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CURITIBA, PARANÁ - Verde, limpa, organizada. Esta é a impressão geral de Curitiba se comparada à maioria das outras capitais do Brasil. É verdade que nos últimos tempos ela deixou de ser uma “cidade-modelo”, mas mesmo assim surpreende pela beleza e conservação de seus parques, museus, construções históricas e outros pontos turísticos




CONHEÇA A CIDADE DE "CURITIBA", PARANÁ, BRASIL - OLHANDO DA JANELA DO TREM
Seu povo, um admirável cadinho que reuniu estrangeiros de todas as partes do mundo e brasileiros de todos os recantos, ensina no dia-a-dia a arte do encontro e da convivência. Curitiba renasce a cada dia com a esperança e o trabalho nas veias, como nas alvoradas de seus pioneiros. 
Cadeia de Montanhas da Serra do Mar vista do centro de Curitiba (Wikipédia)
ROTEIRO PARA 48 HORAS EM CURITIBA COM MUSEUS, PARQUES E RESTAURANTES
Verde, limpa, organizada. Esta é a impressão geral de Curitiba (PR), se comparada à maioria das outras capitais do Brasil. 
É verdade que nos últimos tempos ela deixou de ser uma “cidade-modelo”, mas mesmo assim surpreende pela beleza e conservação de seus parques, museus, construções históricas e outros pontos turísticos. 
Iluminação cênica do Paço da Liberdade em Curitiba, PR (Orlando Kissner/SMCS) 
No charme das construções e na gastronomia, o visitante sente a forte influência cultural da imigração europeia – italiana, polonesa, ucraniana e alemã. A visita à capital do Paraná é uma oportunidade de degustar, por exemplo, uma porção de pierogi (uma espécie de ravióli da Polônia) ou um bem preparado einsbein (joelho de porco, típico da Alemanha). 
Rua 24 horas em Curitiba, PR (Lucilia Guimarães/IPPUC)
Apesar de sua vocação turística, Curitiba tem uma estrutura mais voltada aos visitantes que vão à cidade a trabalho. Mas o que parece ser um problema pode ser uma solução: se nos dias de semana a hotelaria fica lotada com o turismo de negócios, ela se esvazia aos sábados e domingos – ótimos dias para conseguir um desconto nas diárias! 
Parque São Lourenço em Curitiba, PR (Prefeitura Municipal)
Procure uma passagem promocional (ou pegue o carro ou o ônibus) e venha passar 48 horas em Curitiba. Nós temos o roteiro ideal para aproveitar o máximo da cidade em pouco tempo. Veja a seguir. 
Mercado Municipal de Curitiba, PR (Ivan Bueno/SMCS)
DIA 1: PASSEIO NO ÔNIBUS TURÍSTICO COM JARDIM BOTÂNICO E UM CHOPE NO FIM
Quem gosta de praticidade deve escolher um hotel no Centro ou, melhor, no Batel. Assim, ficará mais fácil se deslocar pela cidade, caso você não esteja de carro. 
Nossa sugestão para o primeiro dia é tomar um ônibus de dois andares da Linha Turismo, que passa por 25 pontos de interesse e tem um sistema de áudio com explicações em português, inglês e espanhol. 
Linha Turismo: em ônibus aberto, visitantes conhecem Curitiba, com direito a três reembarques (Orlando Kissner)
O ponto inicial desta linha é a Praça Tiradentes, marco zero da cidade, onde está a Catedral Basílica da Nossa Senhora da Luz. O primeiro ônibus sai deste local às 9 horas. Mas você pode embarcar em qualquer um dos pontos de interesse. 
Museu Oscar Niemeyer, em Curitiba, é um dos destaques no primeiro dia de passeio pela cidade
O tour completo, sem paradas, leva 2h30, mas é claro que você tem direito a descer e fazer quatro reembarques. Aproveite o primeiro dia (e a Linha Turismo, se for o caso) para ter uma visão geral da cidade e conhecer, pelo menos, o Jardim Botânico e o Museu Oscar Niemeyer. 
O Jardim Botânico é conhecido pela grande estufa transparente, inspirada em um palácio de cristal londrino (Suzi Brito/creative commons/Flickr)
Torça para que o sol dê as caras na sua visita ao cartão-postal da cidade, o Jardim Botânico, com entrada grátis. É lá que você vai tirar aquela foto clássica para mostrar aos familiares na frente de um grande jardim florido, com a bela estufa ao fundo. Encantador para quem gosta de botânica, mas costuma ser bem cheio aos fins de semana. Então chegue cedo para fugir das multidões. 
O Bosque do Papa João Paulo II foi inaugurado depois da visita do papa a Curitiba, em 1980, e abriga um museu sobre a imigração polonesa (Juliano Martins / Divulgação)
O próximo ponto do roteiro por Curitiba é o Museu Oscar Niemeyer, conhecido pelo edifício em formato de olho. Além de admirar a arquitetura impactante, o visitante pode apreciar obras contemporâneas. Há duas exposições permanentes, o Pátio das Esculturas, ao ar livre, e o Espaço Niemeyer, voltado à obra do arquiteto. 
No terreno onde funcionavam duas pedreiras, o Parque Tanguá divide-se em duas partes. Na alta fica o mirante e belos jardins. Na baixa há lagos, pistas de caminhada, uma cachoeira artificial e um curioso túnel escavado na rocha (Orlando Kissnerd / Divulgação)
Antes de subir de volta ao ônibus, aproveite para conhecer o Bosque do Papa João Paulo II, área verde atrás do Museu Oscar Niemeyer, com entrada grátis. O espaço, inaugurado após a visita do papa em 1980, abriga o memorial da imigração polonesa, em sete casas de tronco. Uma delas é uma loja de artesanato, boa para compras de souvenires, como os tradicionais ovos pintados à mão. 
Adega do Restaurante Durski, com 2.500 rótulos de 23 países (Daniel Sorrentino)
Provavelmente, nesta altura do campeonato, seu estômago já estará reclamando de fome. Faça então a próxima parada no bairro de Santa Felicidade, onde há restaurantes italianos que servem rodízio de massa. 
É aqui que está o maior restaurante do Brasil, o Madalosso, com capacidade para até 4,6 mil pessoas. Entre lá se estiver disposto a comer loucamente, sem vergonha de parecer um ogro. E saia rolando para a próxima atração. 
Salão do restaurante Durski, que tem uma bela adega de vinhos (Raul Mattar) 

No período da tarde, já abastecido, você pode conhecer o Centro Histórico. Se o Museu Paranaense já estiver fechado (funcionamento até as 16h aos sábados e domingos; entrada grátis), deixe a visita para amanhã. Continue pela Rua Keller. Na Praça João Cândido, você passará pelo Palácio Garibaldi (apenas visita externa), que fica em frente ao famoso Relógio das Flores.
Submarino, chopp com dose de Steinhaeger, do Bar do Alemão, no Centro de Curitiba, Paraná (Jader da Rocha)
Dois centros culturais estarão perto: à esquerda está o Solar do Rosário, casarão do século 19, com galeria de arte e restaurante, e à direita está a Fundação Cultural Palacete Wolf, espaço dedicado à leitura. 
Seguindo sua caminhada, no Largo da Ordem, você encontra o Memorial Curitiba, espaço para atividades culturais, e as igrejas da Ordem Terceira de São Francisco das Chagas e do Rosário dos Pretos de São Benedito, ambas do século 18. Aos domingos, há uma feira nesta área. 
O Lucca Cafés Especiais apresenta 18 rótulos de cafés, todos qualificados como Cafés Especiais segundo metodologia da SCAA (Specialty Coffee Association of America). Al. Pres. Taunay, 40 (Batel) (Léo Feltran)
Cansado de bater perna? Um bom ponto para fazer a pausa aí mesmo no Largo da Ordem, onde está o Bar do Alemão, que desde 1979 serve o submarino, chope com uma dose de steinhaeger. Saúde! (Você vai precisar no dia seguinte, para fazer várias caminhadas) 
O Museu Oscar Niemeyer conta com um acervo permanente de obras contemporâneas, além de salas dedicadas à fotografia, esculturas e ao arquiteto Oscar Niemeyer, que projetou o prédio em formato de olho (Divulgação)
DIA 2: FEIRA DO LARGO DA ORDEM, ÓPERA DE ARAME E RESTAURANTES CONSAGRADOS
Se for domingo volte ao Largo da Ordem, no Centro, para aproveitar uma das maiores feiras do país, com barracas de artesanato e antiguidades (10h às 14h). Pertinho está o Museu Paranaense, que está em um palacete de 1928 e fecha cedo (de terça a sexta, das 9h às 18h, e aos sábados e domingos, das 10h às 16h). 
O Centro Histórico de Curitiba tem antigas igrejas, centros culturais, museus, galerias de arte, além de ficar próximo a bares e restaurantes (Prefeitura de Curitiba/ Divulgação)
Aproveite a manhã para conhecer também os parques Tingui e Tanguá, ambos com entrada grátis. A visita ao pequeno Tingui só vale para fotografar o Memorial Ucraniano, réplica de uma igreja ortodoxa eslava. Ah, é uma segunda oportunidade de comprar artesanato do Leste Europeu. 
Uma bela construção de metal tubular erguida sobre um lago, com teto e paredes transparentes, o Teatro Ópera de Arame, em Curitiba (PR), recebe shows e peças de teatro. Aproveite a visita para conhecer o Parque das Pedreiras que fica ao lado, em meio à Mata Atlântica. (Divulgação)
Próximo de Tingui está o Tanguá, um dos parques mais bonitos da cidade. Ele está dividido em duas partes. Na parte alta estão os espelhos d’água e chafarizes, com uma vista espetacular da área verde. Tire muitas fotos e desça a ladeira para conhecer a parte baixa do parque, para relaxar na caminhada em volta do lago e admirar a cachoeira (não se empolgue demais, é artificial). Respire fundo para voltar à parte alta do parque. 
A Feira do Largo da Ordem tem centenas de barraquinhas de artesanato e antiguidades enfileiradas da Praça Garibaldi até a rua Barão do Serro Azul. Aos domingos, das 10h às 14h (Raul Mattar)
A Ópera de Arame (foto acima) não está muito longe, então não deixe de conhecê-la. Trata-se de uma grande estrutura de metal tubular, com teto e parede transparente, erguida sobre um lago. O espaço recebe peças e shows, mas a entrada para visitação é grátis. 
O Parque Tingui tem ciclovia, bosque e o Memorial Ucraniano (Wikimedia Commons)
Hora do almoço, nham, nham! Para uma fome de leão, que tal experimentar a culinária alemã no Cantinho do Eisbein? A casa serve clássicos como o eisbein (joelho de porco) e kassler (costeleta de porco defumada). Para quem prefere comida variada, a sugestão é o Quintana, no Batel, com bufê feito com ingredientes orgânicos. Também no Batel está o Lucca Café Especiais, que tira os melhores expressos de Curitiba. 
Teto do Teatro Ópera de Arame, grande estrutura de metal construída sobre um lago, em Curitiba (PR)
Ainda sobrou ânimo? Vá até a Torre Panorâmica, de 110 metros, com vista de 360 graus que permite ver toda a região metropolitana em dias claros. Aproveite para tentar reconhecer todos os pontos que você visitou em tão pouco tempo – sim, foram muitos! 
Vista aérea do Parque Barigui, principal área de lazer de Curitiba, com churrasqueiras, espaço de exposições, museu e grande área verde (Michel Willian)
Uma alternativa de passeio para o período da tarde é caminhar pelo Parque Barigui, muito frequentado pelos curitibanos que correm, andam de bicicleta ou praticam outras atividades esportivas ao redor do lago. 
Nesta região está o Museu do Automóvel, com exposição de mais de 50 veículos (funciona de terça a sexta, das 14h às 17h; sábado e domingo das 10h às 12h e das 14h às 17h30). 
Vista aérea do Parque Tanguá em Curitiba, PR (Prefeitura Municipal)
Para terminar seu roteiro com muita classe, agende uma mesa no Durski, que tem um salão elegante, serve receitas internacionais e tem uma das melhores cartas de vinho do Brasil – são 2.500 rótulos de 23 países. 
Praça do Japão em Curitiba, PR (Prefeitura Municipal)
Outro restaurante imperdível é o Manu, de cozinha contemporânea. Com receitas inovadoras e equilibradas, Manoella Buffara serve ingredientes frescos e incomuns em menus de quatro, seis ou oito pratos. E aí você vai voltar para casa com a impressão de que Curitiba é verde, limpa, organizada e… Deliciosa! 
Por Kátia Arima 
Bosque Alemão em Curitiba, PR (Ricardo Almeida/SMCS)
Código do Município - 4106902 
Gentílico - Curitibano 
Prefeito 2017 / RAFAEL VALDOMIRO GRECA DE MACEDO 
População estimada [2016] - 1.893.997 pessoas 
População no último censo [2010] - 1.751.907 pessoas 
Densidade demográfica [2010] - 4.027,04 
A cidade tinha uma população de 1.751.907 habitantes no último Censo. Isso coloca a cidade na posição 1 dentre 399 do mesmo estado. Em comparação com outros municípios do país, fica na posição 8 dentre 5570. 
Salário médio mensal dos trabalhadores formais [2015] - 4 salários mínimos 
Pessoal ocupado [2015] - 1.046.206 pessoas 
População ocupada [2015] - 55,7 % 
Área da unidade territorial [2016] - 435,036 km² 
Esgotamento sanitário adequado [2010] - 96,3 % 
Arborização de vias públicas [2010] - 76,1 % 
Urbanização de vias públicas [2010] - 59,1 % 
HISTÓRICO DO MUNICÍPIO DE CURITIBA, PARANÁ
História 
Em 29 de março de 1693, o capitão-povoador Matheus Martins Leme, ao coroar os 'apelos de paz, quietação e bem comum do povo', promoveu a primeira eleição para a Câmara de Vereadores e a instalação da Vila, como exigiam as Ordenações Portuguesas. Estava fundada a Vila de Nossa Senhora da Luz dos Pinhais, depois Curitiba. 
A mudança do nome da vila e da rotina do povoado veio em 1721, com a visita do ouvidor Raphael Pires Pardinho. Ele foi, provavelmente, a primeira autoridade a se preocupar com o meio ambiente da cidade, iniciando uma tradição pela qual Curitiba hoje é reconhecida internacionalmente. 
Já naquela época, o ouvidor determinou aos habitantes que tivessem determinados cuidados com a natureza. O corte de árvores, por exemplo, só poderia ser feito em áreas delimitadas. E os moradores ficavam obrigados a limpar o Ribeiro (hoje Rio Belém), a fim de evitar o banhado em frente à igreja matriz. O ouvidor Pardinho estabeleceu também que as casas não poderiam ser construídas sem autorização da Câmara e deveriam ser cobertas com telhas. As ruas já iniciadas teriam de ser continuadas, para que a vila crescesse com uniformidade. 
Esquecida pelos governantes da Capitania de São Paulo, Curitiba passou por um período de extrema pobreza. A prosperidade só viria a partir de 1812, com o tropeirismo. Ponto estratégico do caminho do Viamão a São Paulo e às Minas Gerais, o povoado viu crescer o comércio com a passagem dos tropeiros. 
O aluguel de fazendas para as invernadas transferia os habitantes do campo para o povoado. Surgiram lojas, armazéns e escritórios de negócios ligados ao transporte de gado. Junto com o desenvolvimento, em 1853 foi conquistada a emancipação do Paraná. Curitiba se tornou capital, dona de seu destino. 
De povoado a metrópole, o traço fundamental que definiu o perfil de Curitiba foi a chegada de imigrantes das mais variadas procedências. Europeus, asiáticos e africanos contribuíram para a formação da estrutura populacional, econômica, social e cultural da cidade. Da mesma forma, paulistas, gaúchos, mineiros, nordestinos, enfim, brasileiros de todas as localidades também aqui se encontram, construindo a imagem de Curitiba. 
Até o século 18, os habitantes da cidade eram índios, mamelucos, portugueses e espanhóis. Com a emancipação política do Paraná (1854) e o incentivo governamental à colonização na segunda metade do século 19, Curitiba foi transformada pela intensa imigração de europeus. 
Curitiba é uma palavra de origem Guarani: kur yt yba quer dizer 'grande quantidade de pinheiros, pinheiral', na linguagem dos índios, primeiros habitantes do território. Nos primórdios da ocupação humana, as terras onde hoje está Curitiba apresentavam grande quantidade de Araucaria angustifolia, o pinheiro-do-Paraná.
ESTA EH A BANDEIRA DA CIDADE DE CURITIBA, PARANÁ
ESTE EH O BRASÃO DO MUNICÍPIO DE CURITIBA, PARANÁ

VALEU PELA VISITA - SEMPRE VOLTE



Fonte dos textos e fotos: IBGE / Thymonthy Becker / viagemeturismo.abril.com.br / Wikipédia / Governo de Curitiba, PR / 

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