TEÓFILO OTONI, MINAS GERAIS - Capital nacional das Pedras preciosas, que são vendidas em praças públicas da cidade para compradores do mundo todo




CONHEÇA A CIDADE DE "TEÓFILO OTONI", MINAS GERAIS, BRASIL
Foto - Renato Freitas Martins
BEM VINDO A CIDADE DE TEÓFILO OTONI. A CIDADE DAS PEDRAS PRECIOSAS. A CIDADE COM PAISAGENS DE CINEMA.
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População estimada 2016 (1) - 141.502
Área da unidade territorial 2015 (km²) - 3.242,270
Densidade demográfica 2010 (hab/km²) - 41,56
Código do Município 3168606
Gentílico - teófilo-otonense
Prefeito 2017 / DANIEL BATISTA SUCUPIRA
ORIGEM DO NOME
Uma homenagem ao seu fundador. O deputado “Theophilo Benedicto Ottoni”, que renunciou ao seu mandato para iniciar a colonização do vale do mucuri.

Gentílico: teófilo-otonense
HISTÓRICO
A região que compreende o território do município de Teófilo Otoni começou a despertar a atenção dos portugueses, logo após o descobrimento do Brasil por Pedro Álvares Cabral, em 1500.
A preocupação maior era constatarem a existência do ouro e do diamante na terra desconhecida. De indagação em indagação, vieram a ter notícias, por intermédio dos silvícolas, de uma “Serra das Esmeraldas”, situada no nordeste de Minas Gerais
D. João III, pensando nos milhões que poderia adquirir o seu reino se tal fato viesse a se confirmar, organizou expedições para visitarem essas terras. A primeira data de 1550, tendo sido chefiada por Martim Carvalho. Devido aos inúmeros obstáculos, essa expedição regressou, sem ter conseguido alcançar o seu objetivo, que era positivar a realidade da “Serra das Esmeraldas”.
Seguiram-se as de Sebastião Fernandes Tourinho, em 1573, e Antônio Dias Adorno, em 1580. Ambas limitaram-se ao conhecimento da região. Data de 1752 a fixação do ambiente mais antigo da região: Mestre de Campo João da Silva Guimarães. Em seguida, surge a Fazenda Mestre Campo, aberta pelo Sr. Antônio José Coelho. Hoje, essa fazenda é sede da Colônia Francisco Sá, que é habitada por colonos nacionais, alemães, austríacos e outros.
Em 1836, o engenheiro Victor Renault, em demorada excursão, percorreu os vales dos rios Todos os Santos e Mucuri e, tendo atingido a foz do último no Oceano, no Estado da Bahia, regressou. Felizmente, nascera na cidade do Serro, neste Estado, em 27 de novembro de 1807, Teófilo B. Otoni.
Desejando desbravar e colonizar a região do Mucuri, ele organizou, em 1847, a Companhia de Comércio e Navegação do Mucuri, que imediatamente entrou no plano das realizações. Entre as suas aspirações, incluía-se a fundação de uma cidade que se tornasse o centro propulsor e distribuidor do progresso no norte de Minas Gerais. No ano de 1847, Theophilo B. Ottoni projetou ligar o nordeste mineiro com o litoral de Brasil, através da densa floresta, dos chapados e serras que acompanham a costa brasileira de norte a sul. Para esse fim organizou duas grandes expedições. Uma delas partiria de Santa Cruz do Rio Preto e a outra avançaria Mucuri acima.
Em 1851, Theophilo B. Ottoni fundou no Rio de Janeiro a “Companhia Mucuri”, a qual haveria de organizar o transporte fluvial e terrestre, bem como explorar a região. Como em 1847, ele combina o encontro de duas expedições: uma saindo do Alto dos Bois, levando a incumbência de localizar o rio Todos os Santos - que tinha a fama de ser prodígio em ouro e diamantes - e segui-lo até sua desembocadura no Mucuri; e outra que, partindo de Santa Clara, se dirigia para o mesmo local. A primeira era chefiada por seu primo Dr. Manuel Esteves Ottoni. A segunda era dirigida por ele mesmo e por um cunhado, Joaquim José de Araújo Maia.
Um dia, num ponto a cerca de 200 km de distância de Santa Clara, avistaram uma planície com bom clima e terra fértil. Theophilo B. Ottoni diz: “Aqui farei a minha Filadélfia!” - nome que ocorreu a Theophilo B. Ottoni em virtude da grande e rápida prosperidade alcançada pela cidade norte-americana que leva ainda hoje o mesmo nome. No aniversário da Independência, no dia 7 de setembro de 1853, Theophilo B. Ottoni faz a inauguração de Filadélfia como centro das colônias do Mucuri. Ele escolhera a data de propósito, na intenção de brindar o grande dia com uma nova cidade. 
Na pequena capela, futura matriz, foi realizada a primeira missa em Filadélfia. As imagens sagradas são as do antigo oratório de Manuel Vieira Ottoni, o fundador de Vila do Príncipe. Os primeiros habitantes das terras de Teófilo Otoni foram indígenas descendentes dos Tapuias. Em 1922 havia ainda uma derradeira taba de índios Machacalis, localizada nas nascentes do ribeirão Imburanas, habitada por 15 a 18 famílias. A partir daí o estadista colonizador abraçou com entusiasmo a ideia de estabelecer núcleos coloniais, que seriam confiados a imigrantes europeus, particularmente germânicos.
Um dos passos decisivos nesse sentido foi o apoio que o Governo Imperial assegurou ao empreendimento. Já em 1854, erguiam-se grandes armazéns em Filadélfia e Santa Clara, e procedia-se à abertura da estrada, que quatro anos mais tarde acabaria de ligar esses dois povoados.
Em 1856, chegavam os primeiros colonos suíços e alemães como conseqüência de anúncio que Theophilo B. Ottoni mandou publicar em jornais da Alemanha, pela firma Scholobach e Morgenster, convidando colonizadores, que teriam aqui amparo em todos os sentidos por parte da “Companhia Mucuri”. 
Mal chegados os primeiros imigrantes, a companhia lhes confiou empreendimento comum: trabalhar na estrada que ligaria Filadélfia à Santa Clara. Só depois de acabada esta obra, em 1858, cada qual poderia tomar posse de sua cota de terras. A estrada de Santa Clara - Filadélfia, primeira rodovia do interior do Brasil, foi inaugurada em agosto de 1857 e era a via ápia do Mucuri. Por ela trafegava, em 1859, mais de 40 carros particulares puxados por bestas, 200 carros de boi e 400 lotes de burros.
A estrada tinha uma extensão de cerca de 170km. Naquela época, 1858, Filadélfia já acusava uma população de 600 habitantes, 129 casas residenciais e 12 estabelecimentos comerciais. Naquele tempo, a florescente Filadélfia sofria rude golpe com o êxodo de grande parte de seus primitivos habitantes, assustados com as epidemias tropicais e desiludidos com os poucos resultados de seu labor. Consta que aproximadamente a metade de todos os moradores abandonou a região. 
Em 1857, Filadélfia fora elevada a distrito e freguesia da comarca de Minas Novas. Em 1876, a freguesia foi elevada à categoria de cidade, com o nome de Teófilo Otoni, em homenagem a seu fundador, vindo a ser instalada oficialmente em 1881.
imagem -Scarparo
CATEDRAL DE NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO
imagem - Vicente A. Queiroz 
CENTRO DA CIDADE
imagem - Jotalu
ESTAÇÃO FERROVIÁRIA DO DISTRITO DE MANGALÔ - DA EXTINTA ESTRADA DE FERRO BAHIA-MINAS
imagem - Ganzilotomich
ESTAÇÃO FERROVIÁRIA DO DISTRITO DE VALLÃO. DA EXTINTA EFBM
imagem - Montanha
AQUI A ESTAÇÃO RODOVIÁRIA
imagem - Luiz Augusto Barroso
MONUMENTO AO IMIGRANTE
imagem - JMF Carvalho
AQUI O MORRO KALADÃO
imagem - Baixaki
Uma pedra no caminho. Mas a estrada a contorna. Esta beleza rara fica no trecho entre a cidade de Teófilo Otoni e a cidade de Carlos Chagas
imagem - Thymonthy Becker / 2011
Esta pedra fica no trecho entre a cidade de Teófilo Otoni e a cidade de Pedra Azul
imagem - Thymonthy Becker / 2011
VISTA PARCIAL
imagem - JMF Carvalho
Em Teófilo Otoni, cidade das pedras semi-preciosas, você pode comprá-las em praça pública, como estas que você vê na imagem.
Compradores do mundo inteiro veem a Teófilo Otoni para adquiri-las.
imagem - Ganzilotomich
PRAÇA TIRADENTES
imagem - Ganzilotomich
RUA DA CATEDRAL
imagem - Montanha
SEDE DO SENAT
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TEÓFILO OTONI - FUNDADOR DA CIDADE
imagem - JMF Carvalho
RIO TODOS OS SANTOS
imagem - Sérgio Guimarães
SEDE DO PODER LEGISLATIVO - CÂMARA DE VEREADORES -
imagem - Sérgio Guimarães
CAMPOS DA UNIVERSIDADE FEDERAL
imagem - Sérgio Guimarães
CENTRAL DE INTEGRAÇÃO
imagem - Sérgio Guimarães
PRIMEIRA ESTAÇÃO FERROVIÁRIA DA CIDADE
imagem - PMTO
A ESTAÇÃO EH DA EXTINTA ESTRADA DE FERRO BAHIA / MINAS
imagem - PMTO
FONTE LUMINOSA NA PRAÇA TIRADENTES
imagem - Sérgio Guimarães
IGREJA DO BOM JESUS
imagem - Sérgio Guimarães
AQUI A PAMPULHINHA
imagem - Douglas Fernandes
PRAÇA GERMÂNICA
imagem - Sérgio Guimarães
SEDE DO PODER EXECUTIVO - PREFEITURA -
imagem - Sérgio Guimarães
VISÃO GERAL
imagem - Sérgio Guimarães
VISTA PARCIAL 
imagem - Sérgio Guimarães
ZPEL
imagem - Sérgio Guimarães
AQUI A BANDEIRA DA CIDADE DE TEÓFILO OTONI, MINAS GERAIS 
ESTE EH O BRASÃO DO MUNICÍPIO DE TEÓFILO OTONI, MINAS GERAIS 


Fonte / Fotos = IBGE / Thymonthy Becker / Portal do Governo de Teófilo Otoni / Wikipédia / 

PIRANGUINHO, MINAS GERAIS - Capital Brasileira do Pé-De-Moleque - A cidade produz grande quantidade desta iguaria consumida em todo o Brasil




CONHEÇA A CIDADE DE "PIRANGUINHO", MINAS GERAIS, BRASIL
Foto - PMP
SEJA BEM VINDO A CIDADE DE PIRANGUINHO. O ENGENHO DA SERRA / CAPITAL NACIONAL DO PÉ-DE-MOLEQUE
imagem - Robson Grilo
População estimada 2016 (1) - 8.553
Área da unidade territorial 2015 (km²) - 124,803
Densidade demográfica 2010 (hab/km²) - 64,23
Código do Município 3151008
Gentílico - piranguinhense
Prefeito 2017 / HELENA MARIA DA SILVEIRA
ORIGEM DO NOME
"Piranguinho" é um termo formado pela junção de um termo tupi, pyrang ("vermelho") com o sufixo diminutivo da língua portuguesa, "inho". = vermelhinho (cor do doce de pé-de-moleque)

Gentílico: piranguinhense
HISTÓRICO
Piranguinho iniciou sua história no final do século XIX, quando o Brasil ainda era um Império governado por D. Pedro II. Nesta época, o país vivenciava a hegemonia da produção cafeeira que deslocava para a região sudeste os investimentos na modernização econômica. Ainda que muitos estudiosos focalizem o papel do café como único responsável pelo surto desenvolvimentista, sabe-se atualmente que a economia brasileira mostrava uma significativa diversificação.
Apesar de estarem voltados para o suprimento do mercado interno, esses outros produtos também foram responsáveis pelo desenvolvimento desse processo de modernização do Brasil. No intuito de facilitar o escoamento de produtos (principalmente agrícolas), estradas de ferro foram instaladas em diversas regiões do país, melhorando, inclusive, o sistema de comunicações e transportes. É, nesta conjuntura, diversas regiões de Minas Gerais assumiram novos contornos políticos, sociais e econômicos.
A região onde atualmente se localiza o município de Piranguinho, até meados do século XIX, era propriedade da Baronesa Leocádia de Lourenço e estava subordinada a São Caetano da Vargem Grande - atual Brazópolis. Com os anos, a localidade acabou se tornando alvo de interesse por parte das autoridades responsáveis em desenvolver o projeto "Rede Mineira de Viação". Tal empreendimento visava à construção de uma estrada de ferro que ligasse Itajubá à Santa Rita do Sapucaí, estendendo a malha ferroviária a outras regiões do Estado.
Na referida época, a região era provida de ricas matas que continham madeiras de lei - tais como jacarandá, jequitibá, taiúva, pereira e outras - que poderiam ser úteis como dormentes na construção da ferrovia. Dessa forma, uma comissão constituída por encarregados - chefes do projeto - dirigiu-se à Baronesa no intuito de estabelecer uma espécie de parceria: Leocádia ofereceria a madeira necessária às obras, bem como sua retirada, seu preparo e a mão-de-obra necessária; por fim, a proprietária construiria um engenho de serra movido à água para beneficiamento da madeira; a comissão construtora, por sua vez, se comprometeria a fornecer o projeto das instalações, a gerir a construção do engenho, retificar o curso do Ribeirão dos Porcos e represar suas águas permitindo o funcionamento do projeto. Foi dessa forma que a região acabou se tornando conhecida como "Engenho de Serra".
Apesar das divergências documentais a respeito da data em que são iniciadas as obras, sabe-se que a ferrovia começou a ser construída nos primeiros anos da década de 1880. A necessidade de trabalhadores para a empreitada naturalmente atraiu um número significativo de pessoas. Dessa forma, inúmeros barracos de madeira e casas de pau-a-pique foram surgindo em torno do engenho para abrigar os trabalhadores do "Engenho de Serra" e também os da estrada-de-ferro, dando origem, assim, a uma pequena povoação.
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MONUMENTO AO PÉ-DE-MOLEQUE
imagem - PMP
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imagem - Robson Grilo
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BELÍSSIMO ENTORNO DA CIDADE
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BAIRRO SANTA EFIGÊNIA
imagem - Robson Grilo
imagem - Eldo Brasil
A FAMOSA BARRACA VERMELHA QUE VENDE O DOCE
imagem - Daniel Barbosa Bruno
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SEDE DO PODER LEGISLATIVO - CÂMARA DE VEREADORES -
imagem - Robson Grilo
CAMPO DE FUTEBOL
imagem - Robson Grilo
imagem - João Vitor C.
MATRIZ DE SANTA ISABEL
imagem - Robson Grilo
IGREJA NOSSA SENHORA DO CARMO
A igreja de Nossa Senhora do Carmo foi construída em 1875, por Gregório Pereira Mota proprietário da fazenda do capote; era, portanto, uma igreja particular e por isso recebeu a denominação “Capela do Capote”. A rodovia foi aberta, passando a frente da capela em 1957. Em 2003 foi tombada pelo conselho municipal do patrimônio histórico e cultural. Fica no Bairro Capote
imagem - Robson Grilo
imagem - Robson Grilo
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EDIFÍCIO CENTENÁRIO DA ESTAÇÃO FERROVIÁRIA DE OLEGÁRIO MACIEL
Com 100 anos de existência, a estação ferroviária esbanja charme em sua arquitetura simples. Esse patrimônio tombado retrata a história do mais antigo distrito de Piranguinho. Fica no distrito de Olegário Maciel
Foto - PMP
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VAGÃO DO ARTESANATO
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MARCO ZERO DA CIDADE
Local onde foi instalado o engenho de serra as margens do ribeirão dos porcos para confecção dos dormentes para construção da ferrovia. Foi a partir daí que surgiu o povoado que mais tarde veio a se tornar a cidade de Piranguinho. Fica no centro
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BARRACA DO PÉ-DE-MOLEQUE
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PONTE DE FERRO
Localizada no limite do município com Itajubá, a história da ponte tem início no final do século XIX, aproximadamente por volta de 1882, quando do advento da estrada de ferro que ligaria Itajubá a Santa Rita do Sapucaí. Em três de março de 1896, com a inauguração da estação definitiva e o término da construção da ponte de ferro sobre o rio Sapucaí o trem deu sua primeira entrada em Piranguinho. Fica no bairro estação
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imagem - Robson Grilo
PONTE SOBRE O RIO SAPUCAÍ
imagem - João Vitor C.
PONTE DE ARCOS
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PRAÇA CEL. BRÁZ
Além de jardins arborizados e muito aconchegantes, é na praça Coronel Bráz que se localiza a matriz de Santa Isabel, padroeira da cidade, construída em 1945.
Em maio de 2006, foi instalado o monumento abraço no local onde foi construída a primeira igreja da cidade. O abraço é uma homenagem aos primeiros moradores de Piranguinho, que construíram a história da cidade. Fica no centro
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imagem - João Vitor C.
RUA DO BAIRRO ESTAÇÃO
imagem - Robson Grilo
imagem - Robson Grilo
ESTA EH A BANDEIRA DA CIDADE DE PIRANGUINHO, MINAS GERAIS 
ESTE EH O BRASÃO DO MUNICÍPIO DE PIRANGUINHO, MINAS GERAIS 



Fonte / Fotos = IBGE / Thymonthy Becker / Portal do Governo de Piranguinho / Wikipédia / 


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