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DIÁRIO DE BORDO / MINHA VIAGEM PARA WELLINGTON, NOVA ZELÂNDIA - Dando um trabalhão danado para as enfermeiras




MINHA VIAGEM PARA WELLINGTON E ROTORUA / NOVA ZELÂNDIA 
(Por Thymonthy Becker)

Estávamos indo de carro que alugamos da capital Wellington para a cidade de Rotorua, onde ha concentração de vulcões e muitos geysers. Eu quem dirigia o carro. Saímos bem cedo. Dirigindo por uma rodovia muito legal, passamos ao lado de um abismo bem profundo. Pouco tempo depois a rodovia descia este abismo, ou parecia que ia descer todo ele. Quando chegamos lá em baixo, eu olhei para cima, e vi algumas pessoas sentadas na beira do abismo, lá em cima. Chegamos enfim em Rotorua. Chegamos e sentamos numa mesa de uma lanchonete, a gente estava com fome e fomos comer alguma coisa primeiro antes de ir ver os vulcões. Conversando com o proprietário deste estabelecimento. Ele dizia que vinha muitas pessoas de muitos países ali, só para ver os vulcões e que isso era bem legal, pois conhecia pessoas de vários países. Disse a ele que era a primeira vez que estávamos ali. Nisto chegou um homem sorrindo e nos serviu algo para comermos que não sei bem o que era então, ficamos enrolando e nenhum de nós queria provar o que havia nos servido. Eu não tinha a menor ideia do que era. Meus amigos também não. Para não ficar feio pra gente, demos ao Nathan a tarefa de embrulhar aquela comida e levar conosco, pois nenhum de nós se arriscou a comê-la. Enfim, pagamos a conta e saímos desta lanchonete.
Então fomos ver a região vulcânica. Eu estava observando aquele local magnífico, embora com muito cheiro de enxofre, e havia duas pessoas próximas a mim. Estas duas pessoas desceram em direção a um geyser, por um caminho que era bem difícil de descer, porque era de rocha que parecia uma pedra lisa e molhada, devido aos geysers. Eu então fui tentar segui-los e escorreguei, cai e fui descendo escorregando de bunda. Não conseguia me segurar em nada e só fui parar quando cheguei a um pequeno poço de lama negra. Os responsáveis ficaram bravos comigo porque eu não podia ter saído dos locais permitidos, porque eu tinha colocado em risco minha saúde. Fiquei bastante machucado e com queimaduras, mas nenhum osso quebrado. Fui levado até um hospital fizeram os curativos nos machucados. As enfermeiras falavam alguma coisa comigo que eu não entendia, mas sabia que elas estavam tentando entender o que tinha acontecido. 

Achamos melhor voltar para Wellington, e não ficar hospedado ali como a gente tinha planejado, porque eu já achava que todos me olhavam como se eu fosse destruir tudo ali. 
Quando fui descer uma rampa que tem na entrada deste hospital, para azar meu, escorreguei e caí. As enfermeiras que estavam ali na entrada, ficaram me olhando levantar, o que fiz rapidamente, balançando a cabeça fazendo um não, como se não estivem acreditando que eu tinha caído outra vez. 
Resultado. Tive que voltar e refazer alguns curativos, pois na queda na rampa, sangrou o machucado e eu fiquei sentindo muita dor. 
Uma enfermeira trouxe uma cadeira de rodas e disse para meus amigos me levarem nela antes que eu caísse outra vez. Assim fui até o carro, de cadeira de rodas e com os olhares reprovadores das enfermeiras. 

Saindo, do hospital, dei thyal para as enfermeiras. Umas retribuíram o thyal e começaram a rir, outras só balançaram a cabeça reprovando o acontecido. 
Voltamos para Wellington, o Nathan foi dirigindo e eu acabei que fui dormindo, acredito que devido ao medicamento que tomei para a dor. Chegamos de madrugada em Wellington. 
A notícia boa eh que no fim terminou tudo bem. 
A notícia melhor ainda eh que ficou essa história pra contar de quando estive na Nova Zelândia. Muito show de bola

VALEU GENTE - ATÉ A PRÓXIMA 



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