Pular para o conteúdo principal

AS MELHORES VINÍCOLAS DA AMÉRICA DO SUL - Caminhar por videiras conhecendo uvas, processos de fabricação de bebidas e, ainda por cima, provar bons rótulos com uma bela paisagem a se perder de vista. Tudo isso parece um sonho, mas é real! Pensar em vinhos e não lembrar da América do Sul é quase uma heresia. Afinal, o nosso continente reserva surpresas incríveis quando o assunto é ela – a verdadeira bebida dos deuses! Para aproveitar o melhor que nosso solo pode oferecer, selecionamos os vinhedos mais lindos, que passam por Chile, Argentina, Uruguai, Peru e chegam ao nosso já conhecido solo brasileiro. Deguste!




CONHEÇA AS "MAIS BELAS VINÍCOLAS DA AMÉRICA DO SUL" - OLHANDO DA JANELA DO TREM
Caminhar por videiras conhecendo uvas, processos de fabricação de bebidas e, ainda por cima, provar bons rótulos com uma bela paisagem a se perder de vista. Tudo isso parece um sonho, mas é real! 
Pensar em vinhos e não lembrar da América do Sul é quase uma heresia. Afinal, o nosso continente reserva surpresas incríveis quando o assunto é ela – a verdadeira bebida dos deuses! 
Para aproveitar o melhor que nosso solo pode oferecer, selecionamos os vinhedos mais lindos, que passam por Chile, Argentina, Uruguai, Peru e chegam ao nosso já conhecido solo brasileiro. Deguste! 
01 - BODEGA NORTON (MENDOZA, ARGENTINA) 
Com cinco propriedades espalhadas pela região de Mendoza, a Bodega Norton possui uma produção expressiva, que abriga uvas de até 80 anos. Os rótulos principais são Merlot e Malbec, que podem ser degustados em um restaurante bem decorado. É uma das vinícolas mais antigas da região, com atendimento personalizado. (Flickr/CreativeCommons) 
2 - O’FOURNIER (MENDOZA, ARGENTINA) 
A produção dos vinhos da bodega inclui tanques de aço inoxidável, carvalho e cimento, com capacidade de 1,2 milhão de litros. O restaurante acoplado inclui um cardápio que impressiona o turista, incluindo rótulos da casa com uma das melhores relações custo-benefício da região. A beleza do projeto arquitetônico inclui obras de arte espalhadas por todos os cantos. (Flickr/CreativeCommons) 
03 - SALENTEIN (MENDOZA, ARGENTINA) 
Localizada da região do Vale do Uco, em uma altura de 1200 metros, a vinícola possui 800 hectares de plantações, com 80% de uva tinta e 20% de uva branca. O entorno dos Andes nevados proporciona uma bela visão, convidativa à degustação de rótulos como Chardonnay, Malbec, Merlot e Pinot Noir. A arquitetura moderna e a galeria de arte são os pontos fortes da bodega. (Flickr/CreativeCommons) 
04 - CATENA ZAPATA (MENDOZA, ARGENTINA) 
O foco do passeio é a história da família que detém a propriedade, com mais de cem anos de atividade na viticultura, que se estende por quatro gerações. Aqui, o trabalho é focado nas cinco mais famosas cepas: Cabernet Sauvignon, Merlot, Cabernet Franc, Petit Verdot e Malbec. É uma das vinícolas mais conhecidas da região e também do Brasil, concentrando uma quantidade enorme de turistas. (Flickr/CreativeCommons) 
05 - RUCA MALÉN (MENDOZA, ARGENTINA) 
A bodega leva o nome de uma jovem mapuche (tribo indígena de regiões do Chile e da Argentina), cuja lenda revela a paixão por um deus. Localizada na região de Lujan de Cuyo, a 20 km do Centro de Mendoza, a vinícola aposta no menu degustação para surpreender seus visitantes, com cinco etapas de harmonização e uma bela visão dos parreirais. É necessário reservar o almoço com antecedência, pois a procura é grande. (Flickr/CreativeCommons) 
06 - VIÑA MAIPÚ EL CERNO (MENDOZA, ARGENTINA) 
A vinícola é pequena e com capacidade de produção bem menor que as outras. No entanto, os vinhos artesanais são saborosos e o passeio curto, repleto de uma atmosfera familiar, é todo cercado pelo charme rústico do local. Vale a pena degustar do rótulo Malbec Filósofos, um dos mais famosos da propriedade. (Flickr/CreativeCommons) 
07 - TEMPUS ALBA (MENDOZA, ARGENTINA) 
Localizada na privilegiada região argentina de Maipú, a vinícola de Tempus Alba possui três belas propriedades que, juntas, somam mais de 110 hectares e estão em alturas que variam entre 800 e 1200 metros acima do nível do mar. A força dos rótulos se concentra, principalmente, em variedades de Malbec, Merlot e Cabernet Sauvignon. O passeio, conduzido por enólogos, inclui explicações detalhadas sobre os processos de produção. A degustação leva, em média, 50 a 100 minutos. (Flickr/CreativeCommons) 
08 - CONCHA Y TORO (SANTIAGO, CHILE) 
É um dos rótulos mais famosos da América do Sul, com comercialização expressiva no Brasil. É a maior produtora do Chile e a segunda maior do mundo, perdendo apenas para a californiana E. & J. Gallo Winery, que produz mais de um bilhão de litros por ano. O foco principal do passeio é a história da marca, com apelo mais comercial e degustações concorridas. (Carlos Varela 7/Flickr/CreativeCommons) 
09 - SANTA CAROLINA (SANTIAGO, CHILE) 
Idealizada pelo político Don Luis Pereyra Cotapos, em homenagem à esposa Carolina Iñiguez, a vinícola possui um projeto valoroso, erguido pelo arquiteto Emile Doyère entre 1877 e 1898, sendo declarado como Monumento Histórico do Chile. Localizada a apenas 6 km da Plaza de Armas, no Centro de Santiago, a propriedade oferece passeios a partir de seu jardim, com degustação inclusa e um guia revelando a história do local, que guarda documentos antigos e valiosos. (Flickr/CreativeCommons) 
10 - SANTA RITA (SANTIAGO, CHILE) 
Com sete vinhedos espalhados pelas regiões mais privilegiadas do país, a vinícola oferece vários tipos de passeio, desde os tradicionais até os mais privados, com visita ao Andeam Museum, que abriga obras de arte pré-colombianas do empresário Ricardo Claro. Durante a degustação dos rótulos, é possível levar uma taça de recordação. (Flickr/CreativeCommons) 
11 - VIÑA UNDURRAGA (SANTIAGO, CHILE) 
Com fundação em 1885, a vinícola possui uma média total de 1800 hectares e é cercada por jardins charmosos. As duas adegas acopladas têm capacidade total de 23 milhões de litros. O ponto forte é o atendimento, com guias simpáticos e solícitos. (Flickr/CreativeCommons) 
12 - SANTA HELENA (SANTIAGO, CHILE) 
Com densidade de 3.000 a 5.500 plantações por hectare, a vinícola, localizada na bela região dos Andes, é um dos passeios favoritos dos apaixonados por vinhos que visitam o país. Os rótulos estão entre os favoritos da América do Sul, o que torna as visitas extremamente concorridas. A degustação, conduzida por enólogos competentes, faz todo o passeio valer a pena. (Flickr/CreativeCommons) 
13 - VIÑA SANTA CRUZ (VALE DO LOLOL, CHILE) 
Com processos iniciados em 2011, essa vinícola se destaca pelo diferencial do passeio de teleférico, com vista panorâmica para os lindos parreirais. Depois, os visitantes percorrem a vinícola a pé com um guia para conhecer todo o processo do local e degustar dos bons rótulos de Cabernet Sauvignon, Syrah, Rosé e Sauvignon Blanc. (Flickr/CreativeCommons) 
14 - CASA SILVA (VALLE DE COLCHAGUA, CHILE) 
Inaugurada em 1997, a Casa Silva é uma vinícola com atividade totalmente familiar. A bodega detém o título de mais antiga da região, com túneis subterrâneos históricos e uma coleção impressionante de carros antigos. Vale almoçar no restaurante degustando dos bons vinhos da casa. É importante ressaltar, porém, que o belo hotel da propriedade está temporariamente fechado devido a um incêndio na casa do presidente da marca Mario Silva Cifuentes, recebendo somente convidados da família. (Flickr/CreativeCommons) 
15 - CASA LAPOSTOLLE (VALLE DE COLCHAGUA, CHILE) 
Com três belos vinhedos espalhados pela região, a Lapostolle é uma das vinícolas mais sofisticadas do país. Todo o processo de produção inclui práticas sustentáveis, com manejos orgânicos e reciclagem. O hotel possui apenas três casinhas no bosque, com vista para as plantações. A sala de degustações pode ser utilizada em reuniões e conferências. (Flickr/CreativeCommons) 
16 - VIU MANENT (VALLE DE COLCHAGUA, CHILE) 
Com 254 hectares de vinhedos próprios, a casa possui um dos tours mais detalhados e bem explicados da região, o que já lhe conferiu diversos prêmios. O trajeto é percorrido pelo viajante através de uma carroça. A especialidade da casa é o Malbec, com rótulos que podem ser degustados durante o almoço, cujo cardápio e preço são extremamente atraentes. (Flickr/CreativeCommons) 
17 - CALITERRA (VALLE DO COLCHAGUA, CHILE) 
Inaugurada em 1996 como fruto de uma parceria da família Mondavi com a Viña Errázuriz, a casa produz seus vinhos através do método de proteção integrada, que procura reduzir os impactos no meio ambiente. O Cenit é o rótulo mais emblemático da marca, com sabor encorpado e envolvente, feito para competir com vinhos chilenos de alta gama, só que com preços mais baixos. (Flickr/CreativeCommons) 
18 - EMILIANA (VALLE DE CASABLANCA, CHILE) 
Com vinhedos espalhados por regiões como Colchagua e Casablanca, a Emiliana é uma grande produtora de vinhos orgânicos, fabricados sem agrotóxicos. Fazer um piquenique pela região, cercada por belas paisagens, é uma das boas pedidas do viajante, que pode degustar as taças no balcão da propriedade, que inclui um mezanino com sacada. (Flickr/CreativeCommons) 
19 - BODEGA BOUZA (MONTEVIDÉU, URUGUAI) 
Localizada a apenas 25 km do Centro de Montevidéu, a Bouza é considerada uma das maiores vinícolas do país, com média de produção de 100 mil garrafas por ano. As plantações, espalhadas por cerca de 23 hectares, concentram uvas Merlot, Chardonnay, Albariño, Trempanillo e Tannat. A propriedade também concentra diversos modelos de carros antigos – um bônus para os viajantes. 
20 - NARBONA (CARMELO, URUGUAI) 
Localizada na privilegiada região de Carmelo, em Colônia, conhecida pela fabricação de vinhos de alta qualidade, a Narbona conta com uma propriedade rústica e aconchegante, que inclui quartos charmosos pra abrigar os viajantes durante a visita. A degustação harmonizada com queijos finos é uma boa pedida, além do almoço no restaurante charmoso do local. Vale aproveitar a passagem pela cidade para esticar a visita até a Familia Longo, cujo passeio promove degustação de azeites em meio ao aconchego do campo e ao clima divertido dos anfitriões. (Flickr/CreativeCommons) 
21 - ALTO DE LA BALLENA (MALDONADO, URUGUAI) 
Localizados nas proximidades da Laguna del Sauce em Maldonado, região próxima a Punta del Este, os vinhedos da marca chegam a oito hectares plantados em alta densidade. A bodega acoplada produz cerca de 60 mil garrafas por anos, com rótulos que variam entre Merlot, Cabernet Franc, Syrah, Viognier e a emblemática Tannat. O passeio é guiado por um simpático casal, que oferece degustação em um belo deck com vista para o vale. (Flickr/CreativeCommons) 
22 - ARTESANA (CANELONES, URUGUAI) 
É a única produtora de Zinfandel do Uruguai, uva conhecida pelos taninos acentuados e cultivada em larga escala nos Estados Unidos, sobretudo na Califórnia. Outra especialidade da marca são os bons rótulos de Tannat – uma variedade emblemática no país. O vinhedo de 8,5 hectares está localizado a 30 km de Montevidéu, região cujas condições de crescimento remetem à francesa Burdeos, conhecida pelos belos vinhedos. (Flickr/CreativeCommons) 
23 - ANTIGUA BODEGA STAGNARI (CANELONES, URUGUAI) 
Com uma extensão de 30 hectares de produção, os vinhedos da Stagnari estão localizados em duas zonas diferentes: em La Paz, acoplado à bodega e próximo ao rio Santa Lúcia, com produção de uvas Sangiovese e Merlot; e em Melila, a cinco minutos da bodega e quinze de Montevidéu, com produção de Chardonnay, Sauv, Blanc, Tannat, Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc, Merlot e Shyra. Aqui, todas as cepas são importadas da França e da Itália. O atendimento é extremamente cordial, com visitas guiadas bem completas. (Flickr/CreativeCommons) 
24 - VIÑEDO DE LOS VIENTOS (ESTACIÓN ATLÁNTIDA, URUGUAI) 
Com raízes fincadas na década de 20, a vinícola é cercada pela brisa fresca que paira sobre o Rio de La Plata, em uma região a cerca de quarenta minutos da capital Montevidéu. São 17 hectares de plantações de uvas tintas e brancas, como Tannat, Cabernet Sauvignon e Chardonnay. O atendimento dos anfitriões é o grande destaque – e faz com que os turistas se sintam em casa. (Flickr/CreativeCommons) 
25 - VIÑA TACAMA (ICA, PERU) 
É uma das grandes atrações da cidade peruana, com 200 hectares de extensão e localizada a 400 m acima do nível do mar. A produção inclui rótulos tintos e espumantes. A propriedade é decorada com as cores do país, com visitas guiadas de aproximadamente trinta minutos e atendimento solícito. (Flickr/CreativeCommons) 
26 - ZANROSSO (CAXIAS DO SUL, RIO GRANDE DO SUL, BRASIL) 
Localizada em uma das cidades mais italianas do sul do país, a visita guiada a essa vinícola simples oferece uma explicação detalhada sobre a história dos imigrantes. É uma boa pedida pra quem está começando a apreciar a bebida, com atendimento cordial e anfitriões atenciosos. O clima aconchegante é o ponte forte do lugar. (Flickr/CreativeCommons) 
27 - CASA VALDUGA (BENTO GONÇALVES, RIO GRANDE DO SUL, BRASIL) 
Considerada uma das grandes atrações do Vale dos Vinhedos, essa vinícola tem propriedades de arquitetura clássica e elegante, com atendimento cordial e espaço bem organizado. Os produtos de qualidade se destacam na degustação, cuja alta procura traz a necessidade de agendamento prévio. Prove dos rótulos Villa Lobos, com uvas Cabernet Sauvignon bem selecionadas. (Flickr/CreativeCommons) 
28 - MIOLO (BENTO GONÇALVES, RIO GRANDE DO SUL, BRASIL) 
O tour pelo espaço onde a vinícola se concentra inclui um mini-curso, com horários pré-estabelecidos e turmas fechadas. O ambiente pitoresco convida a um piquenique regado aos bons rótulos da casa, com uma paisagem verde extensa ao redor. Aos finais de semana, a procura é alta, fazendo com que a área fique lotada de turistas. (Vitor Hirota/Flickr/creative commons) 
29 - SALTON (BENTO GONÇALVES, RIO GRANDE DO SUL, BRASIL) 
O jardim ao redor da casa surpreende pela beleza. Constituída na década de 1910 pelo italiano Antonio Domenico Salton, a vinícola inclui três tipos de roteiro diferentes, que variam conforme o tempo e a degustação desejada pelo visitante. A elegância é uma das palavras-chave do local, com uma propriedade bem organizada e repleta de pinturas. (Flickr/CreativeCommons) 
30 - MONTE AGUDO (SÃO JOAQUIM, SANTA CATARINA, BRASIL) 
Criada a partir da paixão de dois amigos (Leônidas Ferraz e Alceu Muller) pelo vinho, a Monte Agudo oferece programação diferenciada, que varia conforme a época e o tempo. Aqui, dá pra provar rótulos no pôr do sol ou durante um piquenique. Prove do espumante Sinfonia Rosé Brut produzido com uvas Cabernet Sauvignon e Merlot. (Flickr/CreativeCommons) 
31 - VILLA FRANCIONI (SÃO JOAQUIM, SANTA CATARINA, BRASIL) 
A arquitetura da propriedade faz com que o visitante se sinta na Europa. As visitas guiadas mostram profissionais bem preparados, que explicam detalhadamente cada processo da casa, que inclui móveis adquiridos em diversos países. Os vinhos são extremamente saborosos: vale levar uma garrafa pra casa. (Flickr/CreativeCommons) 
32 - VILLAGGIO BASSETTI (SÃO JOAQUIM, SANTA CATARINA, BRASIL) 
A receptividade é o forte dessa vinícola, marcada por vinhos bem produzidos. São dois hectares para uvas Merlot e dois de Cabernet Sauvignon, com resultado final bem satisfatório. A degustação acompanha refeições, com boas harmonizações que incluem Rosé com quejo colonial ou Sauvignon Blanc com truta, por exemplo. A sensação que os anfitriões deixam no visitante é o de pertencer ao lugar e às belas paisagens no entorno. (Flickr/CreativeCommons)

Por Camila Honorato


VALEU PELA VISITA - SEMPRE VOLTE



Fonte dos textos e fotos: viagemeturismo.abril.com.br / Thymonthy Becker / Revista Viagem - Editora Abril - / 

Comentários

Páginas que receberam mais visitas

BAEPENDI, MINAS GERAIS - A terra de "Nhá Chica". Baependi é um convite para se deslumbrar com as mais de cinqüenta cachoeiras que cercam a cidade. Na natureza preservada no município estão cerca de 40% do parque ecológico do papagaio, é local ideal para fazer trilhas e acampar em paradisíacos lugares. Baependi é uma das poucas cidades que podem ser visitadas durante qualquer época do ano, sem se preocupar com a programação que irá encontrar pois, o verão é bem definido, sendo um convite para se deslumbrar com as mais de cinqüenta cachoeiras que cercam a cidade e o inverno pouco chuvoso propicia inúmeras opções para enfrentar trilhas e acampar em paradisíacos lugares. A religiosidade ocupa lugar de destaque como um dos fatores que mais atraem os visitantes, uma vez que Baependi foi o lugar onde a serva de Deus, Nhá Chica, concedeu suas graças, hoje em dia inúmeras romarias de diversas partes do país têm como destino o Santuário de Nhá Chica, onde também se encontram seus restos mortais.

COLORADO, RIO GRANDE DO SUL - Será que tem gremista em Colorado? Claro que tem. Colorado é uma pequena cidade do Alto Jacuí. Fundada por imigrantes italianos e alemães. O município tem como base da economia a produção agrícola. Cenários de belezas, cores e aromas que seduzem os turistas. Cenários de belezas, cores e aromas que seduzem os turistas

REPRESA DE FURNAS, SÃO JOSÉ DA BARRA, MINAS GERAIS - No dia 9 de janeiro de 1963 o túnel que desviou o curso do rio Grande para a construção da Usina de Furnas foi fechado e as águas que formaram um dos maiores reservatórios do mundo, criou praias, formou cânions e cachoeiras, inundou vilarejos e mudou para sempre a história dos 34 municípios que ficam ao longo dos 1.440 km2 de extensão do Lago de Furnas. Destes, Capitólio se destaca por oferecer as melhores opções de serviços e infraestrutura turística. Os passeios náuticos, os esportes aquáticos, a pesca esportiva e a exuberância natural são pontos fortes da região, que abrange também parte do Parque Nacional da Serra da Canastra, onde nasce o Rio São Francisco, o "Velho Chico". O Lago de Furnas, também conhecido como "O MAR DE MINAS", é quatro vezes maior que a Baía de Guanabara, no Rio de Janeiro.

BRASÍLIA, DF, BRASIL - Brasília é formada por gente de todos os lugares, todas as idades e de muitas gerações. É uma mistura de sotaques do Nordeste, Sudeste, Norte e Sul do país e até de estrangeiros. Por conta de seu rápido crescimento, já é a quarta cidade mais populosa do país. A maioria dos moradores, 52%, é mulher e tem em média 30 anos. Os primeiros habitantes que chegaram a Brasília vieram, principalmente, atraídos pelos empregos na construção civil e ajudaram na construção da capital. Eles eram chamados de candangos e aqui construíram e criaram famílias. Desses, surgiram os “brasilienses”, o gentílico usado para quem nasceu aqui e adotado por quem veio de fora e assumiu a cidade como sua.

TOMBOS, MINAS GERAIS - Na cachoeira três tombos, verdadeira obra da natureza de imensurável beleza que constitui um cartão postal da cidade com 62 metros de altura. A Gruta Pedra Santa localizada no distrito de Catuné, uma obra construída pela própria natureza. Ao longo do tempo a grande pedra foi desintegrando-se e formou-se um grande salão, onde ergueu-se a capela em Honra a Nossa Senhora de Lourdes. Praças diversas, museu municipal que funciona na antiga estação ferroviária, usina hidrelétrica de Tombos e os dois distritos “Catuné” e “Água Santa” valem uma visita à cidade de Tombos

IGATU, ANDARAÍ, BAHIA - Eh uma verdadeira cidade de pedra. "Sagrada" pra quem viveu lá durante o auge do ciclo do diamante. O trajeto até a vila já é uma atração: a estrada de acesso pela BA-142 é cheia de mirantes naturais. Ao chegar, a impressão é de ter voltado no tempo, quando igatu era chamada de Xique Xique e famosa pela extração de diamantes. Hoje não há farmácias, o hospital mais próximo fica em Andaraí, a 12 km. Em outros tempos quem diria? Cabarés, cassinos, lojas, cadeia, cartório, cinema...

RIO DE JANEIRO, BRASIL - Do primeiro ao último minuto do ano, não falta o que fazer, o que visitar e o que rever no Estado do Rio de Janeiro, que não por acaso ostenta o rótulo de Maravilhoso. Além das praias e de seus outros dois ícones geográficos – o Corcovado e o Pão de Açúcar – o Rio vem ganhando uma série de atrativos culturais e gastronômicos. Quem deixa a capital e percorre o litoral fluminense encontra praias de beleza raríssima. Ao norte, na Região dos Lagos, estão as dunas de Cabo Frio, as águas translúcidas e frias de Arraial do Cabo, boas para mergulho, a badalação de Búzios e as trilhas rurais de Rio das Ostras. De frente para a Baía da Guanabara, Niterói mostra que a vista para a cidade do Rio não é o único atrativo. Além de oferecer, na sua face voltada para o alto mar, trechos de areia ideais para quem quiser fugir do agito de Ipanema e Copacabana, o município começa a explorar o legado das construções assinadas por Oscar Niemeyer, entre elas o famoso Museu de Arte Contemporânea.

GRAMADO, RIO GRANDE DO SUL - Faltava neve à Gramado para que ela assumisse de vez o título de “Suíça brasileira”. Não falta mais: o Snowland, primeiro parque de neve artificial indoor das Américas, trouxe esportes de inverno à cidade, que já era famosa pelas construções enxaimel (aquelas de paredes esquadrinhadas com tirantes de madeira), pelas fondues nos bons restaurantes suíços e pelo climinha gostoso da Serra Gaúcha.

CAMPO BELO, MINAS GERAIS - A primeira cidade do Brasil a ter um time de Rugby (Campo Belo Rugby - CBR) A cidade tem paisagens deslumbrantes com campos a perder de vista. Ideal para a prática de esportes de aventura, ecoturismo, esportes náuticos com várias cachoeiras, praias de água doce além da tradicional e boa comida mineira. Uma cidade tranquila, acolhedora com boas opções para hospedagem

SERRA DO NAVIO, AMAPÁ - A História da Serra do Navio remonta aos anos 1950. A região era rica em manganês e outros minérios. Por isso, a brasileira ICOMI, com sede em Belo Horizonte e atuação em Minas Gerais, foi escolhida para explorar o minério e construir a vila operária, que daria origem à cidade de Serra do Navio. Cada vila tinha 330 casas, prédios coletivos (escolas, hospitais, refeitórios), abrigando até 1.500 pessoas, entre trabalhadores e familiares. Tinha ruas largas, postes de concreto para a fiação elétrica e telefônica, calçadas, parques, clubes com piscina, quadras esportivas, restaurante e lanchonete, drenagem de águas das chuvas e tratamento de água e esgoto. Todas as casas tinham mais de 90m² e contavam com saneamento e energia elétrica, proveniente de geradores da ICOMI.