domingo, 5 de março de 2017

OS 15 MAIS BELOS JARDINS DO MUNDO - Pequenos, Monumentais, Mirabolantes, todos abertos à visitação pública




CONHEÇA OS 15 MAIS BELOS JARDINS DO MUNDO
Desde tempos imemoriais, o sonho do homem era ter uma casa. Aquecida no inverno, fresca no verão e protegida das intempéries. Um local onde ele podia se dedicar ao sono, ao descanso, ao estudo. O passo seguinte foi ter um belo jardim. 
Entre os muros de sua residência criou um microcosmo, uma versão reduzida do mundo exterior. Um espaço não só para o recreio, mas também para a contemplação. Espelhos d’água, fontes e correntes imitavam rios e lagos. Plantas exóticas com desenhos ora caóticos, ora perfeitamente simétricos, remetiam a bosques e pradarias. Estátuas e escadarias traziam um relevo multi-dimensional, repleto de relevos, a espaços muitas vezes reduzidos. 
Esta galeria de fotos traz alguns dos mais belos jardins do planeta, ora pequenos e minimalistas, ora monumentais e mirabolantes. Muitas vezes feitos para o deleite de alguns poucos, hoje todos estão abertos à visitação. 
1. DE KEUKENHOF, AMSTERDÃ, HOLANDA 
Provavelmente o parque de flores mais bonito do mundo. Localizado a pouco mais de meia hora do centro de Amsterdã, o De Keunkenhof encontra-se no coração da Rijnland, uma das maiores áreas de cultivo de tulipas do planeta. Seus bem cuidados jardins e alamedas estão repletos de espécies de todo o mundo e o parque ainda conta com estufas e viveiros encantadores. Funciona normalmente de março a maio (Divulgação) 
2. KOISHIKAWA KORAKUEN, TÓQUIO, JAPÃO 
No meio do complexo tecido urbano de Tóquio, uma pequena mancha verde destaca-se junto à moderna arena Tokyo Dome. Desenhado no século 17 por membros do clã Tokugawa, é um popular local de passeio. Por sua importância cênica e histórica, o Koishikawa Korakuen é protegido por uma lei nacional especial (yhlee CC) 
3. MUSEU DU QUAI BRANLY, PARIS, FRANÇA 
O museu parisiense é dedicado às artes etnográficas das Américas, Oceania, Ásia e África. O impressionante acervo do Quai-Branly é seu ponto focal, mas o edifício projetado por Jean Nouvel não passa despercebido. Um de seus destaques é o jardim vertical, um muro vivo de 200 metros concebido por Patrick Blanc 
4. PALÁCIO MIRABELL, SALZBURGO, ÁUSTRIA 
Célebre por cenas do filme "A Noviça Rebelde", o Palácio Mirabell ostenta um jardim de expressiva beleza, impecavelmente limpo e bem cuidado. À sombra do Castelo e da Catedral de Salzburgo, tudo fica ainda mais encantador (Thinkstock) 
5. TEMPLO E JARDINS BAHAI, HAIFA, ISRAEL 
Muito mais que uma religião, o Bahai prega a unidade e harmonia entre os povos. Perseguidos na Pérsia (atual Irã) estabeleceram sua sede em Haifa, em Israel. Seus mirabolantes jardins e santuários, meticulosamente simétricos, dominam a paisagem da cidade em uma sucessão de degraus e plataformas suspensas (Thinkstock) 
6. KORAKUEN, OKAYAMA, JAPÃO 
Construído sob as ordens do senhor feudal Tsuda Nagatada, no século 17, sobre uma ilhota no rio Asahi, o Korakuen é considerado um dos jardins mais perfeitos do Japão. A cidade de Okayama fica a cerca de 1h30 de trem-bala desde Hiroshima, no centro-oeste do país. Destaque para as dramáticas mudanças nas paisagens sazonais, com cerejeiras e ameixeiras em flor entre março e abril, e as folhagens de outono entre outubro e novembro (como na foto) (Daderot/Wikimedia commons) 
7. CHATSWORTH HOUSE, REINO UNIDO 
Um dos países onde a jardinagem chegou ao status de mania é a Inglaterra. Plebeus e nobres são fanáticos pelo hobby e o próprio príncipe Charles dedica parte de sua movimentada agenda para cuidar de suas plantas. Não surpreende então que hajam grandes e bem cuidados parques públicos e que boa parte dos palácios do país possuam jardins de esmerado trato. Um dos mais famosos é o de Chatsworth House, a mansão do duque de Devonshire. Em uma área de mais de 100 acres encontram-se elementos de seis diferentes séculos. Destaque para a longa cascata e as estufas de plantas exóticas (kev747/CC) 
8. PALÁCIO DE VERSALHES, ARREDORES DE PARIS, FRANÇA 
Muito da fama de Versalhes vem de seu magnífico palácio, mas, convenhamos, o chateau não teria a menor graça sem seu projeto paisagístico. Fontes, estátuas, alamedas, um imenso tanque d’água e uma complexa trama de plantas dispostas em simetria são suas grandes atrações. André Le Nôtre coordenou uma grande equipe que incluiu Charles Le Brun, Jean-Baptiste Colbert e Jules Hardouin-Mansart. O próprio rei da França dava a palavra final em muitos dos detalhes desta obra superlativa. É quase impossível conhecer todo o jardim em apenas um dia (chingers7 Creative Commons) 
9. CHÂTEAU DE VILLANDRY, VALE DO LOIRE, FRANÇA 
Versalhes pode ser considerado o mais famoso jardim francês, mas não é páreo para Villandry em termos de elaboração artística. Seu projeto paisagístico é uma colcha de retalhos e apuro técnico que faz a alegria dos entusiastas por labirintos e padrões simétricos. Construído no século 16 por um dos ministros de Francisco I, teve como base trabalhos renascentistas italianos. Os horários para visitação variam bastante durante o ano, sendo mais longos durante o verão e mais curtos no inverno (Jean-Christophe BENOIST/Wikimedia commons) 
10. JARDIM BOTÂNICO, RIO DE JANEIRO 
No Olimpo das grandes atrações turísticas do Rio de Janeiro, o Jardim Botânico é um dos mais discretos campeões na preferência dos turistas. Vitórias-régias enormes, bambuzais colossais, perspectivas infinitas, orquidários e bromeliários enchem os olhos dos visitantes aos pés do Cristo. As palmeiras imperiais continuam ali, imponentes como sempre (Fernando Lemos) 
11. INSTITUTO INHOTIM, BRUMADINHO, MINAS GERAIS 
Além de ser o maior centro de arte contemporânea a céu aberto do mundo, o Instituto Inhotim, a 65 km de Belo Horizonte, é cercado por um majestoso jardim botânico. Caminhar por sua enorme área, que ostenta uma das maiores coleções de espécies vivas entre todos os jardins botânicos do Brasil, é uma experiência única 
12. GARDEN OF COSMIC SPECULLATION, DUMFRIES, ESCÓCIA 
A atração central aqui não são plantas exóticas, nem mesmo uma curadoria botânica. O paisagismo deste curioso parque é a ciência aplicada em matemática, física e astronomia, com conceitos espelhados em esculturas, lagos e em seu curioso relevo. Concebido pelo arquiteto Charles Jencks, esta é uma propriedade particular, mas que ocasionalmente é aberta ao público (Yellow Book CC) 
13. PALÁCIO DE CASERTA, ARREDORES DE NÁPOLES, ITÁLIA 
As perspectivas colossais, o amplo uso da água em fontes, cascatas e espelhos dágua, e o impressionante conjunto barroco do palácio dos reis de Nápoles valeram ao Reggia di Caserta o título de Patrimônio da Humanidade pela Unesco. Localizado a 35 quilômetros de Nápoles, os jardins complementam a suntuosidade setecentista do edifício principal (pennyjb/CC) 
14. GENERALIFE, GRANADA, ESPANHA 
Na imensa vega árida da Andaluzia, o palácio Alhambra, em Granada, é uma joia arquitetônica que mantém-se como símbolo maior e mais duradouro da presença árabe na Europa. O palácio de verão Generalife (foto), logo ao lado, é um oásis repleto de jardins que traz um bem-vindo frescor ao ambiente, repleto de espelhos dágua, fontes e pátios 
15. HUNTINGTON LIBRARY, LOS ANGELES, ESTADOS UNIDOS 
Localizado a apenas 20 quilômetros do centro de Los Angeles, o Huntington é uma instituição que reúne biblioteca, coleção de arte e os famosos e amplos jardins. Mais de 40 jardineiros e 100 voluntários cuidam do parque botânico de 200 acres, que exibe plantas vindas da Austrália, Japão e China, além de outros países, com ambientações típicas. Destaque para a área reservada para espécies de cactos (Thinkstock)

Por Eduardo Jun Marubayashi


VALEU PELA VISITA - SEMPRE VOLTE



Fonte / Fotos = viagemeturismo.abril.com.br / Thymonthy Becker Cortez / Divulgação / 

TEÓFILO OTONI, MINAS GERAIS - Capital nacional das Pedras preciosas, que são vendidas em praças públicas da cidade para compradores do mundo todo




CONHEÇA A CIDADE DE "TEÓFILO OTONI", MINAS GERAIS, BRASIL
Foto - Renato Freitas Martins
BEM VINDO A CIDADE DE TEÓFILO OTONI. A CIDADE DAS PEDRAS PRECIOSAS. A CIDADE COM PAISAGENS DE CINEMA.
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População estimada 2016 (1) - 141.502
Área da unidade territorial 2015 (km²) - 3.242,270
Densidade demográfica 2010 (hab/km²) - 41,56
Código do Município 3168606
Gentílico - teófilo-otonense
Prefeito 2017 / DANIEL BATISTA SUCUPIRA
ORIGEM DO NOME
Uma homenagem ao seu fundador. O deputado “Theophilo Benedicto Ottoni”, que renunciou ao seu mandato para iniciar a colonização do vale do mucuri.

Gentílico: teófilo-otonense
HISTÓRICO
A região que compreende o território do município de Teófilo Otoni começou a despertar a atenção dos portugueses, logo após o descobrimento do Brasil por Pedro Álvares Cabral, em 1500.
A preocupação maior era constatarem a existência do ouro e do diamante na terra desconhecida. De indagação em indagação, vieram a ter notícias, por intermédio dos silvícolas, de uma “Serra das Esmeraldas”, situada no nordeste de Minas Gerais
D. João III, pensando nos milhões que poderia adquirir o seu reino se tal fato viesse a se confirmar, organizou expedições para visitarem essas terras. A primeira data de 1550, tendo sido chefiada por Martim Carvalho. Devido aos inúmeros obstáculos, essa expedição regressou, sem ter conseguido alcançar o seu objetivo, que era positivar a realidade da “Serra das Esmeraldas”.
Seguiram-se as de Sebastião Fernandes Tourinho, em 1573, e Antônio Dias Adorno, em 1580. Ambas limitaram-se ao conhecimento da região. Data de 1752 a fixação do ambiente mais antigo da região: Mestre de Campo João da Silva Guimarães. Em seguida, surge a Fazenda Mestre Campo, aberta pelo Sr. Antônio José Coelho. Hoje, essa fazenda é sede da Colônia Francisco Sá, que é habitada por colonos nacionais, alemães, austríacos e outros.
Em 1836, o engenheiro Victor Renault, em demorada excursão, percorreu os vales dos rios Todos os Santos e Mucuri e, tendo atingido a foz do último no Oceano, no Estado da Bahia, regressou. Felizmente, nascera na cidade do Serro, neste Estado, em 27 de novembro de 1807, Teófilo B. Otoni.
Desejando desbravar e colonizar a região do Mucuri, ele organizou, em 1847, a Companhia de Comércio e Navegação do Mucuri, que imediatamente entrou no plano das realizações. Entre as suas aspirações, incluía-se a fundação de uma cidade que se tornasse o centro propulsor e distribuidor do progresso no norte de Minas Gerais. No ano de 1847, Theophilo B. Ottoni projetou ligar o nordeste mineiro com o litoral de Brasil, através da densa floresta, dos chapados e serras que acompanham a costa brasileira de norte a sul. Para esse fim organizou duas grandes expedições. Uma delas partiria de Santa Cruz do Rio Preto e a outra avançaria Mucuri acima.
Em 1851, Theophilo B. Ottoni fundou no Rio de Janeiro a “Companhia Mucuri”, a qual haveria de organizar o transporte fluvial e terrestre, bem como explorar a região. Como em 1847, ele combina o encontro de duas expedições: uma saindo do Alto dos Bois, levando a incumbência de localizar o rio Todos os Santos - que tinha a fama de ser prodígio em ouro e diamantes - e segui-lo até sua desembocadura no Mucuri; e outra que, partindo de Santa Clara, se dirigia para o mesmo local. A primeira era chefiada por seu primo Dr. Manuel Esteves Ottoni. A segunda era dirigida por ele mesmo e por um cunhado, Joaquim José de Araújo Maia.
Um dia, num ponto a cerca de 200 km de distância de Santa Clara, avistaram uma planície com bom clima e terra fértil. Theophilo B. Ottoni diz: “Aqui farei a minha Filadélfia!” - nome que ocorreu a Theophilo B. Ottoni em virtude da grande e rápida prosperidade alcançada pela cidade norte-americana que leva ainda hoje o mesmo nome. No aniversário da Independência, no dia 7 de setembro de 1853, Theophilo B. Ottoni faz a inauguração de Filadélfia como centro das colônias do Mucuri. Ele escolhera a data de propósito, na intenção de brindar o grande dia com uma nova cidade. 
Na pequena capela, futura matriz, foi realizada a primeira missa em Filadélfia. As imagens sagradas são as do antigo oratório de Manuel Vieira Ottoni, o fundador de Vila do Príncipe. Os primeiros habitantes das terras de Teófilo Otoni foram indígenas descendentes dos Tapuias. Em 1922 havia ainda uma derradeira taba de índios Machacalis, localizada nas nascentes do ribeirão Imburanas, habitada por 15 a 18 famílias. A partir daí o estadista colonizador abraçou com entusiasmo a ideia de estabelecer núcleos coloniais, que seriam confiados a imigrantes europeus, particularmente germânicos.
Um dos passos decisivos nesse sentido foi o apoio que o Governo Imperial assegurou ao empreendimento. Já em 1854, erguiam-se grandes armazéns em Filadélfia e Santa Clara, e procedia-se à abertura da estrada, que quatro anos mais tarde acabaria de ligar esses dois povoados.
Em 1856, chegavam os primeiros colonos suíços e alemães como conseqüência de anúncio que Theophilo B. Ottoni mandou publicar em jornais da Alemanha, pela firma Scholobach e Morgenster, convidando colonizadores, que teriam aqui amparo em todos os sentidos por parte da “Companhia Mucuri”. 
Mal chegados os primeiros imigrantes, a companhia lhes confiou empreendimento comum: trabalhar na estrada que ligaria Filadélfia à Santa Clara. Só depois de acabada esta obra, em 1858, cada qual poderia tomar posse de sua cota de terras. A estrada de Santa Clara - Filadélfia, primeira rodovia do interior do Brasil, foi inaugurada em agosto de 1857 e era a via ápia do Mucuri. Por ela trafegava, em 1859, mais de 40 carros particulares puxados por bestas, 200 carros de boi e 400 lotes de burros.
A estrada tinha uma extensão de cerca de 170km. Naquela época, 1858, Filadélfia já acusava uma população de 600 habitantes, 129 casas residenciais e 12 estabelecimentos comerciais. Naquele tempo, a florescente Filadélfia sofria rude golpe com o êxodo de grande parte de seus primitivos habitantes, assustados com as epidemias tropicais e desiludidos com os poucos resultados de seu labor. Consta que aproximadamente a metade de todos os moradores abandonou a região. 
Em 1857, Filadélfia fora elevada a distrito e freguesia da comarca de Minas Novas. Em 1876, a freguesia foi elevada à categoria de cidade, com o nome de Teófilo Otoni, em homenagem a seu fundador, vindo a ser instalada oficialmente em 1881.
imagem -Scarparo
CATEDRAL DE NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO
imagem - Vicente A. Queiroz 
CENTRO DA CIDADE
imagem - Jotalu
ESTAÇÃO FERROVIÁRIA DO DISTRITO DE MANGALÔ - DA EXTINTA ESTRADA DE FERRO BAHIA-MINAS
imagem - Ganzilotomich
ESTAÇÃO FERROVIÁRIA DO DISTRITO DE VALLÃO. DA EXTINTA EFBM
imagem - Montanha
AQUI A ESTAÇÃO RODOVIÁRIA
imagem - Luiz Augusto Barroso
MONUMENTO AO IMIGRANTE
imagem - JMF Carvalho
AQUI O MORRO KALADÃO
imagem - Baixaki
Uma pedra no caminho. Mas a estrada a contorna. Esta beleza rara fica no trecho entre a cidade de Teófilo Otoni e a cidade de Carlos Chagas
imagem - Thymonthy Becker / 2011
Esta pedra fica no trecho entre a cidade de Teófilo Otoni e a cidade de Pedra Azul
imagem - Thymonthy Becker / 2011
VISTA PARCIAL
imagem - JMF Carvalho
Em Teófilo Otoni, cidade das pedras semi-preciosas, você pode comprá-las em praça pública, como estas que você vê na imagem.
Compradores do mundo inteiro veem a Teófilo Otoni para adquiri-las.
imagem - Ganzilotomich
PRAÇA TIRADENTES
imagem - Ganzilotomich
RUA DA CATEDRAL
imagem - Montanha
SEDE DO SENAT
imagem - ?
TEÓFILO OTONI - FUNDADOR DA CIDADE
imagem - JMF Carvalho
RIO TODOS OS SANTOS
imagem - Sérgio Guimarães
SEDE DO PODER LEGISLATIVO - CÂMARA DE VEREADORES -
imagem - Sérgio Guimarães
CAMPOS DA UNIVERSIDADE FEDERAL
imagem - Sérgio Guimarães
CENTRAL DE INTEGRAÇÃO
imagem - Sérgio Guimarães
PRIMEIRA ESTAÇÃO FERROVIÁRIA DA CIDADE
imagem - PMTO
A ESTAÇÃO EH DA EXTINTA ESTRADA DE FERRO BAHIA / MINAS
imagem - PMTO
FONTE LUMINOSA NA PRAÇA TIRADENTES
imagem - Sérgio Guimarães
IGREJA DO BOM JESUS
imagem - Sérgio Guimarães
AQUI A PAMPULHINHA
imagem - Douglas Fernandes
PRAÇA GERMÂNICA
imagem - Sérgio Guimarães
SEDE DO PODER EXECUTIVO - PREFEITURA -
imagem - Sérgio Guimarães
VISÃO GERAL
imagem - Sérgio Guimarães
VISTA PARCIAL 
imagem - Sérgio Guimarães
ZPEL
imagem - Sérgio Guimarães
AQUI A BANDEIRA DA CIDADE DE TEÓFILO OTONI, MINAS GERAIS 
ESTE EH O BRASÃO DO MUNICÍPIO DE TEÓFILO OTONI, MINAS GERAIS 


Fonte / Fotos = IBGE / Thymonthy Becker / Portal do Governo de Teófilo Otoni / Wikipédia / 

Os lugares por onde o Trem mais passou esta semana