DA JANELA DO TREM: 04/19/18

BARCELONA, ESPANHA - Barcelona é um dos principais destinos de quem vai para a Espanha. O destino, capital da Catalunha, é jovem, acolhedor, respira cultura e boa gastronomia e, diferente de outras cidades espanholas, os moradores locais recebem os turistas de braços abertos. Se você está de passagem pela primeira vez, o RoadTrio reuniu 10 destaques que não podem faltar no seu roteiro




CONHEÇA 10 LUGARES IMPERDÍVEIS EM "BARCELONA", ESPANHA - OLHANDO DA JANELA DO TREM
Barcelona é um dos principais destinos de quem vai para a Espanha. O destino, capital da Catalunha, é jovem, acolhedor, respira cultura e boa gastronomia e, diferente de outras cidades espanholas, os moradores locais recebem os turistas de braços abertos. 
Se você está de passagem pela primeira vez, o RoadTrio reuniu 10 destaques que não podem faltar no seu roteiro. 

01 - PARC DE LA CIUTADELLA 
O Parc de la Ciutadella foi o primeiro parque público de Barcelona e está muito bem conservado. Nos dias de sol, os catalães aproveitam a área verde para passear com cachorros, pegar um bronze, correr, levar a criançada para brincar e fazer pique-nique. 
Com cerca de 280.000 m2, o parque e abriga o zoológico da cidade, o Parlamento da Catalunha, museus e a famosa fonte desenhada por Josep Fontserè em colaboração com Antoni Gaudí – com certeza você já viu várias fotos delas pelas redes sociais. Outra atração é o Castell dels Tres Dragons, muito bonito por fora, mas atualmente fechado para visitação. 
Endereço: Passeig de Picasso, 21, 08003 
Horário: Abre todos os dias do ano, às 10h. Em dezembro, janeiro e fevereiro, fecha às 18h; em março e novembro, fecha às 19h; em abril e outubro, fecha às 20h; de maio até setembro, fecha às 21h. 
02 - ARC DEL TRIOMF 
Próximo ao Parc de la Ciutadella está o ‘arco do triunfo’ catalão, onde muitos apaixonados por skate e patins se reúnem diariamente para a prática do esporte. Ele não deve em nada para seu irmão mais famoso, localizado em Paris: é tão bonito quanto. Foi desenhado pelo arquiteto Josep Vilaseca para a servir como entrada principal para a Exposición Universalde Barcelona, realizada em 1888. 
Endereço: Passeig Lluís Companys, 8018 
03 - BASÍLICA DE LA SAGRADA FAMÍLIA 
A Sagrada Família tornou-se o símbolo máximo de Barcelona. A construção, inciada em 1882, passou por mãos de vários arquitetos, incluindo Antoni Gaudí, que trabalhou na obra até sua morte. O destino é óbvio, mas imperdível. Sua estrutura cheia de detalhes monocromáticos contrastam com um interior claro, minimalista, leve e quase sem imagens. 
Com mais de 40 metros de altura e 18 torres, a obra está sendo finalizada há anos. A conclusão está programada para 2030, mas boatos dizem que a igreja nunca ficará 100% pronta. Afinal, como já dizia Gaudi, a basílica é “uma obra que está nas mãos de Deus e na vontade do povo”. Hoje em dia ela a construção é dirigida por Jordi Faulí. 
Para garantir sua entrada, é melhor comprar o ingresso no site oficial da Sagrada Família. A igreja chega a receber 10 mil visitantes diários durante o verão. O ingresso dá a opção de visitar uma das torres. Vá! Subir a escadaria estreita e em forma de caracol e, de quebra, ver Barcelona por pequenas janelinhas não tem preço. 
Endereço: Carrer de Mallorca, 401 
Horários: Das 9h às 18h (outubro a março) e das 9h às 20h (abril a setembro) 
04 - TIBIDABO 
Tibidabo fica no alto de uma montanha e é casa do primeiro parque de diversões da Espanha (o segundo da Europa), construído em 1908. Sim, ele ainda funciona e mantém a maioria das atrações originais. Uma das melhores é a cesta giratória, também conhecida como Atalaya. Você fica ainda mais alto do que já está e a vista é simplesmente incrível. Quer uma dica? Evite os dias de muito vento. 
Mas não pense que é só porque você está em um parque de diversões que você vai ficar curtindo atrações como se estivesse na Disney. O passeio deve incluir um bom café em uma das lanchonetes, uma olhada nas lojinhas e uma pausa na igreja. Dedique tempo para curtir o visual lá do alto. É apaixonante! 
No alto do Tibidabo também fica o Templo do Sagrat Cor, uma igreja católica com dois andares com estilos tão diferentes que parecem duas igrejas distintas. 
Endereço: Plaza del Tibidabo, 3-4, 08035 Barcelona, Espanha 
Horários: Veja os horários no calendário do site oficial de Tibidabo. 
* A entrada é gratuita e você só paga as atrações que quiser curtir. 
05 - PLAÇA DE CATALUNYA E LA RAMBLA 
Quer fazer compras? O passeio começa aqui! A Plaça de Catalunya é uma das regiões mais famosas de Barcelona, onde acontecem a maioria das manifestações da cidade. As ruas são tomadas por pombas e turistas, que garimpam lojas de tudo quanto é tipo, da mais glamourosa até a fast fashion com preços amigos. 
Apple, Fnac, Sephora, H&M, Zara, Bershka e o incrível e gigantesco shopping El Corte Inglés dividem espaço com cafés e restaurantes. 
A Rambla é uma rua movimentada de 2 km de extensão, que liga a Plaça Catalunya ao Porto Velho, e tem mais lojas, saídas de becos e cafés. É a principal rua da chamada “cidade velha” e hospeda o famoso Mercat de la Boquería, um mercado público com frutas, carnes, vinho, doces, sorvetes, queijos, artesanatos e lembrancinhas. 
Endereço: Rambla, 91 
06 - PLAÇA D’ESPANYA 
Ela é linda. Ponto de ligação de algumas das principais avenidas de Barcelona e uma obra de arte assinada por vários nomes famosos da Catalunha. Nas suas redondezas está o shopping Arenas, antiga praça de touradas da cidade. No último andar desse centro comercial existem vários restaurantes e uma bela vista da Plaça d’Espanya. 
Do lado oposto ao shopping tem duas torres inspiradas no Campanário de São Marcos, em Veneza. Elas são a porta de entrada para a fonte e a escadaria que conduz ao Palau Nacional, outro ponto que vale a pena visitar. 
Endereço: Plaça d’Espanya s/n 
07 - MONTJÜIC E FONT MÀGICA 
“Uau!” Essa é a única reação que todos têm quando chegam nesse lugar. A Font Màgica foi criada em 1929 para a Exposição Internacional e hoje recebe visitantes do mundo inteiro para um espetáculo de música, luzes e movimentos. 
O museu Museu Nacional d’Art de Catalunya, também conhecido pela sigla MNAC, é a bela estrutura atrás da fonte. Ele abriga a coleção de arte mais importante da cidade e tem um acervo bem grande de arte espanhola. 
Endereço: Plaça Espanya s/n 
Horários (espetáculos da Font Màgica): outono e inverno – sexta-feira e sábado 19h e 21h; primavera e verão – quinta-feira e domingo 21h e 23h30. 
08 - CASTELLA PARTIR DA FONT MÀGICA, O PASSEIO CONTINUA. 
O caminho até o Castell de Montjuïc construído no século 18 pode ser feito a pé ou de teleférico e vale muito a pena. 
O castelo está sobre as ruínas de um forte, a mais de 170 metros de altura do nível do mar, no topo da montanha de Montjuïc, onde também fica um Museu Militar. A vista do alto é inexplicável. 
Endereço: Ayuntamiento de Barcelona – Carretera de Montjuïc, 66. 
Horários: segunda-feira a domingo das 9h às 19h (outubro até março) e das 9h às 21 (abril até setembro). DE MONTJUÏC 
09 - PARC GÜELL 
Declarado Patrimônio da Humanidade pela UNESCO, o Parc Güell é a grande obra de Gaudí a céu aberto. As belas curvas dos caminhos do parque unem galerias, bancos trabalhados, pequenas praças, estruturas coloridas e, claro, a Casa-Museu Gaudí, onde o próprio morava. Inicialmente, o local foi construído para a aristocracia de Barcelona, mas hoje é um dos principais pontos turísticos da Catalunha. 
Não deixe de ir até a escadaria principal para tirar fotos com a famosa salamandra e caminhar até a sala Hipóstila, com 86 colunas que abrigariam o mercado do local. Por ter sido construído em uma colina de 15 hectares, a vista de Barcelona é uma das mais belas. 
Endereço: Calle Olot. 
Horários: Diariamente, das 10h às 18h (novembro a fevereiro) e das 10h às 21 (maio a agosto) 
Entrada gratuita 
10 - BARCELONETA 
Praia. Não precisa de mais nada, né? Faça sol ou faça chuva, tem gente por lá. Barceloneta é um bairro cosmopolita e point do verão, principalmente para os gringos. Além da combinação perfeita de mar e areia, ela reúne restaurantes com deliciosos frutos do mar, lojas descoladas e baladas (muitas baladas!). 
Ela é a praia mais ‘farofa’ de Barcelona, mas você tem que conhecer. Se for apenas caminhar e tiver com sapatos confortáveis, ande de uma ponta até a outra, passando pela Vila Olímpica, Port Olímpic, pela escultura L’Estel Ferit, da artista alemã Rebecca Horn e pelo Hotel W, também conhecido como Hotel Vela.


VALEU PELA VISITA - SEMPRE VOLTE


Fonte dos textos e fotos: msn.com.br / Thymonthy Becker / RoadTrio / 

TUDO QUE VOCÊ PRECISA SABER PARA CURTIR SUAS FÉRIAS NA NOVA ZELÂNDIA - Geleiras espetaculares, fiordes pitorescos, montanhas acidentadas, vastas planícies, colinas, floresta subtropical, planalto vulcânico, quilômetros de litoral com maravilhosas praias arenosas: você encontra tudo isso na Nova Zelândia. Com a bela natureza, os turistas são surpreendidos com outras cidades que encontram pelo caminho, principalmente se rodam o país de norte a sul. Cerca de um terço do país está protegido pelo Parque Nacional, aproximadamente 30% é coberto por florestas naturais e nenhuma cidade fica a mais de 130 km do mar. Poluição é praticamente inexistente no país




VEJA TUDO DE BOM QUE SE PODE FAZER NA "NOVA ZELÂNDIA", OCEANIA - OLHANDO DA JANELA DO TREM
É preciso literalmente viajar no tempo para ir do Brasil à Nova Zelândia. Não tem voo direto para lá. Por isso, partimos de São Paulo rumo a Buenos Aires às 19h de uma sexta-feira e chegamos no domingo às 5h do horário local. 
Faça as contas: a diferença de fuso para o Brasil é de 15 horas, sem horário de verão e chegamos na manhã do domingo na Nova Zelândia, ou seja: nosso sábado praticamente não existiu (embora continuasse sendo sábado no Brasil). Pode parecer confuso, mas isso é basicamente para você entender a nossa “viagem no tempo”. 
Apesar de ser longo, 13 horas para ir e 11 horas para voltar, o voo não é tão cansativo quanto parece. Voamos de Air New Zealand, que tem distrações suficientes para você passar o tempo. Na TV disponível para cada passageiro, é possível assistir a dezenas de filmes, ouvir música, planejar sua viagem – já que tem uma apresentação completa de cada cidade do país -, aprender as regras para dirigir na “temida” mão inglesa e até conversar por chat com outros passageiros do avião. 
Brasileiros costumam ir para o outro lado do mundo para fazer um roteiro básico, que inclui as cidades e atrações mais famosas. Entre elas estão Auckland, a maior cidade do país; Queenstown, famosa pelo turismo de aventura; e claro, visitar o Hobbiton Movie Set, onde foram gravadas cenas das trilogias O Senhor dos Anéis e O Hobbit. 
Com a bela natureza, os turistas são surpreendidos com outras cidades que encontram pelo caminho, principalmente se rodam o país de norte a sul. Cerca de um terço do país está protegido pelo Parque Nacional, aproximadamente 30% é coberto por florestas naturais e nenhuma cidade fica a mais de 130 km do mar. Poluição é praticamente inexistente no país.
Geleiras espetaculares, fiordes pitorescos, montanhas acidentadas, vastas planícies, colinas, floresta subtropical, planalto vulcânico, quilômetros de litoral com maravilhosas praias arenosas: você encontra tudo isso na Nova Zelândia. 
VISTO E IMIGRAÇÃO
A imigração da Nova Zelândia é muito tranquila, já que eles estão bem acostumados a receber brasileiros que vão com visto de turismo. Apesar disso, nós não encontramos muitos brasileiros durante nossas paradas pelas cidades do país. 
Brasileiros não precisam de visto para visitar a Nova Zelândia e têm direito de ficar até 3 meses por lá, já que o Brasil faz parte do acordo de isenção de visto. Ao entrar no país, é preciso apresentar um passaporte válido (pelo próximos seis meses), passagem de volta e comprovante de hospedagem e renda suficiente para ficar lá durante a viagem. 
Por curiosidade, os vistos de emprego temporário nas férias estão disponíveis para jovens, geralmente, com idades entre 18 e 30 anos. Eles permitem que você viaje e trabalhe na Nova Zelândia por até 12 meses. Para se inscrever, você precisa ter uma passagem de volta ou dinheiro o suficiente para pagar por uma e ir com o propósito principal de turismo, sendo o emprego uma intenção secundária. 
MOEDA
Na Nova Zelândia a moeda utilizada é o dólar neozelandês. A cotação pode variar, mas fica em torno de R$ 2,30 a R$ 2,70 (valores de agosto de 2017). 
Os principais cartões de crédito podem ser usados na Nova Zelândia (Visa, MasterCard, American Express e Diners Club). 
COMO CHEGAR
Como falamos, não tem um voo direto para nenhuma cidade da Nova Zelândia saindo do Brasil. É preciso fazer uma conexão em Santiago, no Chile, ou em Buenos Aires, na Argentina. Auckland Airport concentra o maior número de embarques e desembarques internacionais, mas Hamilton, Wellington, Christchurch, Queenstown, Dunedin e Rotorua também têm aeroportos internacionais. 
As passagens geralmente partem de R$ 4 mil. O valor é um pouco salgado, por isso, vale a pena passar pelo menos 20 dias pela região, mesmo que opte por dividir a viagem com outro país (nós também fomos para Tonga e a viagem total deu 23 dias). 
CLIMA E FUSO HORÁRIO
As estações do ano na Nova Zelândia seguem o mesmo período do Brasil, mas o inverno tem temperaturas muito mais baixas. Em algumas cidades chegam a ser negativas e nevar é bem comum. Muitos dizem que a melhor estação para visitar o país é o verão, mas visitamos no fim do inverno e foi incrível. 
Fato é que o país oferece muitas atrações ao ar livre por conta da exuberante natureza e o frio pode dificultar um pouco, além de – algumas vezes – bloquear parques e estradas. 
O clima na Nova Zelândia é considerado temperado em quase todo o país e na maior parte do ano. 
O horário de verão inicia sempre no último domingo de setembro e termina na madrugada do primeiro domingo de abril do ano seguinte. 
A temperatura média no país diminui conforme você viaja para o sul. Janeiro e fevereiro são os meses mais quentes e julho é o mês mais frio do ano. No verão, a média das faixas de temperatura máxima varia entre 20 e 30 ºC (70-90 °F) e no inverno entre 10 e 15 ºC (50 a 60 °F). 
A neve aparece geralmente durante os meses de junho a outubro, embora breves períodos frios possam ocorrer fora desses meses. A maior parte da neve na Nova Zelândia cai nas áreas montanhosas, como Central Plateau ao norte e Southern Alps ao sul. Ela também cai fortemente no interior de Canterbury e Otago. Vale lembrar que o clima da Nova Zelândia pode mudar de forma inesperada e você pode vivenciar as 4 estações do ano em apenas um dia. 
COMO SE LOCOMOVER
A Nova Zelândia é um país pequeno, quase do tamanho do Rio Grande do Sul. Por isso, se você tiver tempo, desembarque no topo da ilha norte (Auckland) ou no fim da ilha sul (Queenstown), alugue um carro e percorra pelas belas estradas do país para conhecer diferentes cidades. Vale lembrar que nenhum voo interno dura mais que 2 horas. 
Para sair do aeroporto, é possível pegar táxis (opção mais cara), shuttle (opção mais barata), ou se dirigir até os pontos de retirada de carros alugados. O aluguel de carro por lá vale muito a pena, como já falamos na matéria com 7 motivos para você alugar um carro na Nova Zelândia. Nós alugamos com a Hitch Rental Cars. 
As estradas do país, em geral, são muito boas, seguras e asfaltadas. Mas a maioria também é uma mão que vai e outra que vem, sem acostamentos, o que necessita atenção redobrada. Até porque a direção por lá é mão inglesa, ou seja, dirige-se do lado direito do carro e na faixa da esquerda. 
É muito comum encontrar trailers e motorhomes pelas estradas. Por isso, há muitos lugares específicos para quem quer estacionar e passar a noite por lá, seja dentro de Parques Nacionais (sem custo) ou em campings (preços bem convidativos). 
Se você não estiver de carro, provavelmente terá que se restringir a visitar poucas cidades e usar mais o transporte público. Táxi por lá é mais caro do que em São Paulo, por exemplo. 
Use esta calculadora para saber o período de viagem aproximado e distância entre dois pontos na Nova Zelândia. 
IDIOMA
O idioma māori é considerado um tesouro nacional e é falado por cerca de 23% dos neozelandeses. Muitos lugares por lá têm nomes maoris. De qualquer forma, o inglês é a língua oficial do país. 
GEOGRAFIA
A Nova Zelândia tem uma área de 270.534 km², fica na Oceania e é isolada geograficamente. Seus vizinhos mais próximos são Austrália, Nova Caledônia, Fiji e Tonga. A Nova Zelândia está localizada sobre duas placas tectônicas: a do Pacífico e a australiana. A ilha norte e algumas partes de ilha sul estão situadas na placa australiana, e o restante do sul está sobre a do Pacífico. Como essas placas estão constantemente se deslocando e colidindo entre si, a Nova Zelândia recebe muita ação geológica. 
Por conta de sua posição no globo, o país desenvolveu uma natureza diferente de quase tudo o que se vê por aí. As paisagens são impressionantes e imponentes (curiosidade: sabia que não existem cobras na Nova Zelândia?). 
O país é formado por duas ilhas: Norte e Sul. As maiores cidades da Nova Zelândia estão ao norte, como Wellington (capital) e Auckland. O país tem aproximadamente 4,6 milhões de habitantes, sendo que há mais ovelhas que pessoas vivendo lá (estimativa 2016). 
SEGURANÇA E RECEPTIVIDADE 
Pode viajar tranquilo: a Nova Zelândia é um dos países mais seguros do mundo. O lugar ocupa a 4ª posição no ranking dos países mais seguros segundo o Global Peace Index 2016, estudo anual realizado pelo Instituto de Economia e Paz (IEP). 
Além disso, ocupa o 9º lugar em relação ao Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), e é referência no combate à corrupção. 
Os neozelandeses têm uma cultura bem mista: maori, europeia, asiática e das ilhas do Pacífico. Aliás, prepare-se para encontrar muitos orientais por lá, principalmente em Auckland. No geral, eles são bastante receptivos e amigáveis. 
ROTEIRO DE CARRO DE 14 DIA PELA NOVA ZELÂNDIA
É possível cruzar de carro a Nova Zelândia passando pela ilha norte e pela ilha sul. Durante 14 dias, o RoadTrio rodou mais de 3 mil quilômetros de Auckland até Milford Sound. 
Se você não tiver tanto tempo, pode escolher uma das ilhas para explorar com mais calma. Em ambas você será surpreendido por belezas naturais e atrações ao ar livre. Mas se formos recomendar uma das ilhas, sugerimos a Ilha Norte. Foram nossas cidades preferidas e abriga algumas das estradas mais lindas que já viajamos até hoje. 
ILHA NORTE - DE AUCKLAND ATÉ WELLINGTON 
DIA 01 - O QUE FAZER
Auckland 
A maioria dos voos chega em Auckland bem cedo. Por isso, vale a pena programar algo por lá enquanto seu check-in no hotel não é liberado. Provavelmente você estará cansado, então programe algo que não exija muito esforço. 
SKY TOWER: 
Visite o principal ponto turístico de Auckland, cartão-postal da cidade. A torre tem 328 metros de altura e oferece uma vista panorâmica da cidade. Quem quiser um pouco de aventura, pode experimentar o SkyJump ou o Sky Walk. No primeiro, o visitante salta do alto da torre e, no segundo, ele anda pelo lado de fora da torre, preso por cabos de aço. É possível fazer uma reserva online no skywalk.co.nz. Os preços para essas atividades vão de NZ$115 a NZ$175. 
Preço para visitar: NZ$29 (adulto), NZ$12 (crianças de 6 a 14 anos). Menores de 5 anos não pagam. 
Horário de funcionamento: todos os dias do ano (maio a outubro: das 9h às 22 / novembro a abril: das 8h30 às 23h30). 
DEVONPORT: 
É um charmoso subúrbio histórico e residencial de Auckland. Para chegar lá, é possível ir de ferry (NZ$12) ou de carro. O local é o melhor ponto para ver o skyline de Auckland, além de ser recheado de casas com estilo colonial, lojas locais, restaurantes e cafés, além de uma pequena praia e um visual incrível e panorâmico do centro da cidade, com o Sky Tower ao centro. Reserve um dia do seu roteiro para curtir esse outro lado da cidade. Caminhe pela Victoria Road, escolha o melhor café e aproveite para comprar um souvenirs. 
HARBOUR BRIDGE E WESTHAVEN MARINA: 
Auckland é também conhecida como a cidade das velas, já que está localizada em um istmo e é banhada pelo Mar da Tasmânia e pelo Oceano Pacífico. A Westhaven Marina é considerada a maior marina do hemisfério sul e é um lugar gostoso para caminhar (de lá também saem alguns passeios aquáticos). Você vai ter uma bela visão da cidade como um todo, tendo novamente a SkyTower como centro dos olhares.. Também é possível ver de perto a Harbour Bridge, ponte que liga Auckland a outros distritos como Devonport. É possível saltar de bungy jump da ponte. 
ONDE SE HOSPEDAR: PUKEATUA FARMSTAY 
O hotel segue a linha farmstay, fica em Waimauku, em Auckland, e foge do padrão de hotéis que encontramos em cidades grandes. Apesar de ser um pouco afastado do centro, ele oferece uma experiência única. A família Ratsdorf tem uma ‘mini casa’ dentro da própria casa para hospedar turistas do mundo inteiro. Além de um visual incrível do campo, o local tem alpacas, cavalos, galinhas e uma receptividade incrível (isso sem contar as delícias culinárias). 
Preço: a partir de R$ 320 a diária 
Endereço: 35 Taylor Rd, Waimauku, Auckland 0882, Nova Zelândia 
DIA 2: Auckland – Waitomo – Rotorua – Hamilton 
Distância: aproximadamente 220 km, cerca de 3 horas, de Auckland até Waitomo / Aproximadamente 150 km, cerca de 2 horas, de Waitomo até Rotorua / aproximadamente 116 km, cerca de 1h40, de Rotorua até Hamilton. 
Estrada: State Highway 1 e State Highway 39 
A estrada é longa nesse trecho. Waitomo não pode ficar fora do seu roteiro exatamente pelas cavernas. Mas se você tiver um dia a mais, divida este trajeto em dois e durma uma noite em Rotorua e outra em Hamilton. Nós apenas passamos de carro por Rotorua. 
O QUE FAZER
Waitomo Caves (Waitomo): existem vários tours diferentes na mesma caverna. O Ruakuri Cave é uma caminhada por dentro da caverna, onde o auge é a hora em que você é surpreendido pelos glow worms, que brilham e criam a sensação de que você está sob um céu estrelado, já que produzem uma luz azul forte que brilha no escuro. Os bichinhos são insetos que produzem uma mucosa para capturar algumas presas e suas enzimas fazem com que ela fique brilhante. Além disso, a caverna é toda formada por estalactites e estalagmites que criam um visual impressionante. Tem também o tour para quem prefere literalmente nadar pelo rio que corta a caverna. 
Preço: NZ$72 (adultos), NZ$28 (crianças), NZ$ 176 (família) 
Endereço: 39 Waitomo Village Rd, Waitomo 3943, Nova Zelândia 
ROTORUA: 
Se você pegar um tour na caverna pela manhã, pode conhecer Rotorua na parte da tarde. Mas é preciso ter disposição, já que a cidade fica 150 km distante, cerca de 2h00. Além disso, vá para a cidade com um plano do que fazer para não perder a viagem. A cidade é rica em fontes termais e piscinas de lama fervente. Não é à toa que você sentirá um leve odor de enxoxfre no ar assim que chegar por lá. Entre as atrações mais famosas estão 
ONDE SE HOSPEDAR: Lakewood Lodge (Hamilton) 
Dependendo do seu roteiro, pode valer a pena se hospedar em Rotorua. Mas como queríamos algo diferente, fomos para o Lakewood Lodge, em Hamilton. O hotel costuma receber grupos grandes de excursões, mas você pode conseguir um quartinho na baixa temporada e ainda se deliciar com uma linda vista (foto acima). É um hotel que longe do centro, mas vale para quem realmente quer curtir a estrada e a natureza. 
Preço: sob consulta, dependendo do número de pessoas 
Endereço: 585 Glen Murray Road, Nova Zelândia 
DIA 3: Hamilton – Taupo 
Distância: aproximadamente 170 km, cerca de 2 horas 
Estrada: State Highway 1 
Taupo tem bastante coisa para fazer. Por isso, separamos dois dias e meio para ficar por lá. A cidade fica à beira do Lake Taupo, o maior lago do país e o segundo com maior volume de água doce da Oceania. Ele fica exatamente no centro da ilha norte do país, em uma cratera vulcânica, resultado de uma erupção há mais de 26 mil anos. 
SKYDIVE: 
A cidade é famosa por ser um dos melhores lugares para saltar de paraquedas na Nova Zelândia. O visual lá de cima é, de fato, incrível, com destaque para o Lake Taupo. A Sky Dive Taupo é uma das mais recomendadas da região e a experiência é realmente maravilhosa. É recomendável agendar dia e horário, mas é necessário ligar no mesmo dia para ver se o salto está confirmado devido às condições climáticas. Tem duas opções de salto: 12 mil pés ou 15 mil pés. Escolhemos a primeira opção, que tem 45 segundos de queda livre. 
Preço: a partir de NZ$ 279 
Endereço: Anzac Memorial Drive, Taupo (aeroporto de Taupo) 
HUKA FALLS: 
Um dos pontos mais famosos de Taupo. Para chegar na cachoeira, você pode fazer uma trilha de 20 minutos ou simplesmente estacionar o carro ao lado dela. Nós escolhemos o ‘caminho das pedras’ e tivemos a chance de sermos surpreendidos com esse visual incrível do rio Waikato, antes de desaguar no Lake Taupo. A Huka Falls não é alta, mas é famosa pela sua cor e também pela quantidade de água que passa em um espaço tão estreito. Ela tem uma vazão média de aproximadamente 220 mil litros por segundo. Aos apaixonados por trilha, daí de cima sai uma de aproximadamente 5 km para ser percorrida de bicicleta 
Preço: grátis 
Endereço: Taupo 3377, Nova Zelândia 
ONDE SE HOSPEDAR: The Loft (Taupo) 
Como nossa agenda estava bem cheia para os dias em Taupo e já sabíamos que ficaríamos exaustos no fim do dia, decidimos caprichar no conforto do nosso hotel. Nos hospedamos no The Loft Acaciabay e tivemos uma experiência incrível. O hotel nada mais é do que a casa de um casal, que dedicou o piso superior a quartos luxuosos para receber turistas do mundo inteiro. O estilo Bed and Breakfast aqui é famoso por ser uma opção requintada e calorosa. Chuveiro quentinho, cama macia, quarto aquecido… tudo que precisávamos depois de um dia agitado. 
Preço: a partir de R$ 170 a diária na baixa temporada 
Endereço: 3 Wakeman Road, Acacia Bay Taupo 3330 New Zealand 
DIA 4: Taupo - TONGARIRO NATIONAL PARK: 
Esse é o Parque Nacional mais antigo da Nova Zelândia e o quarto mais antigo do mundo. Acorde bem cedo e pegue a estrada, pois ele fica a aproximadamente 71 km do centro de Taupo, 1 hora dirigindo. Dedique o dia inteiro para ele, já que é possível escolher várias atrações para fazer no mesmo dia. O parque tem uma infraestrutura completa com restaurantes, centro de informações, banheiros públicos e até mesmo hotel. Não é preciso pagar para entrar no Tongariro e há dezenas de trekkings e atrações lá dentro, inclusive uma estação de esqui. 
TONGARIRO ALPINE CROSSING: 
Nós reservamos um dia para conhecer Parque Nacional Tongariro e a ideia era fazer a Tongariro Alpine Crossing, trilha mais famosa da Noza Zelândia, com quase 20 km. Mas o clima não ajudou, infelizmente, e ficamos só na vontade. Se você for para a NZ, principalmente na primavera/verão, faça! A trilha conta com 3 vulcões, incluindo o Mount Doom, cenário de “Senhor dos Anéis”. O auge da trilha fica na área do Lake Emerald. É um visual incrível! Mas vá preparado fisicamente e psicologicamente. Não esqueça de levar roupas adequadas, equipamento básico e lanchinhos para se recompor durante o trajeto. 
Preço: é recomendável ir acompanhado de um guia. Preço a ser combinado na hora. 
Endereço: Tongariro National Park, Nova Zelândia 
TARANAKI FALLS: 
Como o clima não estava favorável, fizemos uma trilha de 6 km (ida e volta) para a Taranaki Falls. A trilha em si já valeu a pena porque a vegetação avermelhada e com neve é completamente diferente do que estamos acostumados a ver no Brasil. A cachoeira tem 20 metros de altura e cai em um poço verde esmeralda não muito grande, o que deixa o cenário ainda mais incrível. 
Preço: grátis 
Endereço: Tongariro Northern Circuit, Tongariro National Park 4691, Nova Zelândia 
TAWHAI FALLS: 
A trilha para essa cachoeira é de apenas 5 minutos e muito fácil. Ela tem 13 metros de altura. Apesar de não ser tão bonita quanto a anterior, vale a visita por ser o local de filmagem de uma das cenas da trilogia O Senhor dos Anéis, mais especificamente a cachoeira do personagem Gollum. Por isso ela também é conhecida como Gollum’s Pool. 
Preço: grátis 
Endereço: Manawatu-Wanganui 4691, Nova Zelândia 
TUROA CAMPO SKI: 
Apesar da ilha norte não ser muito abastecida de montanhas, o Tongariro abriga a famosa estação Turoa Campo Ski, que possui uma das descidas mais inclinadas da Australásia (que inclui a Austrália, a Nova Zelândia, a Nova Guiné e algumas ilhas menores da parte oriental da Indonésia), com 722 metros. Turoa tem 25 pistas de nível avançado e uma área para iniciantes. Se você não quer esquiar, vale chegar no topo da montanha para ver o visual e tomar chocolate quente no restaurante. 
Preço: grátis para entrar, a partir de NZ$79 para esquiar 
Endereço: Mt Ruapehu 4691, Nova Zelândia 
DIA 5: Taupo – Wellington 
Distância: aproximadamente 370 km, cerca de 5h30 horas 
Estrada: State Highway 1 
Dedicamos mais uma manhã e uma tarde para ficar em Taupo antes de partir para Wellington, capital da Nova Zelândia. Como o caminho seria longo, acordamos um pouco mais tarde nesse dia antes de começar a nossa programação. Depois de conhecer mais duas atrações em Taupo, partimos para Wellington no meio da tarde. 
CENTRINHO + MC DONALD’S NO AVIÃO (TAUPO): 
O centrinho de Taupo é muito charmoso, cheio de lojas, restaurantes à beira do lago e o famoso Mc Donald’s no avião. O modelo DC-3 estava parado ao lado do restaurante nos últimos 24 anos, até ser restaurado e acoplado à rede de fast food. Agora ele tem mesas para acomodar os consumidores, mas mantém a cabine de comando intacta. Ah! Informação importante: o chocolate quente (com marshmallows!) em todos os Mc Donald’s da Nova Zelândia custa apenas NZ$ 1. Nada mal para os dias mais frios, né? 
Endereço: 48 Roberts St, Taupo 3330, Nova Zelândia 
MAORI ROCK CARVINGS (TAUPO): 
Este é mais um ponto turístico indispensável na cidade. O passeio de barco da Ernest Kemp pelo Lake Taupo nos levou até um conjunto de esculturas Maoris. Elas foram feitas por integrantes da tribo Tuwharetoa no final da década de 80 para conservar as tradições. Elas ficam em uma margem mais afastada do lago e só é possível vê-las por algum meio de transporte aquático. Elas são imponentes e impressionantes. O passeio dura cerca de 2 horas e passa por outras regiões do lago. 
Preço: NZ$ 44 
Endereço: 65 Redoubt Street, Berth 2, Taupo Marina, Taupo 3351, Nova Zelândia 
ONDE SE HOSPEDAR: Park Hotel (Wellington) 
Cidade grande, hotel tradicional (e com cara de hotel). O Park Hotel fica localizado no centro da cidade, com fácil acesso para os principais pontos e avenidas. Ele é contemporâneo, 4 estrelas com quartos amplos, confortáveis e bem equipados. O hotel também tem um restaurante, o Sterling Woodfire Eatery & Bar, onde é servido café da manhã e jantar, não inclusos na diária. 
Preço: a partir de R$ 318 a diária 
Endereço: 101 The Terrace, Wellington, 6011, Nova Zelândia 
DIA 6: Wellington – Ilha Sul 
Distância: ferry (3h30) 
Endereço: Wellington Ferry Terminal 1 Aotea Quay, Pipitea, Wellington 6011, Nova Zelândia 
Se você tiver tempo, dedique mais um dia para ficar em Wellington. A cidade grande com clima litorâneo nos surpreendeu. Tem muito o que fazer em Wellington, incluindo museus, galerias de arte, mercados ao ar livre e o cable car. 
ORIENTAL BAY: 
se você tem pouco tempo, não deixe de passear (e tomar um belo sorvete) pela Oriental Bay, praia dentro da cidade que proporciona um visual lindo da conhecida zona alta, que abriga bairros residenciais. Você vai encontrar muita gente fazendo exercício pela orla. A cidade é muito viva e jovem, inclusive para quem quer curtir a noite. 
CUBA STREET: 
É uma boa opção para quem quer comer bem, gastando muito ou pouco. A rua é fechada para carros na maior parte, tem várias esculturas, grafites, lojinhas, restaurantes e artistas de rua. Na Cuba Street aproveitamos para conhecer a lanchonete mais querida pelos estudantes, o Ekim Burgers. Com um ambiente para lá de descontraído e boa música, o local serve diferentes opções de lanches e acompanhamentos a preços acessíveis. 
Endereço: Cuba St, Te Aro, Wellington 6011, Nova Zelândia 
OLD ST. PAUL CATHEDRAL: 
Esta catedral é muito bonita, 100% construída em madeira seguindo o estilo gótico. Não são realizadas mais missas no seu interior, mas ela é muito famosa e requisitada para casamentos e funerais. Recentemente foi construída uma nova Catedral St. Paul, mas não vale a visita. Todo o charme e beleza se manteve no antigo monumento. 
Preço: grátis 
Endereço: 34 Mulgrave St, Pipitea, Wellington 6011, Nova Zelândia 
ILHA NORTE PARA ILHA SUL: 
chegou a hora de ir da ilha norte para a ilha sul. Para isso, é necessário pegar uma ferry que anda cerca de 93 km pelo estreito de Cook. Fomos pegos de surpresa primeiro porque não tínhamos ideia do tempo que ela demora para ir de um ponto ao outro: 3h30. Segundo, porque não estávamos preparados para o preço: um carro com 2 pessoas saiu por NZ$226! Mas no fim das contas o passeio valeu muito a pena. O visual de todo o percurso é muito lindo, já que passamos por lugares como Queen Charlotte Sound, Tory Channel e Marlborough Sound. Além disso, a ferry é confortável: um navio onde estacionamos o carro e subimos para uma área comum com sofás, mesas e um restaurante. Para quem quer esticar as pernas e dormir, é possível alugar uma cabine a partir de NZ$40. Várias empresas fazem esse trajeto e os preços não variam muito. 
DIA EXTRA: AUCKLAND 
Depois de descer até Milford Sound de carro (veja o roteiro completo da ilha sul da Nova Zelândia), pegamos um voo de volta de Queenstown até Auckland, onde tivemos mais duas noites. 
Nós dedicamos um dia para ficar pelo centrinho, comprar alguns doces no mercado para trazer para o Brasil, procurar os últimos souvenirs, e outro dia fizemos um tour. Se você não tiver dois dias, pode resumir as duas coisas em um dia só. 
Centrinho: a Queen Street é uma rua icônica que começa no Queen Wharf (porto) e vai até o subúrbio, em uma área residencial. Ela é a rua principal do centro de Auckland e reúne várias lojas, restaurantes, cafés, cinemas, bares e teatros (lá também fica a pequena loja de cookies da Mrs Higgins, não deixe de experimentar). As ruas que cortam a Queen e suas paralelas, Lorne St. e Upper Queen St, também são ótimas para caminhar e encontrar mais opções de lojas e restaurantes. 
Mount Eden: para chegar ao topo do Mount Eden é preciso fazer uma caminhada íngrime, mas não muito longa desde a sua base (cerca de 25 minutos) e por uma trilha asfaltada na maior parte. Este é o vulcão mais alto de Auckland (196 metros), está adormecido e oferece uma vista panorâmica de Auckland. Há uma cratera gigantesca que chega a ter 50 metros de profundidade e é totalmente coberta por vegetação. A última erupção do vulcão aconteceu há mais de 15 mil anos. De lá também é possível ver o vulcão One Three Hill, do Cornwall Park, a península Coromandel, a ilha vulcânica Rangitoto, a ilha Waiheke e o belo skyline de Auckland. 
Preço: grátis 
Endereço: 250 Mt Eden Road, Mt Eden 
ONDE SE HOSPEDAR: MODERN CITY 
Aquele apê que você queria chamar de seu! Nossos dois últimos dias em Auckland não podiam ter sido melhor. Ficamos nesse apartamento muito bem localizado (praticamente esquina com a Queen St – rua principal do centro da cidade). Alugamos o apartamento pela Bachcare, uma empresa que reúne mais de 1500 casas de férias em mais de 50 cidades da Nova Zelândia. O que nos hospedamos tinha 2 quartos, 2 banheiros e uma sala ampla com cozinha americana. Da nossa sacadinha dava para ver um pedacinho da Sky Tower e estávamos há pouquíssimos minutos de todos os restaurantes, bares e lojas do centro. O apartamento é 100% equipado, então é possível cozinhar, relaxar assistindo um filminho e até lavar todas as roupas antes de voltar para casa. Recomendamos muito! 
Preço: pode variar de acordo com o tipo de casa ou apartamento 
INFORMAÇÕES EXTRA
DDI da Nova Zelândia – 64 
A cobrar via Embratel – 1999177 
Voltagem e tomadas: Tipo I, 220 volts (tomada com 3 pinos achatados, sendo dois na diagonal e outro na posição vertical, na parte inferior. 
As gorjetas na Nova Zelândia não são obrigatórias, mesmo em bares e restaurantes. 
Mercadorias e serviços estão sujeitos ao imposto sobre mercadorias e serviços (GST) de 15% incluído no preço exibido. Turistas não podem restituir esse imposto. 
*** Em roadtrips longas como esta, é indispensável alugar um carro com seguro completo e analisar as condições de retirada em um ponto e devolução em outro. Faça um orçamento completo com a Hitch Rental Cars. 
Além disso, para maior segurança e tranquilidade, faça sempre um seguro viagem. Nós fizemos um com a Chancetour Viagens, que tem um preço bem acessível e ampla cobertura! A tranquilidade de saber que você está seguro em todos os aspectos faz com que você curta muito mais sua viagem.

VALEU PELA VISITA - SEMPRE VOLTE


Fonte dos textos e fotos: RoadTrio.com / msn.com / Thymonthy Becker / 

PORTO COVO, LISBOA, PORTUGAL - Uma vilinha encantadora de pouco mais de mil habitantes, tem um ar vintage, uma combinação de sonho de casas brancas + enseadas de águas transparentes + bons restaurantes. A Costa Vicentina é um dos segredos mais bem guardados de Portugal: um trecho de cerca de 100 quilômetros de parque natural que margeia o Atlântico de norte a sul unindo os mais bonitos trechos de litoral entre o Alentejo e o Algarve. Uma região onde os campos de oliveiras chegam quase ao mar, as dunas desenham lindas paisagens e o mar molda baías ora pequeninas, ora extensas, sempre de areias fininhas e águas transparentes.




AO SUL DE LISBOA, PORTO COVO É O MELHOR DO VERÃO EM PORTUGAL - OLHANDO DA JANELA DO TREM
A rua principal da vila: (acima) pouco mais de mil habitantes (Bruno Barata/Reprodução)
A pracinha da cidade, (abaicxo) com barracas de tererê: passeio à moda antiga (Bruno Barata/Reprodução)
A Costa Vicentina é um dos segredos mais bem guardados de Portugal: um trecho de cerca de 100 quilômetros de parque natural que margeia o Atlântico de norte a sul unindo os mais bonitos trechos de litoral entre o Alentejo e o Algarve. 
Uma região onde os campos de oliveiras chegam quase ao mar, as dunas desenham lindas paisagens e o mar molda baías ora pequeninas, ora extensas, sempre de areias fininhas e águas transparentes. 
Casinha típica de Porto Covo: fachada branca e portas e janelas coloridas (Bruno Barata/Reprodução)
A Ilha do Pessegueiro, ao sul da vila: inspiração de música (Bruno Barata/Reprodução)
Porto Covo, uma vilinha encantadora de pouco mais de mil habitantes, é a primeira parada na região para quem vem de Lisboa (são cerca de 170 quilômetros ao sul da capital portuguesa). O cenário é arrebatador: de um lado, casinhas caiadas de branco, de portas e janelas coloridas, poucas ruinhas e praças cheias de charme… 
…do outro, uma sequência de praias pronta para fazer a festa de qualquer Instagram. 
A Praia Grande: mais ampla e pertinho do centro (Bruno Barata/Reprodução)
O visual arrebatador da Praia do Serro da Águia: pequena baía aos pés das falésias (Bruno Barata/Reprodução)
Detalhe: aqui as praias são cercadas de falésias e acessíveis por trilhas ou escadinhas, que levam até lá embaixo. A maior vantagem é que as baías ficam protegidas do vento e tendem a ter águas mais calmas. 
Um dos lugares mais queridinhos da Costa Vicentina, Porto Covo mantém o astral de vila pequenina do interior. Tudo gira em torno da praça e de uma rua principal, onde estão enfileirados alguns restaurantes, lojinhas de suvenires e, no verão, barraquinhas de tererê e tatuagem temporária. 
A Praia do Serro da Águia vista do alto da falésia: segredinho local (Bruno Barata/Reprodução)
As escadinhas de acesso às praias da região: antes do paraíso, um pequeno purgatório (Bruno Barata/Reprodução)
A poucos passos do centro fica a Praia Grande, um pouco mais aberta e a mais concorrida, pois não é preciso ter carro para ir até lá. 
Ao sul da cidade fica a Ilha do Pessegueiro, bem pertinho da costa, musa inspiradora do cantor Rui Veloso: 
“Havia um pessegueiro na ilha 
Plantado por um Vizir de Odemira 
Que dizem que por amor se matou novo 
Aqui, no lugar de Porto Côvo” 
A Praia da Samouqueira: rochedos desenham belas paisagens (Bruno Barata/Reprodução)
A sequência de enseadas de Porto Covo: parque natural (Bruno Barata/Reprodução)
Ao norte vem uma sequência de prainhas idílicas. Uma das menores e mais gostosas é a Praia do Serro da Águia, onde um rochedo divide o mar em duas entradas. 
Na sequência vem uma das mais famosas, a Praia da Samouqueira, uma sequência de enseadas moldadas por pedras. 
Amêijoas à Bulhão Pato e saladinha de polvo do restaurante Zé Inácio: para arrematar o dia (Bruno Barata/Reprodução)
Depois de alguns mergulhos, o centro espera com gostoso peixes e frutos do mar. No Zé Inácio restaurante (Rua Vasco da Gama, 38) há uma deliciosa salada de polvo e amêijoas a Bulhão Pato. 
O atendimento é desses tão simpáticos que quase não se vê mais. Depois, a pedida é tomar um sorvete e passear na praça – para ter um gostinho das férias como antigamente. 
Por Rachel Verano
Amêijoas à Bulhão Pato e saladinha de polvo do restaurante Zé Inácio: para arrematar o dia (Bruno Barata/Reprodução)

VALEU PELA VISITA - SEMPRE VOLTE


Fonte dos textos e fotos: viagemeturismo.abril.com.br / Becker Thymonthy /