sua maioria, marinheiros, carregadores e pescadores. O assentamento ocupava a península correspondente ao que é hoje o Bairro do Recife.
Por se tratar de região portuária, a atividade comercial desenvolveu-se rapidamente impulsionando o crescimento do povoado. E em 1537, a constituição da Vila do Recife é registrada. No século XVII, com o desenvolvimento econômico da colônia, o porto prosperou favorecendo a expansão da vila que toma forma de cidade. A atividade açucareira também cresceu e as margens dos cursos d?água passaram a serem ocupadas por engenhos e casebres, enquanto os rios tornaram-se caminhos navegáveis para transporte dos produtos.
Em 1630, Olinda, então centro da capitania, é invadida e incendiada por holandeses. Contudo, os invasores se estabeleceram nas terras baixas do Recife, seja porque o sítio de Olinda não favorecia aos seus interesses militares e comerciais, seja pela semelhança do Recife com a Holanda. Desse modo, colonos, soldados, habitantes de Olinda e imigrantes judeus iniciaram a ocupação da Vila do Recife.
A partir do Século XVIII, o desenvolvimento da cidade se apóia no comércio externo e a urbanização portuguesa incide predominantemente sobre o antigo território holandês, de forma espontânea, caracterizada por ruas estreitas, que se abrem em pátios onde se destaca a construção religiosa. 
No Século XIX, a cidade já apresenta um tecido densamente urbanizado que corresponde ao atual centro histórico surgido dos aterros das áreas alagadas e mangues, a partir da ocupação holandesa.
ESTA EH A BANDEIRA DA CIDADE DE OLINDA, PERNAMBUCO
ESTE EH O BRASÃO DO MUNICÍPIO DE OLINDA, PERNAMBUCO

VALEU PELA VISITA



fonte dos textos e fotos: Wikipédia / Portal da Prefeitura Municipal de Olinda, PE / Thymonthy Becker / viajeaqui.abril.com.br / IBGE / 

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