sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

DE JOELHOS NO CHÃO




DE JOELHOS NO CHÃO
Estava chegando numa casa e entrei na sala desta casa. Estava acompanhado de uma mulher e um homem. Dentro desta sala, tinha uma cisterna que estava com água até quase a borda. Dentro dela havia um homem encostado na lateral, gemendo de dor. Ao lado dele tinha um menino. O menino disse que o tal homem tinha machucado a perna ali dentro da cisterna. A tal mulher e homem que me acompanhavam me pediram para ir até outra sala. Então ajoelhei, levantei a perna esquerda, segurando-a com a mão esquerda e fui pulando de joelhos. Disse para o homem da cisterna que estava andando daquele jeito para me solidarizar com a dor que ele sentia. Fui assim pulando com um joelho só até outra sala. Atravessei o que seria um jardim de inverno e entrei num salão. Tudo isto, pulando de joelho. Ao chegar ao salão, vi várias pessoas que também estava com um joelho só no chão, e segurando a outra perna com a mão. Todos disseram que ficaram com “dó” do tal homem da cisterna. 

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