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DELFIM MOREIRA, MINAS GERAIS - Na Serra da mantiqueira destaca-se no cenário turístico por suas belas cachoeiras e paisagens deslumbrantes




CONHEÇA A CIDADE DE "DELFIM MOREIRA", MINAS GERAIS, BRASIL
Foto - PMDM
SEJA MUITO BEM VINDO A CIDADE CERCADA PELA MATA ATLÂNTICA E ENCRAVADA NA SERRA DA MANTIQUEIRA, SEJA BEM VINDO A DELFIM MOREIRA.
Foto - PMDM
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População estimada 2016 (1) - 8.203
Área da unidade territorial 2015 (km²) - 408,473
Densidade demográfica 2010 (hab/km²) - 19,51
Código do Município 3121100
Gentílico - delfinense
Prefeito 2017 / JOSE FERNANDO COURA
A ORIGEM
A localidade teve diversos nomes, sendo que quando da emancipação política de Soledade de Itajubá, último nome antes do atual, só veio a ocorrer em 17 de dezembro de 1938, por força do Decreto-lei nº 148 sendo seu nome mudado para Delfim Moreira. Por ocasião da emancipação política de Soledade de Itajubá, foi lembrado e aceito o nome do eminente homem público mineiro que foi Delfim Moreira, nome que já era usado para designar a estação ferroviária que servia a localidade.

Gentílico: delfinense
HISTÓRICO
A origem do atual município de Delfim Moreira está ligada a mineração. Sua fundação não pode ser precisada com certeza. Possivelmente ocorreu entre os anos de 1703 a 1705. O fundador do povoado foi o bandeirante paulista Miguel Garcia Velho (Borba Gato), que durante 05 anos permaneceu no arraial faiscando ouro.
Primitivamente o arraial foi designado por: Minas Novas de Itagybá ou Novo Descoberto do Itagybá, em razão da cachoeira do Rio Santo Antonio, onde Miguel Garcia Velho encontrou ouro e por ali permaneceu faiscando por 05 anos. O arraial que deu origem a Delfim Moreira surgiu à margem direita do rio Santo Antonio, quase em frente à cachoeira formado por este rio. Itagybá é um nome tupi que significa: lugar onde o rio das pedras cai de cima ou cachoeira do rio das pedras. Foi em razão desta cachoeira que Delfim Moreira obteve seu primitivo nome, Descoberto do Itagybá ou Minas do Itagybá.
Em 24 de novembro de 1762 o arraial é elevado a condição de freguesia pelo Bispo de São Paulo Dom Frei Antonio da Madre de Deus, passando a ser designado oficialmente por Descoberto de Itajubá.
Em 1817, o vigário da freguesia do Descoberto de Itajubá veio a falecer, sendo indicado para preencher a vaga o Padre Lourenço da Costa Moreira. O Padre Lourenço da Costa Moreira assumiu a direção paroquial em janeiro de 1819. Por essa época, as minas de ouro da freguesia do Descoberto de Itajubá já se encontravam esgotadas. Seus habitantes deixavam o lugar em busca de novas paragens. Foi assim que surgiu um novo arraial as margens do Rio Sapucaí com o nome de Boa Vista do Sapucaí.
Em 19 de março de 1819, o Padre Lourenço da Costa Moreira deixou a freguesia do Descoberto de Itajubá, para residir no novo arraial de Boa Vista do Sapucaí, para onde tencionava transferir a sede da freguesia. Em 08 de Novembro de 1831, a freguesia do Descoberto de Itajubá foi suprimida. Em 14 de Julho de 1832 o povoado de Boa Vista tornou-se a sede da freguesia, passado a se chamar Boa Vista de Itajubá. Em 10 de abril de 1832 a velha freguesia do Descoberto de Itajubá passou a ser Capela Curada. Em 30 de Novembro de 1842, através da Lei Provincial nº 239 o velho arraial do Descoberto de Itajubá, reconquistou seu titulo de freguesia passando a se chamar oficialmente Soledade de Itajubá, em reverência a Nossa Senhora da Soledade padroeira da capela fundada quando simples povoado.
Em 28 de setembro de 1848 pela Lei Provincial nº 355 a nova freguesia de Boa Vista de Itajubá foi elevada a categoria de Vila, sendo Soledade de Itajubá anexada a ela como um de seus distritos. A partir daí o povo passa a designar a duas localidades por Itajubá Novo e Itajubá Velho.
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imagem - Cachoeiraninhodaaguia.com
imagem - Ninho da Águia
AQUI A CACHOEIRA DE ITAGYBA
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CACHOEIRA NINHO DA ÁGUIA
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imagem - Mateus R.
CAPELA SÃO JOSÉ
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AQUI A FUNDAÇÃO ROGE
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imagem - Altemiro Olinto Cristo
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MATRIZ DE NOSSA SENHORA DA SOLEDADE
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ANTIGA ESTAÇÃO FERROVIÁRIA, HOJE A CASA DE CULTURA
Foto - PMDM
PONTILHÕES FERROVIÁRIOS
Os pontilhões Ferroviários de Delfim Moreira foram tombados pelo seu valor histórico, cultural, arquitetônico e paisagístico, pois remontam a história do ramal ferroviário que ligava a cidade de Itajubá a Delfim Moreira.
Construídos na década de 1920, tais monumentos tiveram a função de possibilitar a passagem de trens sobre os cursos d’água presentes na região, mas tornaram-se ao longo da história vestígios materiais de um passado nostálgico. Conservados ao longo do tempo, revelam-se atualmente como importantes ferramentas da memória coletiva delfinense, passando a simbolizar um complexo patrimonial referente às antigas dinâmicas produtivas e sociais do município.
A história dos pontilhões articula-se diretamente ao desenvolvimento das ferrovias no mundo e no Brasil, as quais foram determinantes nas transformações urbanas e na expansão das atividades comerciais e produtivas.
Foto - PMDM
imagem - Mateus R.
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AQUI UM ANTIGA FÁBRICA DA CICA (CIA E INDUSTRIA DE CONSERVAS ALIMENTÍCIAS) HOJE A SEDE DO GOVERNO MUNICIPAL
imagem - Mateus R.
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ESTA EH A BANDEIRA DA CIDADE DE DELFIM MOREIRA, MINAS GERAIS
ESTE EH O BRASÃO DO MUNICÍPIO DE DELFIM MOREIRA, MG
NOS “CAMINHOS DO SUL DE MINAS” VENHA CONHECER DELFIM MOREIRA, SUA BELEZA NATURAL E A HOSPITALIDADE DE SUA GENTE, SE DESLUMBRAR COM OS ATRATIVOS DA CIDADE QUE INTEGRA A ROTA DA ESTRADA REAL E É DENOMINADA O “ENCANTO DA MANTIQUEIRA”.

SUA VISITA AGRADEÇO E ESPERO QUE SEMPRE VOLTE A NAVEGAR POR AQUI.

Fonte / Fotos = IBGE / Portal do Governo de Delfim Moreira / Wikipédia / Thymonthy Becker / 

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